Por onde andei em 2017

Chega aquela época do ano em que o Robertão é descongelado para aparecer na Globo, tua rinite ataca por causa do pó da árvore de Natal, a uva passa vira ingrediente obrigatório nos pratos, você dá um Google pra descobrir maneiras elegantes de recusar amigos secretos, come como se não houvesse amanhã. Sim, amigos, o Natal está perto, o ano está acabando. Então é Natal, e o que você fez? – gente, esqueci da Simone! Deixo aqui minhas turistagens de 2017, que podem servir de inspiração para uma viagem ou passeio seu. Resumi brevemente sobre cada uma das viagens, mas as palavras sublinhadas contêm links para os posts completos sobre os destinos/passeios.

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Cruzeiro: estacionamento no Porto de Santos

“Você vai fazer cruzeiro e está preocupada com o custo do estacionamento?”, foi comentário que li num fórum a respeito do assunto, que demonstra o quanto cruzeiros ainda não vistos como dispendiosos. Considerando que todas as refeições estão inclusas e o cruzeiro já é o transporte, acaba sendo um valor mais baixo do que o cobrado por um resort em Maceió no mesmo período, por exemplo, e sem considerar o gasto com o voo. São experiências diferentes, claro, mas mostra que cruzeiros não são assim tão inacessíveis. Os próprios animadores do navio fazem graça: “acabou o cruzeiro, agora é comprar outro e parcelar em 10 vezes…”. Voltando aos custos, estacionar seu carro durante uma semana no porto é algo que merece atenção, sim. Neste post você vai encontrar dicas de onde estacionar no Porto de Santos, resultado de uma pesquisa que resolvi fazer depois um vlogueiro compartilhou que pagou $400 (!) por 7 noites – e tinha que ser em dinheiro (!), num estacionamento próximo ao porto.

Como escolher a cabine do navio e outras dicas você encontra no post Cruzeiro, eu? OK, vamos nessa! E em breve contarei sobre o embarque, a vida a bordo, e os passeios.

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Cruzeiro, eu? OK, vamos nessa!

Quem diria! Eu disse repetidas vezes que não gostaria de fazer cruzeiro marítimo, porque se perde muito tempo entre uma cidade e outra, não se vê paisagem alguma e não se tem tempo suficiente para curtir as cidades portuárias com as breves paradas de uma média de 9 horas cada. “Mas você vai estar dormindo enquanto o navio te transporta”, dizia uma amiga adepta dos cruzeiros, enquanto outra advogava: “mas tem tanta coisa pra fazer no navio que você nem vai ver a hora passar” ou até quem nunca tinha ‘cruzeirado’: “deve ser lindo ver o mar aberto”.

Não foram elas que me convenceram, mas sim minha filha, que em fevereiro completa 15 aninhos e pediu o cruzeiro “naquele navio enorme com um toboágua gigante” de presente em vez de uma festa. Mamãe blogueira de viagem nem gostou dessa troca, ehehe. De fato, o Preziosa é o maior navio da temporada e você pode optar pelos minicruzeiros de 3 dias ou pelos mais longos, de 8, que foi o que escolhemos.

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