Nova Iorque: filmes que são um roteiro de viagem

Acho que há muito pouco romance neste blog, então aproveitei a proximidade do Dia dos Namorados no Brasil para pesquisar sobre filmes rodados em Nova Iorque e compartilhar os endereços para você conferir ao vivo quando visitar a Big Apple, pois muitos filmes parecem roteiros de viagem!

central park ponte nova iorque
Bow Bridge, no Central Park, local de inúmeros romances reais e fictícios

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Roteiro Nova Iorque – dia 6: Central Park e seu zoológico

Este post faz parte do relato de uma viagem realizada em -outubro de 2014 por dois adultos e uma pré-adolescente. Descreve a última manhã em Nova Iorque, quando visitamos o Central Park mais uma vez e seu zoo.

central park brigde nova iorque

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Roteiro NY – dia 5: Brooklyn Bridge e High Line Park

Este post relata o dia 5 de nosso roteiro de 5, 6 ou 7 dias em NY, quando atravessamos a Ponte do Brooklyn e passeamos pela região do Soho e pelo High Line Park. Foi uma viagem de dois adultos e uma pré-adolescente feita em outubro de 2015, veja no final, links para os demais posts com dicas de NY.

High Line Park

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Roteiro Nova Iorque – dia 4: Metropolitan Museum, Central Park e Museum Mile

Este post apresenta o itinerário de nosso quarto dia em Nova Iorque, quando visitamos o Museu principal da cidade, o Metropolitan e passeamos pelo Central Park. Se você caiu de balão por aqui, leia os anteriores para entender melhor a ilha de Manhattan e para conhecer o que entra no roteiro completo.

Museu Metropolitan Nova Iorque

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Roteiro New York – dia 2: Upper West Side e o Museu de História Natural

O segundo dia em Nova York foi no Upper West Side, quando visitamos o Museu de Historia Natural e parte do Central Park. Sugiro que leia os demais posts relacionados a esta viagem cujos links estão no final desta publicação.

Museu Historia Natural Nova York

Entendendo a ilha de Manhattan
A Quinta Avenida (grudadinha no Central Park, essa área retangular verde aí no mapa) divide a cidade entre East (leste) e West (Oeste) e as ruas são, em sua maioria, numeradas em ordem crescente em direção ao Norte. Na parte mais antiga da cidade, ao Sul, até mais ou menos os bairros Greenwich e East Village, as ruas têm nomes e não são planejadas (paralelas), mas mesmo assim não é difícil se localizar.

mapa de Manhattan dicas de Nova York

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Aeroporto La Guardia e o voo Delta SP-NY-SP

Este post faz parte de uma série de 12 sobre nossa viagem a NYC em outubro de 2014. Veja no final desta publicação os links para os demais posts. Este descreve a experiência de voar pela Delta,  em voo internacional e local (EUA),
e fala do aeroporto La Guardia, em NYC.

Nova Iorque tem três aeroportos: JFK, La Guardia e Newark (clique sobre a imagem para ampliá-la).

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Da esquerda para a direita: Newark, LaGuardia e JFK

Foi a primeira vez que usei esse aeroporto e achei o trajeto de taxi ($ 42 dólares no taxímetro, pouco depois das 12h de um dia de semana) bem tranquilo, com trânsito apenas na saída de Manhattan e nada próximo do trânsito de quem vem ou vai ao JFK, o aeroporto internacional. Cada companhia aérea tem seu terminal, então vou falar do terminal C, da Delta.

Eu já tinha feito o check in on line, então só precisamos escanear os passaportes nas máquinas de autoatendimento e emitir nossos boarding passes. Depois fomos ao guichê para despachar a bagagem, que seguiu direto para Guarulhos, destino final. Na sequência, procedimentos de segurança: tira cinto, sapato, celular, tablete, esquecemos de jogar a garrafa de água fora! O funcionário disse que teria que nos fazer algumas perguntas e se podiam ser feitas ali ou se queríamos uma sala para isso. Nossa, já levei um susto achando que ia “pra salinha”. Mais do que depressa eu me desculpei pelo esquecimento e ele perguntou se queríamos dar um último gole antes de jogar a garrafa. Fiquei pensando se não é truque pra ver se é água mesmo ou apenas gentileza.

Mas chegamos ao saguão dos portões de embarque e nossos olhos brilharam! Mesas, balcões, todos TODOS tinham tomadas para recarga de baterias e – pasmem – um I pad por assento!!!! wi-fi de graça e menu do restaurante na tela. Fizemos o pedido e veio tudo como solicitado. A era Jettson chegou! OK, você é jovem e não sabe quem eram os Jettsons. Pergunte a seus pais. O pagamento também é self-service: entre as mesas há um slot para colocar o cartão e teclado para a senha. Só não entendo porque tive que deixar gorjeta de 18% se o máximo que a atendente fez foi trazer as bandejas! O preço como em todo aeroporto é salgado e a comida ruim. Um burger por 18 dólares e $16 por um spaghetti carbonara.

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Fazendo o pedido no Cibo Express Gourmet Market Laguardia

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Voando pela Delta
No voo de ida (SP-JFK), comi bola e deixei para fazer o check in um dia antes de nossa partida (e vc acha que blogueiro faz tudo certinho!). Resultado: só tinha assentos separados ou nos piores lugares (perto do banheiro, por exemplo). Opção: pagar um pouco mais por assentos logo à frente da classe econômica, os de números 15, 16, 17 e 18 onde o espaço é ligeiramente maior, e foi isso o que fiz. Outra vantagem de se sentar bem à frente é que você desce logo do avião não fica no final da fila da imigração. Mas depois ficam todos juntos esperando pelas malas, então nem sempre é vantajoso. Só fiz a compra porque não tive escolha, porque pagar quase 500 dólares a mais só para ficar com a perna um pouco mais esticadinha, não vale mesmo… well, it’s up to you! Além de pagar mais caro, o encosto retrátil da cabeça só funcionou no assento do meu marido. O meu e o da minha filha estavam quebrados. A mídia tem uma pesquisa de satisfação, mas não tem espaço para escrever problemas como esse.

O assento "diferenciado" na econômica da Delta
O assento “diferenciado” na econômica da Delta
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Bom leg room. E olhe que as pernas do homem casado viaja são bem longas

Ah, na hora de fazer o check in on line, não se esqueça de entrar no site The Seat Guru , que além de trazer o mapa da aeronave traz comentários como “esse assento tem pouco espaço para os pés pois tem uma caixa de controle de som.”

O embarque foi muito organizado, primeiro o pessoal do fundão, e assim por diante, entrando pela primeira classe, para nos aborrecer (rsrsrs).

Entretenimento: som ruim, que me desestimulou ouvir música ou mesmo assistir a um filme, que não tem legenda em Português, só dublagem. Não usei os canais de música por causa disso.

refeição de bordo
jantar: massa ou arroz e feijão com frango refogado no molho; salada verde com tomates, pãozinho, manteiga, queijo processado tipo Polenguinho, biscoito salgado e cookie de chocolate. Café e chá são oferecidos duas ou três vezes e eles dão uma garrafinha de água mineral a cada passageiro, o que achei muito inteligente. Bebidas incluem vinho e cerveja.

Café da manhã: chá ou café, suco, barrinha de cereal, sanduíche quente de cheddar com verdura surpresa (não sei o que era, pois não consegui comer o lanche). Ainda bem que guardei biscoito e cookie que sobraram do jantar!

No voo doméstico (NY-Detroit), foram servidos refrigerantes e pacotinhos de mini pretzels. Bebidas alcoólicas poderiam ser adquiridas mediante pagamento.

Pontualidade: Tivemos uma hora de atraso no voo NY-Detroit e quase perdemos a conexão para São Paulo.

Programa de Milhagem
Delta faz parte do SkyTeam e seu programa de fidelidade é o Skymiles, tendo a Gol como parceira brasileira.
Leia sobre emissão de bilhetes aéreos e sobre programas de fidelidade aqui.

A Conexão em Detroit
Adorei fazer a conexão em Detroit, pois esperava ver uma cidade industrializada ou quase fantasma devido à crise automobilística e o que vi do avião foram os subúrbios coloridos pelo Outono. Não me entendam mal, eu tenho consciência de que Detroit tem muitos problemas econômicos, mas eles não apareceram na janelinha do avião. Conto o que vi.  Quanto ao aeroporto, parece ser muito legal (parece, porque não tive como explorar): como ele é uma reta longa, há um trenzinho aéreo ligando os portões de embarque, além de todas as esteiras horizontais que facilitam o deslocamento dos passageiros. Igalzim aqui.

O metrô interno do aeroporto de Detroit
O metrô interno do aeroporto de Detroit

E você, já voou pela Delta ou usou o aeroporto La Guardia ou de Detroit? Deixe seu comentário logo abaixo. Outras pessoas podem aproveitar as dicas.
Conhece alguém que está planejando viagem a NYC? Indique o blog Mulher Casada Viaja. Brigadinho.

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Atração turística em NY: lojas de brinquedos

 

Nova Iorque: Guia para planejar sua viagem

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Se você está lendo este post é muito provável que tenha uma viagem a Nova Iorque em vista e esteja buscando dicas. Ou que a cidade que não dorme esteja no campo dos sonhos; ou ainda que já tenha visitado e goste de matar a saudade lendo a respeito, vendo fotos de outros viajantes, etc. Não importa. Quanto mais você ler a respeito, mais vai se apaixonar. E beba de fontes diversas, porque cada um tem um jeito de viajar e a mesma cidade é vista de maneiras diferentes. No final deste post, há links para outras onze publicações sobre NYC. Enjoy!

0. visto americano e passaporte. Lembre-se: passaporte com validade mínima de 6 meses. Leia dicas de como emitir ambos aqui.

1. Em que época. Se você puder escolher a época, considere que o clima influencia seus passeios e consequentemente no proveito de sua viagem. Eu sempre tive que viajar no verão, seja no hemisfério norte ou sul, por causa das férias escolares. Algumas vezes minha filha matou aula para que pudéssemos aproveitar a primavera ou o outono, melhores épocas para Europa, Estados Unidos e Canadá, na minha opinião. Não é alta temporada na maioria dos destinos (a Flórida, por exemplo tem a alta temporada no inverno, quando os americanos migram para o Sul junto com os pássaros) e o clima mais ameno permite longas caminhadas sem tanto cansaço. Já fui a NY na primavera, no verão e no outono. Gostei mais do outono, pois tem um friozinho suportável e delicioso para nós brasileiros. As árvores ficam lindas e a cidade fica mais divertida pela decoração de Halloween. Em novembro tem o principal feriado americano, o Dia de Ação de Graças.

Na minha opinião, o Outono é a escolha certa!
Na minha opinião, o Outono é a escolha certa!

O verão é insuportavelmente quente e caminhar se torna mais desgastante. Mas é gostoso ir ao Central Park e ver toda a gente tomando sol no gramadão. Também tem teatro, filmes e muitas atrações gratuitas ao ar livre que não acontecem nas demais estações. Mas também está mais cheia…

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Ir no inverno deve ser lindo, mas a beleza acaba quando a neve começa a derreter e vira aquela laminha preta de sujeira. O pior nem é o frio, mas o vento que corta. Já senti isso quando a temperatura caiu em alguns dias do Outono, com chuva fina e vento forte. Além disso, quanto mais perto do Natal, mais maluca fica a cidade, que já é maluca! Mas não posso dizer “dessa água não beberei!” Um dia vou no inverno para curtir o Natal, sim!

2. Passagem aérea. Leia o post com dicas para comprar a sua aqui no blog.

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O Park Lane Hotel visto do Central Park

3. Onde se hospedar. Há hospedagem em toda Manhattan, para todos os gostos e bolsos. Minha sugestão é você ficar em uma região que vai frequentar mais. Nessa útlima viagem, ficamos em frente ao Central Park, pois iríamos a dois museus dali, ao zoo e ao parque. Além disso, ao menos uma vez na vida se dê o presente de ficar com uma vista de tirar o fôlego. O ponto negativo foi que os restaurantes ao redor eram caros e tínhamos que nos deslocar para jantar. Midtown e região da Times Square são opções legais e mais acessíveis para o turista médio. Hospedagem em NY é cara. Desconfie de valores muito baixos em relação a outros hotéis. Evite ficar no Brooklyn ou Queens, pois precisará “viajar” (commute) todos os dias. Também não se recomenda ficar ao Norte do Central Park. Minha primeira vez foi clássica! Aluguei um studio pertinho da Times Square, que apelidamos de Joe’s apartment. Ou era dormir com as baratinhas ou com o cheiro de inseticida. Combo duplo! Naquela época não havia Internet para pesquisar. Hoje, eu leio avaliações de quem ficou e reservo pelo site de buscas Booking.com. Se você achar os preços de lá bons, reserve clicando no link acima. Você não paga nada a mais por isso e o blog recebe uma comissão que ajuda a pagar os custos de mantê-lo no ar. É uma forma simpática de agradecer quem está sempre compartilhando dicas de viagens, não acha?

Vista do central Park

Escolhi o Central Park Lane porque havia uma diferença não tão significativa entre ele e bons hotéis em Midtown (localização que considero ótima). O café da manhã não está incluso (30 dólares por pessoa). Meu objetivo era ter uma vista do Central Park, já que viajamos no Outono e queria apreciar a mudança das cores das árvores, e isso orientou minha escolha.
O atendimento na recepção foi bem impessoal, com exceção do carregador de malas muito simpático. Nossa tarifa havia sido paga no momento da reserva, meses antes, e no momento do check in eles lançaram o valor novamente no meu cartão de crédito. Quando questionei, o funcionário não conseguiu explicar o porquê e ficava repetindo a mesma coisa, como se o problema fosse eu não ter entendido a língua. Chamada a gerente, ela disse ser procedimento do hotel e assegurou que não seria cobrado o valor, e realmente não foi.
O quarto (o nosso era com duas camas de casal) é amplo, as camas extremamente confortáveis, com travesseiros grandes e fofos. A mesa de trabalho serviu bem à minha filha que precisou fazer tarefas da escola durante nossa estadia. Tem dois closets e cofre. Não tem frigobar. A seleção de canais de TV é muito boa, inclusive tem Globo (o hotel é recheado de brasileiros!). Os roupões oferecidos são de um tecido tão ruim que nem tive vontade de vestir. A roupa de cama apresentou furos várias vezes. Em um dia, uma toalha de banho tinha um pelo (!) e outra um cabelo. No dia seguinte, mesmo depois de eu reclamar, uma das toalhas tinha uma sujeira que parecia ser caca de nariz. Já fiquei hospedada em hotéis bem simples e menos pretenciosos e isso nunca tinha acontecido. Pode ser que eu tenha tido azar, afinal, tinha lido avaliações positivas no TripAdvisor.
Resumindo: vale a pena se você quiser ficar em frente ao Central Park. Só.

Também escrevi uma série de três posts sobre outras opções de hospedagem que não os hotéis aqui no blog.

4. Roteiro. Leia, leia, leia. Só assim você vai saber se a sugestão de um guia escrito ou de um blogueiro serve para você. Veja o meu roteiro para 5, 6 ou 7 dias.
Ao ler muito, vai notar que há dicas super descoladas de lugares descolados com gente descolada. Relaxe! Se é sua primeira vez na cidade, vá com alma de turista e curta o basicão.

Lady Liberty vista do ferry da Staten Island: grátis!
Lady Liberty vista do ferry da Staten Island: grátis!

5. Localização
Nova Iorque é uma cidade do Estado de Nova Iorque – e não é a capital! Albany, a 2h30 de carro sentido Norte é a capital. Então temos New York City, assim como Rio de Janeiro e São Paulo, cidades dos respectivos estados.
A cidade é dividida em cinco regiões (boroughs): Manhattan, onde ficam as atrações turísticas, Bronx, Queens, Brooklyn, Staten Island. New Jersey, que aparece no mapa abaixo, é um outro Estado.

NYC no mapa
NYC no mapa

6. Língua: Inglês. Alguns atendentes de restaurantes são imigrantes ou descendentes e falam espanhol.

7. Moeda: dólar. Cartões de crédito são aceitos em todos os estabelecimentos. Leia Trocando em miúdos (ou seja, fazendo o câmbio). 

8. Preços em dólares, sem taxas ou gorjeta.
 Por mais que seja óbvio, não custa ressaltar que tudo o que escrevo baseia-se em minha experiência. Outras pessoas podem ter encontrado valores maiores ou menores. Mas a gorjeta é unanimidade: 15% a 20% do valor da conta em restaurantes ou da corrida em taxis.
– Cerveja Corona ou Bud: $5 a $7, dependendo do lugar
– Coca cola (em restaurante): $3
– Margarita: $10
– chocolate quente: $4,70
– minestroni no Olive Garden: $7,30
– spaghetti com molho a bolonhesa: $ 10
– cheeseburger no Hard Rock: $13,20
– porção de batatas fritas no Hard Rock: $4,50
– 1 pizza margherita para dois: $17
– sobremesa: $9
– Refeição para dois dentro do Metropolitan (lanche, salada para dividir e pote de frutas cortadas): $ 49
– refeição para dois na Academia Barilla (massa, pizza individual, cerveja e sobremesa): $40

O cardápio do Barilla
O cardápio do Barilla

– café da manhã no Green Café (chocolate quente, baguete na chapa com manteiga – I love NY!, potinho de frutas picadas):$ 8
– café da manhã continental (well…) no Green Café: $11

Os preços do Green Cafe
Os preços do Green Café. Clique sobre a foto para ampliá-la

– ingresso adulto Metropolitan: $25 (até 12 anos, crianças não pagam)
– ingresso Museu de História Natural: $ 24 (crianças: $14,50)
– pedágio para e estacionamento no Minnewaska State Park (interior de NY. Leia post a respeito): $13 e $8
– taxi da 6th ave. com a W23th St até a W59th St: $10 (sem trânsito)
– taxi da W59th st. até o aeroporto La Guardia: $42
– tarifa básica de metrô ou ônibus: $2,50

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Material para Scrapbooking

9. O que comer e beber por lá
Não há uma bebida ou comida típica definida, assim como São Paulo. E, assim como em SP, há restaurantes de todas etnias. Mas não deixe de provar o famoso New York Cheesecake. Ah, experimente perguntar o que diferencia um NY Cheesecake de um outro qualquer. Aposto que seu atendente vai dizer: “Eu nunca tinha pensado nisso!” As dicas de onde comemos estão em cada um dos posts do roteiro.

10. Como circular por lá      

  • Taxi – A forma mais prática, mas nem sempre a mais rápida devido ao trânsito, é o taxi. Veja no item 8 preços. Pode não ser a mais barata, especialmente se você estiver sozinho, mas certamente é a mais divertida porque eu adoro puxar papo e perguntar sobre a vida local e em NY motorista nenhum é de NY, então você aprende sobre um monte de lugares. Muitos não falam Inglês, então não pense que o problema é você.
  •  Metrô – O metrô tem várias linhas e poucos quarteirões são desprovidos de estações. Hoje existem aplicativos que explicam que linha tomar, onde descer, etc.  É a melhor opção para se deslocar pela cidade.
Plataforma da linha R na 57th
Plataforma da linha R na 57th

 

  • Bicicleta – antes de me chamar de maluca, saiba que estão sendo construídas ciclovias nas “bordas” da ilha. Mas você pode alugar bikes para atravessar a Brooklyn Bridge e explorar o Central Park. O aluguel de uma magrela básica sai a $44/dia. Confira os pontos em aqui.
  • A pé -Minha primeira opção, em qualquer cidade. Você conhece os detalhes, vê gente, para onde tiver interesse… Embora o trânsito seja pesado, em nada se assemelha ao de SP ou RJ. Os motoristas são cautelosos nos cruzamentos e diminuem a velocidade para pedestres.
  •  Carro – não há necessidade de alugar um carro se for ficar em Manhattan. Nós tivemos a experiência de alugar um para ir ao interior do estado. Escolhi um sábado, pois assim não teria tanto trânsito para deixar a ilha. O problema é que os GPS fornecidos pela locadora não pegam por causa da altura dos prédios, essa foi a desculpa da locadora. Inacreditável! Ainda bem que ainda existem mapas – e planejamento, claro. Leia mais sobre este passeio no link ao final deste post.
    Se você for reservar um carro, faça uma cotação pelo Rentcar.com, site de busca de várias locadoras no mundo todo.
A estrada para o Parque Estadual Minnewaska
A estrada para o Parque Estadual Minnewaska

11. Fuso Horário
Vai depender de quando você for. Em outubro, havia apenas uma hora de diferença,  pois ainda era horário de verão lá e ainda não tinha o horário de verão aqui no Brasil.

12. Como chegar

KSKxZdZPKMEdtWoRo7OcLETmzzjCg91aIFn6VRPFCl5J9QCvfQdw6HOghI-OwcMW1ZQszTB7jEz--_DiIL24dwmzxysEskkrZEM8asNU4RUIsOW-1IwuiMXPJQfDrTdOT4uZ1UdWisFUhv4oEEN7XoCdImSR-sonpzQTuj-okwS0A maior parte dos voos internacionais pousa no JFK (C, no mapa acima). Há outros dois aeroportos na cidade, o La Guardia (A) e o Newark (B), por onde você pode chegar se seu voo tiver conexões em outras cidades americanas.

20141008_072619Logo após desembarcar, você é direcionado para o setor de imigração, onde responderá a algumas perguntas, como motivo da viagem, permanência, endereço. Se o funcionário sentir alguma insegurança ou desconfiar de algo, vai fazer mais perguntas, por isso é importante falar pouco e com firmeza, que você terá seu passaporte carimbado.

Carrinho para malas no JFK: $6. Melhor contar com as rodinhas de sua mala!

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Do aeroporto a Manhattan
Você vai receber várias ofertas de motoristas no saguão de desembarque, não acho seguro aceitá-las. Oriente-se pela sinalização: à direita do saguão fica a fila para os taxis, cujo valor é tabelado de acordo com a região, mas em out/14 custava 52 dólares mais gorjeta. O trânsito na região do aeroporto é estilo Marginais em SP e a viagem leva mais de uma hora.

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O táxi é boa opção se você estiver acompanhado, mas se estiver sozinho (e não tiver muita bagagem) talvez valha a pena usar o AirTram (trem elevado ao custo de 5 dólares) até Jamaica, um bairro do Queens. É lá que você paga a passagem, olhe que engraçado. A partir daí, há duas opções:
1. LIRR = Long Island Rail Road ($14.50), que leva cerca de 50 minutos até Penn Station, em Midtown;
2. as linhas E ou A do metrô ($7.50), descendo na estação Penn, que leva cerca de uma hora.

Leia sobre o voo de retorno no post Aeroporto La Guardia (link abaixo)

13. Temperatura
Confira a temperatura antes de comprar aquela passagem super barata. Nevascas te impedem de sair do hotel, voos são cancelados, a cidade que não dorme para.

Tempo Nova York

Nossa, esse post ficou bem gordo… Acompanhe os outros sobre Nova Iorque, porque tem mais gordura por aí! E se você tiver alguma pergunta, manda que eu respondo. Mais dicas sobre outros destinos, clique no botão SEGUIR e receba nossas atualizações.

14. Seguro Viagem
Último item, mas muito importante. Eu já viajei sem, mas acho uma tremenda imprudência. Se você tiver qualquer tipo de problema, não só de ordem médica, mas dentário, legal, extravio de bagagem, o seguro vai cobrir as despesas. O Mulher Casada Viaja tem parceria com a Mondial AssistanceAllianz, então se você gostar dos valores e das condições, contrate o seguro pelo link acima que eu recebo uma comissão. Não é uma forma legal de ajudar quem sempre tem dicas de viagem para compartilhar?

15. Compras
Há quem escolha Nova Iorque para unir a visita à cidade ao prazer das compras. Há comércio para todos os gostos e bolsos e escrever sobre isso requer um guia à parte. Fora de Manhattan você encontra Wallmart, Target. Bed, Bath & Beyond (produtos para casa). A loja de departamento Century 21,  uma das opções mais procuradas na ilha, fica na Courtland, 22. Fora de Manhattan, há três outlets:
– o Woodburry Common Premium (498 Red Apple Court Central Valley), 80 quilômetros ao Norte de Manhattan. Segue a arquitetura dos outlets de Orlando, aberto, mas NY não tem o clima de Orlando, então em dias de extremo frio ou chuva pode ser um problema escolher ir para lá.
– Jersey Gradens (Rodovia NY Turnpike, saída 13A), a 8 quilômetros do aeroporto Newark
– Bergen Town Cener (Rota 4 no cruzamento com a Av. Forest Paramus, New Jersey).

Escrevi um post sobre lojas de brinquedos em NYC. Veja link no final desta publicação.

Se você quiser comprar pela Internet e mandar entregar no hotel, saiba que a maioria cobra taxa por pacote recebido. Pela Amazon, há a opção de mandar entregar em locker, um “armário” que normalmente fica num 7Eleven ou outra loja 24 horas, e só é aberto com o código fornecido pelo sistema da Amazon.

16. Medidas
Os Estados unidos não usam o sistema métrico, então saber estas medidas pode lhe ser útil:
1 pé = 30,48 centímetros
1 galão = 3,87 litros
1 milha = 1,61 quilômetros

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Quando viajamos para certos destinos, junto com a bagagem embarcam filmes, canções e personagens de show televisivos. Visitar Nova Iorque é carregar uma bagagem memorial enorme e é divertido como os arquivos vão saindo dessa mala especial a cada lugar visitado. Tem sempre um edifício, um cantinho do Central Park, uma ponte, uma fachada que serviu de locação. Além disso, sempre há um filme sendo rodado e se você tiver sorte pode assistir a um! Das três vezes em que estive lá, em duas presenciei filmagens. Há inclusive passeios que você pode contratar que visitam locações de séries ou filmes.

O Dakota, locação do filme O Bebê de Rosemary e última morada de John Lennon
O Dakota, locação do filme O Bebê de Rosemary e última morada de John Lennon

Depois de dezessete anos, era óbvio que algumas coisas estivessem diferentes. Para minha surpresa, para melhor! Vi a cidade mais limpa (não vi nenhum ratinho, que coisa!), com novas atrações e motoristas não tão agressivos como nos anos 90 (velocidade máxima nas ruas de Manhattan é de 40 km e os motoristas diminuem à frente da fixa de pedestres mesmo que o semáforo esteja aberto para eles). Mas tive também recordações incômodas, como o espaço vazio deixado pela ausência do World Trade Center no skyline. A Times Square está mais maluca do que nunca. A balsa gratuita para Staten Island (e a vista da Estátua da Liberdade e do Skyline Sul de Manhattan) parece transporte de excursão turística. Quando visitei em uma primavera e também no alto verão, nos anos 90, não havia tantos turistas. Imagino que a Internet seja a “culpada” por divulgar essa manha de não pagar o passeio de barco para ver a estátua… Alguns taxistas ainda não falam Inglês, mas todos são fluentes na linguagem da buzina. Pior, só em Lima, Peru.

Aposto que você já viu essa fonte em filmes!
Aposto que você já viu essa fonte em filmes!

Antes de escolher NY como destino de férias, lembre-se de que não é o destino para descansar, pois há muita gente, muito barulho. E digo o óbvio, só para registrar: Nova Iorque é como Paris ou Londres, você nunca se cansa dela.

Meu lado verde fez com que eu me incomodasse com coisas que talvez passassem despercebidas por outras pessoas em visita aos Estados Unidos. O desperdício de energia é uma delas. No verão, a gente vira picolé em lojas e restaurantes. No inverno, morre assado. Energia gasta sem necessidade. Outra coisa é a cara-de-pau com que dizem não se preocupar “com essas coisas”. No café vizinho ao hotel, onde fizemos nossos café da manhã, perguntei ao balconista porque ele me dava copo de isopor mesmo para bebidas frias. Ele me disse que o plástico era mais caro. Quando comentei que o isopor passa por um processo de reciclagem mais difícil, ele disse “We don’t care about these things in America.” What a shame! Uma coisa legal é a coleta de lixo: sacos de cores diferentes para o reciclável e o orgânico. Simples de se implantar. Outra coisa que me incomodou foram os taxis híbridos que rodam por lá, que são verdes. Fiz questão de tomar um deles para ir do Brooklyn a Manhattan – e foi a única vez que tomei. Mencionei ao motorista que eu não havia visto nenhuma estação de recarga e ele não entendeu. Perguntei se o carro não era elétrico, e que então precisaria de estações para recarga elétrica. Disse que tinha visto em cidades europeias e que tinha ficado feliz em ver carros híbridos em Manhattan também. Ele disse meio desaforado: “Não, aqui nós usamos gasolina!” “Mas o carro não é híbrido?”, perguntei inocentemente. Ele respondeu a mesma coisa…

Híbridos que só usam gasolina!
Híbridos que só usam gasolina! Nação-desperdício

Mais uma vez constatei que as pessoas estão viajando muito mais, pois a cidade estava abarrotada de turistas de todo o mundo – mais do que no final dos anos 90. Também notei a presença de muitos moradores chineses (longe de Chinatown, em áreas nobres da ilha) e senti falta das mulheres que lá em 1997 caminhavam elegantes de vestido e tênis. A sensação de segurança ao caminhar pela cidade, mesmo com câmera empunhada – afinal tem sempre um  ângulo para fotografar!, ou pelas trilhas do Central Park vazio também me deixou satisfeita. E pensar como Nova Iorque era insegura algumas décadas atrás… Observei nos locais o mesmo hábito de brasileiros que caminham enquanto enviam mensagens de texto, algo que não vi pela Europa. No Chelsea vi inscrições nas calçadas: “dane-se” (well, não é bem isso) “seu telefone, mantenha a cabeça erguida!”

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Sobre o roteiro

Montar um roteiro sempre é mais fácil quando você já conhece a cidade pois já tem ideia do que há para fazer e o mapa da ilha (literalmente) já mentalizado ajuda nesse processo. Apesar disso, como era a primeira vez de nossa filha por lá, visitamos os principais ícones novamente, o que foi bem legal, também. Não tenho essa coisa de “que mico, ficar visitando pontos turísticos”. Me desculpem, mas eles são pontos turísticos e ícones porque são especiais e por isso todo mundo vai. Essa tendência de ficar indo aonde ninguém vai só vale para quem já visitou a cidade dezenas de vezes. Soa muito vaidoso isso, concordam? Afinal, os ícones são os mesmo, mas nossos olhos os vêem de uma maneira diferente a cada visita. Mas você não é “obrigado” a visitar todos eles. Eu não gosto do Arco do Triunfo em Paris e nem da Estátua da Liberdade, por exemplo.

O mapa do tesouro tem um monte de Xs, então é difícil fazer um roteiro que caiba no gosto de todo mundo. Os programas também mudam de acordo com a época, então pesquise o que estará rolando na cidade. Alguns sites que você pode explorar com eventos na cidade:

http://www.nycgo.com
http://www.timeout.com/newyork

O mapa da mina
O mapa da mina com alguns pontos principais
Ao observar o roteiro, o dia 2, por exemplo, não é necessariamente o segundo dia da viagem. Vá escolhendo a região a ser visitada levando em conta o clima, sua disposição física e mental. Às vezes o dia está lindo para caminhar ao ar livre e você não vai querer se enfiar em um museu. Guarde os museus para dias chuvosos, por exemplo.
Não incluí no roteiro jantares ou compras, que estão explicadinhos nos posts de cada dia do roteiro, a ser publicados.
Viajamos em Outubro, com uma criança de 12 anos.
DIA 1: região da Times Square e Midtown
O primeiro dia foi bem proveitoso, pois nosso voo chegou no JFK às 6h. Se você chegar mais tarde, vai precisar cortar algumas atividades. Chegando ao hotel, deixamos nossas malas na recepção, pois o check in seria só depois das 15h. Veja com seu hotel se há cobrança de taxa para isso.

– St Patrick Cathedral (5th ave. com East 50th)
– NY Library
– Bryant Park
– Grand Central Station
– Times Square (lojas da Disney, M&Ms, Toys R Us)
– Rockfeller Center (loja da LEGO e por do sol no Top of the Rock)

Pernas cansadas encontram repouso no Bryant Park
Pernas cansadas encontram repouso no Bryant Park

DIA 2: Upper West Side
– American Museum of Natural History
– Strawberry Fields Forever (homenagem a Lennon)
– Dakota Building (onde John Lennon morava e locação dO Bebê de Rosemary)
– Columbus Circle
– Lincoln Center

Dinossauros e bichos empalhados não são a única atração do Museu de História Natural. O planetário agrada para quem vive no mundo da lua, também
Dinossauros e bichos empalhados não são a única atração do Museu de História Natural. O planetário agrada para quem vive no mundo da lua, também

DIA 3: Downtown e Financial District (Lower Manhattan)
– Staten Island Ferry (Estátua da Liberdade e Skyline de Manhattan)
– Battery Park
– Wall Street
– Trinity Church (a igreja mais antiga de NYC)
– September 11 Memorial
– High Line
-Little Italy e Chinatown
– Pier 17 (estava em reforma durante nossa visita)
– Brooklyn Bridge e Brooklyn Promenade

Uma rosa para lembrar uma vida no Memorial 11 de setembro
Uma rosa para lembrar uma vida no Memorial 11 de setembro

DIA 4: Upper East Side e Met
– The Metropolitan Museum. Se o tempo estiver bom, não deixe de visitar o Roof Garden com vista para o parque.

Encontrei o Marcos Mion no Metropolitan, quem diria!
Encontrei o Marcos Mion no Metropolitan, quem diria!

DIA 5: Central Park e Gugenheim
Central Park: Belvedere Castle, Conservatory Garden, Bethesda Fountain, Alice in Wonderland Statue e Lagos. Se você for no outono, aprenda sobre a mudança das cores das folhas neste post.
– Gugenheim

Na minha opinião. só o Central Park já vale a viagem!
Na minha opinião. só o Central Park já vale a viagem!

DIA 6: DIA DE RETORNO
Com a manhã livre (o voo sairia apenas às 15h), fizemos algo próximo ao hotel. Eu acordei bem cedo e fui fotografar o Central Park, antes de encontrar maridão e filha.

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– Central Park Zoo, sonho da minha filha, talvez pelo imaginário legado da animação Madagascar.
– FAO Schwarz (leia post Lojas de Brinquedo em NY).

Tivemos um DIA 7, mas nós o usamos para sair de Manhattan e visitar um parque estadual no interior de Nova Iorque (leia post sobre Minnewaska).

Outono? Hit the road!
Outono? Hit the road!

Se interior não for sua praia (ficou estranho isso!), você pode usar um eventual dia extra para fazer compras em um dos outlets da região, como o Woodbury Outlet (mais longe, a 100 km de Manhattan) e o Jersey Gardens.

Aguarde os próximos posts onde explico sobre as atrações de cada dia do roteiro, transporte e dicas de onde comer. Um post sobre o planejamento de sua viagem a NYC também está no forno!

Algo legal ficou de fora? Certamente, vários “algos”! Deixe sua dica para que possam ser aproveitadas pelos leitores.

Abraços e uma NY maravilhosa para você!


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Nova Iorque foi a primeira megalópole que conheci, depois de SP, minha terra, como diz o Zé Luís da 89 Rádio Rock. Ainda me lembro do medo que senti ao olhar pela janela do taxi amarelo que me levava do aeroporto até Manhattan. Olhando o skyline, no tráfego intenso, taxista com semblante fechado, a sensação de que não éramos bem-vindos e de que a cidade ia nos engolir foi marcante.

Entretanto, não foi essa a experiência que tivemos, e deixamos Nova Iorque (é feio escrito assim, mas é o correto) com uma primeira impressão muito positiva, de uma cidade segura e amigável ao visitante, considerando a facilidade para deslocamentos e o convite a caminhar, por ser plana e ter adotado números em muitas de suas ruas ao invés de nomes, o que o GPS humano agradece. Naquela época era uma delícia viajar! Muitas coisas de lá ainda não tinham sido importadas para cá, então até ir ao cinema ou comer cheesecake era uma experiência diferente (Cinemark com suas multisalas e super sacos de pipocas só chegou depois ao Brasil, por exemplo). Gostamos tanto de NY que no ano seguinte voltamos para mais uma visitinha esticada depois de conhecer o Canadá.

Deixe-me falar uma coisa sobre segundas visitas: elas são capciosas. Sabe quando você conhece uma pessoa e se encanta nos primeiros encontros e quando começa a conhecê-la o verniz se desfaz? Nessa segunda visita, eu vi uma NY suja, de trânsito caótico, com gente apressada e indiferente, mas ainda gostei, só tive um olhar mais crítico.

Agora eu vou a NY para uma terceira visita, pois como estou em meu ano Sabático, vou finalmente realizar o sonho de estar no Nordeste americano em Outubro. Explico: outubro era um mês impossível para me ausentar do trabalho e eu sempre quis estar por lá durante  o chamado Fall Foliage, período em que as folhas das árvores mudam de coloração antes da queda.

Será, será que essa vai ser a vista? Please, please me!
Será, será que essa vai ser a vista? Please, be, please be!

Além do Outono em Nova York,  sabe o que vai estar rolando na cidade entre 17 de setembro e 18 de outubro de 2014?  A Warner e a marca de café Eight O’Clock vão montar o cenário do Central Perk, onde a turma do seriado Friends “se encontrava” para um café e bate-papo – e a Phoebe (Lisa Kudrow) tocava violão e cantava Smelly Cat. Coisa de fã, eu sei, mas como somos, já incluí no meu roteiro!

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Segundo o Estadão, o famoso sofá vai estar por lá e o barman-eterno-apaixonado-por-Rachel (Jennifer Aniston), o tímido Gunther (James Michael Tyler), promete aparições especiais.

Você já viu essa vitrine quantas vezes? Foto de wikia.com
Você já viu essa vitrine quantas vezes? Foto de wikia.com

O café funcionará na 199 Lafayette St. , Downtown, das 8h às 20h durante a semana e das 10h às 20h aos finais de semana. Em Los Angeles, os visitantes dos Studios da Warner podem até se sentar no sofá para uma foto. Espero que em NY seja assim também! Eu posto fotinho em Outubro, se Deus quiser!

Ah, e se você é fã, dê uma olhada neste vídeo, do talk show americano do apresentador Jimmy Kimmel. Está em Inglês, então, em poucas palavras eu explico. Jimmy diz ser um grande fã (ele e a torcida do Cortinthias!) da série Friends e “confessa” ter escrito um episódio como se ele fosse Ross. Pede a Rachel que atue com ele. Surpresa: as cortinas se abrem e tem uma réplica da cozinha da Monica Geller no palco, onde eles lêem o script. As falas de todas as personagens giram em torno do quanto ele (Ross) é bom no sexo e todas elas querem transar com ele. Chandler e Joey morreram contaminados por raiva, do macaco Marcel de Ross (quem lembra?). Mesmo que você não entenda bem Inglês, vale a pena assistir, clique aqui.

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