Roteiro Nova Iorque – dia 6: Central Park e seu zoológico

Este post faz parte do relato de uma viagem realizada em -outubro de 2014 por dois adultos e uma pré-adolescente. Descreve o último dia – ou última manhã! em NY.

Era nosso último dia, meio dia, em Nova Iorque, pois nosso voo e retorno sairia do La Guardia às 15h. Como nunca antes na história desta viagem, acordei cedo e pulei logo da cama (por que falta gás pra fazer isso nos demais dias? preciso aprender a tomar energético!). Tomamos café na manhã no Green Café (de novo!) e enquanto meu marido levou café da manhã pra Ju eu fui fotografar o Central Park. Eu tinha cerca de 1h30 antes de reencontrá-los na bilheteria do zoológico às 10h, então foi uma maratona com pequenas pausas para contemplação. Clichê, eu sei, mas eu adoro o Central Park.

Eu em minha primeira visita ao Central Park
Eu em minha primeira visita ao Central Park, em 1996

Se você acompanhou os posts anteriores sabe que eu visitei o Central Park em faixas, leste e depois Oeste, então hoje era dia de conhecer o “miolo”, mas incluí aqui as dicas das principais atrações de todo o parque, para facilitar seu planejamento caso não queira “parcelar o parque em suaves prestações”.

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O Central Park não tem nada de palmeirense, mas é uma mancha verde. Nenhuma novidade em dizer que é um oásis em meio aos arranha-céus, mas é exatamente esta a sensação. Tem 340 hectares – representando 6% da ilha de Manhattan – de árvores, lagos, gramados, quadras de tênis, campos de beisebol, rinque de patinação no inverno, playgrounds e muitas trilhas para corredores e ciclistas. Ruas também cortam o parque, você deve ter visto em filmes. Os cães também marcam presença e muitos deles são levados pelos dog walkers. Projetado no século XIX, foi o primeiro parque público dos Estados Unidos e é orgulho dos nova-iorquinos – e quintal da casa de muita gente abastada, claro.

dicas Nova Iorque

Você pode chegar pelas linhas B ou C e descer nas ruas W 59th, 72nd, 81st, 96th e 103rd. Quanto maior o número, mais ao Norte da ilha – e do parque – você estará. Se quiser, comece sua visita do centro de informações no The Dairy, caminhando de leste a oeste na rua 65th, e ganhe mapinhas e dicas. Como abre às 10h, eu não fui até lá.

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The Dairy. Foto de centralpark.org

Eu acessei o parque pelo lado leste, em frente ao Plaza, contornando o lago (The Pond) que havia sido minha vista em primeiro plano naqueles últimos dias.

Central Parque
Central Parque

 

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A ponte Gapstow atual é feita de pedras e substitui a original de madeira e ferro que se deteriorou

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Sem mapa (metida, né?! kkkkk), dependi exclusivamente de minha memória para me localizar e reencontrar alguns pontos principais do parque. Isso também é legal, porque encontramos outros tesouros.

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Muitos bancos foram doados em troca de uma plaquinha homenageando pessoas queridas que já se foram.

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Folhinha de carvalho grudada na placa pela água da chuva da noite anterior. Pura poesia…
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Lembrei de Monet…

Na linha da Rua 72, começando a Oeste, você vai encontrar o Strawberry Fields, área em homenagem ao ex-Beatle John Lennon, que morreu assassinado ali pertinho. A obra foi feita em um descampado com doações do mundo todo e hoje tem várias espécies de plantas, inclusive morangos (strawberry). O mosaico com a inscrição Imagine (uma de suas lindas músicas já em carreira solo) foi doado pela cidade de Nápoles, Itália. Quando visitei era dia no aniversário de Lennon e estava bem cheio de turistas e fãs.

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Seguindo em direção Norte, você encontrará a Bow Brige, que passa sobre o lago (The Lake). É uma das sete pontes originais do parque. Olhando as fotos, você não diria que está em Nova Iorque, aposto!

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Bow Brigde

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Central Park roteiro

Continuando na altura da 72nd em direção Leste, você sai na área mais bonita do parque, na minha opinião, e também uma das mais fotografadas: a Bethesda Fountain and Terrace. Você certamente já viu diversos filmes em que ela serviu de cenário!

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Continuando a Leste, na mesma linha da 72, você encontra uma área que eu também adoro, que é a Conservatory Water, mais conhecida como Lago dos Barcos, onde nos finais de semana as crianças participam de corridas de barquinhos movidos a controle remoto, inspiração do Luxemburgo de Paris ehehe.

central park 4-0381No inverno parte da água é retirada e com seu congelamento os barquinhos dão lugar a um rinque de patinação. A área tem um café (tivemos a sorte de música ao vivo na tarde em que estivemos lá) e no verão há contação de histórias perto da estátua de Hans Christian Andersen, o criador de O Patinho Feio, entre outras. A escultura de Alice é um “trepa-trepa” pois, diferente de outras esculturas, ali as crianças são convidadas a subir!

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ou o próprio criador!
Homenagem ao grande Hans Christian Andersen

Caminhando em direção Norte você vai cruzar com a Rua 79. Vire à esquerda e você sairá no Belvedere Castle, que em italiano significa vista bonita. O castelinho tem um mirante de onde se vê boa parte do parque e é ali que a temperatura da cidade é tirada.

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Ali também fica o Great Lawn, o gramado que vira a praia dos nova-iorquinos no verão!

The Great Lawn no verão de 1996
The Great Lawn no verão de 1996

Como eu disse, eu tinha poucas horas. Se você quiser e puder, visite o website oficial do Central Park para se planejar e conhecer o parque por inteiro, pois tudo isso que eu falei é só a metade dele!

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Você pode fazer o percurso mais rapidamente se for de bicicleta, mas nem todos os pontos têm ciclovias. Se quiser mesmo assim, vá até a Columbus Circle (no lado Sudoeste do parque) ou ao restaurante Tavern on the Green, que fica dentro do parque na altura da rua W 67th.

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Maratona encerrada, me restava voltar e escolhi ir pela Quinta Avenida por se um caminho em linha reta. A calçada ainda abrigava as arquibancadas montadas para a parada do dia de Colombo, feriado americano. Encontrei minha família em frente à bilheteria do zoológico do Central Park (entre a East 66th e a 63rd). Conhecê-lo era desejo de minha filha, talvez pelo imaginário legado da animação Madagascar.

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O panda vermelho

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Os leões marinhos são um espetáculo! Exibidos, barulhentos e engraçados sempre agradam a todos. Mas se quiser, pode vê-los sem pagar ingresso, como o pessoal ali da foto, no portão.

Bem, se você me perguntar se vale a pena conhecer o zoo do Central Park, eu vou te dizer que não. E não é porque não tem Gloria, Alex ou Melman. É um zoo antigo, do tipo que tinha “vitrines” de animais. Com boa vontade e conhecimento, o zoo foi modernizado nos anos 1980 e hoje tem áreas mais amigáveis aos animais. Mas são poucos e como visitamos no outono e em dia de semana, algumas áreas estavam fechadas, então considere esses fatores em sua visita a NYC.

Além do Central Park Zoo, existe o Tisch Children’s Zoo, muito legal para crianças menores que vivem em cidade grande, pois há animais domésticos como cabras, ovelhas, uma vaca e porcos. Entre os dois, o relógio Delacorte, que a cada meia hora toca uma melodia. Os animais “dançam” a sua volta. Os macacos tocam o sino.

Zoo de Nova York
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O ingresso dava direito a uma sessão de cinema 4D do filme Rio. Claro que fomos prestigiar! É um resumão da animação e conta a história toda em 15 ou 20 minutos, mas com direito a vento e água no rosto!

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Deixamos o parque, meu marido seguiu para o hotel e nós meninas fomos para a Fao Schwarz buscar uma Elsa (se você não vive o universo infantil, saiba que Elsa é a “Rainha Gelada”, personagem de Frozen que canta Let it Go). Sobre a Fao, leia post Lojas de Brinquedo em NY (link abaixo). Voltamos ao hotel, pegamos a mala, dei uma última olhada no Central Park da janela do quarto e tomamos um taxi para o Aeroporto La Guardia. Sobre o aeroporto La Guardia. Dicas no post com link logo abaixo.

E vamos que vamos, que tem viagem à Patagônia em breve!

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Roteiro NY – dia 5: Brooklyn Bridge e High Line Park

Este post relata o dia 5 de nosso roteiro de 5, 6 ou 7 dias em NY, viagem de dois adultos e uma pré-adolescente feita em outubro de 2015. Veja no final, links para os demais posts com dicas de NY.

O que visitamos neste dia:

– região do Soho e (tentativa do) Central Perk de Friends
– High Line Park (Chelsea)
– Brooklyn Bridge e Park (Civic Center e Brooklyn)

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Ai, como cansa ser filha de mãe viajandeira!

Penúltimo dia em Nova Iorque, que não rendeu muito, pois nosso ritmo já estava mais lento. Ah, era segunda-feira cinzenta. Por mais que eu ame viajar, dias cinzentos me afetam, não tem jeito, não tenho culpa. Além disso, uma das atividades planejadas para o dia, o Central Perk, furou feio.

Penso se o fato de este ter sido o dia menos planejado de toda viagem tenha a ver com isso. Eu só tinha os destinos e nenhuma dica esperta de restaurantes ou transporte ou de melhores spots para visitar. Tomamos a linha R do metro por ser a mais próxima de nosso hotel e lá no vagão decidimos onde desceríamos. Pensa que blogueiro tem tudo planejado, né? Também sou de carne e osso e deixo de prever coisas que só na hora percebo serem essenciais.

Nossa primeira atividade foi o café que entre setembro e outubro de 2014 montou o cenário do Central Perk, o café fictício de Nova Iorque onde os amigos do inigualável seriado Friends se encontraram e jogaram papo fora por anos a fio. Descemos na Union Square achando que seria possível fazer transferência para outra linha, mas não foi. Olha outra confissão de gente carne e osso: nunca tentei entender completamente o metrô de NY. Pedimos informação se a Rua Lafayette estava muito distante dali para encarar uma caminhada. Muita gente, como vendedores nas barraquinhas ou passantes, não sabia nos informar. Finalmente uma adolescente para quem pedi ajuda prontamente sacou seu Iphone e seus mega rápidos dedos digitaram à mesma velocidade da impressionante conexão com Internet. Coisas de primeiro mundo. Que bom saber que mesmo numa cidade grande ainda haja gente com sorriso disposta a ajudar turistas. E uma adolescente! Pois é, a gente nunca compra chip e usa Internet só onde tem wi-fi. A garota nos informou que seria uma caminhada de 10 ou 15 minutos, então pernas pra que te quero!

Essa região não é muito turística, mas se você estiver por lá, aproveite para comprar eletrônicos na Best Buy bem ali na Union Square. A algumas quadras a Oeste, encontrará a Washington Square, região da Universidade de Nova Iorque.

A caminhada foi longa e não teve nenhum atrativo a não ser observar os edifícios com suas escadas de incêndio externas, a quantidade de prédios que estão sendo reformados ou que foram derrubados para dar lugar a arquitetura mais moderna, com fachadas envidraçadas e coberturas.

A fila de 3 horas...
A fila de 3 horas…
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e meu recado para quem eu tinha prometido visitar o Central Perk.

Enfim chegamos ao “Central Perk”, mas havia uma fila de 3 horas em média para entrar e ver o sofá laranja onde os personagens Ross, Joey, Chandler, Phoebe, Monica e Rachel se sentaram. Eu já tinha perdido 4 horas de NY em uma loja nessa viagem e não perderia numa fila, agora. Fica para quando eu for a Los Angeles, que tem o cenário e tour de Friends.

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Quando os filhos crescem, é a vez deles de fotografar!

Tomamos um taxi e atravessamos a Brooklyn Bridge para flanar (esse verbo fica tão melhor na Europa, parece não combinar com o novo continente, que tem um ritmo mais rápido…) pelo Brooklyn Bridge Park, aproveitando a quietude local e admirando o skyline do Leste de Manhattan.

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O parque tem uma área bastante extensa, com quadras, rinques de patinação, carrossel, com estrutura para crianças e adultos – e turistas! O píer 1 é conhecido como Dumbo. Juro que pensei que tivesse algo a ver como o elefante famoso (nossa, hoje estou me revelando!), mas significa Down Under Manhattan Brooklyn Bridge, e lá tem até uma prainha. A famosa Brooklyn Ice Cream Factory fica ali, mas o friozinho não me animou a provar.

Que tal um picnic com vista para o skyline Leste de Manhattan...
Que tal um picnic com vista para o skyline Leste de Manhattan…
Playground para os menores
Playground para os menores

DICAS: vá no final da tarde de taxi ou metrô (linhas A e C e descer na estação High Street e caminhar em sentido do East River). Espere pelo anoitecer e tire suas melhores fotografias noturnas. Muita gente opta por caminhar de volta a Manhattan para ter a experiência de cruzar a ponte do Brooklyn ao anoitecer, acompanhamento as luzes dos edifícios se acendendo. A ponte tem uma passarela acima das faixas de veículos apenas para pedestres.

Em 1996 caminhamos sobre a ponte do Brooklyn
Em 1996 caminhamos sobre a ponte do Brooklyn

A ponte do Brooklyn é majestosa e histórica: era a maior ponte suspensa do mundo quando de sua inauguração em 1883 e a primeira de aço. Há muitas curiosidades acerca da construção e uma grande festa marcou sua inauguração, mas uma semana depois estima-se que 20.000 pessoas tenham morrido pisoteadas ou esmagadas enquanto a atravessavam, devido a um rumor de que a ponte estaria caindo.

Tomamos outro taxi (o verde, híbrido, que deveria estar movido a eletricidade, de que falei no post NY em 5, 6, 7 dias)  e pedi ao taxista que nos levasse ao High Line Park. Ele não parecia saber onde era nem mesmo depois de minha descrição da atração. Ainda bem que eu tinha  um ponto de referência e chegamos sem problemas. Lá, o taxista disse: “Ah, é aqui, eu trago bastante gente aqui!” Tivemos que andar um ou dois quarteirões, pois eu não sabia exatamente onde haveria escadas para acessar o High Line Park.

Esta é a mais recente “atração” de NYC e se trata de um parque-jardim construído sobre uma antiga linha de trem de carga suspensa, de 1934, desativada em 1980. Então se você não curte urbanismo ou plantas, talvez não vá gostar. Mas se adora grafite e obras de arte ao relento, vai adorar! A região do Chelsea, onde fica, não recebia turistas, mas hoje os sinais de revitalização dos prédios no entorno já começa a aparecer. Planejamento urbanístico aliado ao turismo…

O setor 1, que vai da Gansevoort Street até a West 20th Street,  foi aberto ao público em 2009. Dois anos depois, da W 20th Street até a 30th e mais recentemente até a 34th. Em muitos trechos o guarda corpo é original, de ferro fundido e trabalhado. Em outros, design limpo e moderno.

O mapa do High Line e os acessos
O mapa do High Line, os acessos por escada e elevador e as linhas do metrô em azul

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Em alguns pontos, a via elevada se alarga e dá lugar a bancos para descanso e/ou apreciação da cidade.  Em outros é bem estreita. Há muitos bancos para descanso e o acesso pode ser feito por escadas em sua maioria, mas vários pontos contam com elevador.

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Área de descanso na altura da Rua 26
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Em alguns trechos, os trilhos ainda podem ser vistos
Tem até janela, mas quem observa quem, eu já não sei...
Tem até janela, mas quem observa quem, eu já não sei…
Sabe a plantinha de plástico que você compra na 25 de março Lá tem natural, assim, no parque.
Sabe a plantinha de plástico que você compra na 25 de março pra decorar o seu Natal? Lá tem natural, assim, no parque.

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Eu vi menos obras de arte e grafites que esperava ver. Talvez tenha sido o ponto onde andamos. Mesmo assim, gostei do passeio. O único incômodo é a grande quantidade de turistas. Imagino que com o tempo a tendência seja esse volume diminuir e os moradores terão a chance de desfrutar de um belo parque suspenso.

Não dá pra visitar o High Line sem se lembrar que há proposta (ou divagação) de fazer o mesmo com o vulgo Minhocão, a pista elevada que liga a parte Leste da cidade de São Paulo à parte Oeste. OK, essa construção foi um erro absurdo, é horrorosa mas necessária para quem a usa (qual a alternativa para os motoristas, afinal?) e mais terrível ainda para os moradores dos edifícios da avenida que têm o barulho e a poluição dos carros como vizinhos próximos demais. OK, seria maravilhoso ter um parque onde hoje correm carros, mas primeiro é preciso oferecer serviço público de transporte de qualidade. Mas além dos fatos de ambas serem elevadas e terem defensores de sua demolição, não tinham nada em comum e têm menos ainda agora. Ou você acha que a Prefeitura de São Paulo vai bancar a manutenção e segurança de uma área como essa? Você visitou o Centro Velho de São Paulo ultimamente? Queria escrever um post a respeito, mas fico com medo só de pensar em fotografar o que se vê por lá. Ah, o entorno da bela Sala São Paulo, você viu como está? Se você segue o blog, sabe que tenho uma memória musical popular forte e essas canções tomam vida em alguns lugares que visito. O hino de São Paulo, Sampa, de Caetano Veloso, foi assassinado pelo horror atual da Av. São João com Av. Ipiranga. Ficou Skank: “Se o Brasil não for pra cada um, pode estar certo: não vai ser pra nenhum!”. É isso.

Mais dicas de NY você encontra nos links abaixo. Mais dicas sobre outros destinos, clique no botão SEGUIR e receba nossas atualizações. Se tiver perguntas, você pode usar o formulário de comentários. Ele só será exibido depois de aprovação, então se não quiser vê-lo no blog, é só avisar.

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Roteiro Nova Iorque – dia 4 Metropolitan e Central Park 

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Roteiro Nova Iorque – dia 4: Metropolitan Museum, Central Park e Museum Mile

Se você caiu de balão por aqui, este é um post que detalha o roteiro de 5, 6 ou 7 dias em Nova Iorque, em Outubro de 2014, então leia os anteriores para entender melhor a ilha de Manhattan e para conhecer o que entra no roteiro completo.

DIA 4: Metropolitan Museum, Central Park e Museum Mile

Antigas mansões de famílias abastadas deram lugar a diversos museus dessa área da cidade e outros estão em modernas instalações, como o belíssimo Guggenheim, que só pela arquitetura já valeria a visita. É a região conhecida como Museum Mile, ou Milha dos Museus. Mas há outras dezenas de museus espalhados pela cidade, claro.

Para não ser injusto com nenhum dos museus, escolha um para visitar (vale moedinha, dois ou um, palitinho). Não vá cair na besteira de ir a dois grandes no mesmo dia e ter a sensação claríssima de que não aproveitou nem um, nem outro. Relaxe, você acaba voltando a Nova Iorque outra vez e talvez um dia consiga visitar todos. Ou faça como eu, que repeti o Metropolitan sem culpa. E é dele que vou falar aqui.

Compramos nossos ingressos no autoatendimento, fácil e rápido, com pagamento em cartão de crédito. O ingresso nos custou $25 e crianças até 12 anos não pagam. Existe uma política “pague quanto quiser”, mas eu nunca tive a cara de pau de tentar! Você chega no caixa e diz que quer ingressos por 1, 2 ou 5 dólares, por exemplo. Deixe sua mochila e casaco ou sacolas gratuitamente na chapelaria, à esquerda da entrada. Assim você vai encarar o Met mais levinho. Com ingresso pago a preço de tabela, você ainda ganha uma entrada para o Cloisters, o museu de arte medieval que leva esse nome porque o prédio foi construído com restos de claustros, capelas e salões medievais.

Bem, falar de uma visita a um museu tão rico como o Metropolitan sem se prolongar muito é tarefa difícil, então vou mostrar em imagens um pouco do que visitamos e sugerir que você entre no website oficial (link abaixo) e escolha mais ou menos as áreas de maior interesse PARA VOCÊ! Lá você encontrará sugestão de itinerários de visita, também.

O Met, o mais importante museu de NYC, fundado em 1870
O Met, o mais importante museu de NYC, fundado em 1870

Esse planejamento é importante, porque assim como outros grandes museus pelo mundo é preciso fazer escolhas e cortes. MASP e Pinacoteca, em SP, não se comparam em volume de obras e metros a percorrer, então tê-los como referência, achando que se consegue em uma visita ver tudo, é engano certo.

Princesas sempre gostam de cavaleiros e armaduras
Princesas sempre gostam de cavaleiros e armaduras
Meninos gostam de espadas, mas também curtem pinturas!
Meninos gostam de espadas e armas, mas também curtem pinturas!
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Arquitetura e decoração americanas com interatividade digital, em The American Wing

Nesta praça em The American Wing, à direita se vê a fachada de uma antiga casa que foi remontada no museu. Passe pela porta e viaje na decoração e na História através do tempo. Ao fundo da foto fica uma das opções de alimentação dentro do museu, o The American Wing Café, no estilo pegue e pague no caixa. Tem frutas, sucos, saladas e sanduíches.

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The American Wing

Se você dispõe de pouco tempo e ainda não foi ao Egito, vale visitar o Templo de Dendur e toda área de Arte Egípcia.

O templo de Dendur no primeiro andar
O templo de Dendur no primeiro andar

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As tapeçarias dos séculos 15 e 16 impressionam pelo bom estado de conservação, além, é claro, do intricado trabalho

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Esta obra da foto abaixo me impressionou muito. Não é uma pintura, mas trabalho de marchetaria, acredite! E não há relevo, a ilusão é criada pelos diferentes tons de madeira. Fica na Galleria 501 e tem um segurança só para ela, vejam só! Afinal, dá uma coceira danada por não poder tocar! rsrsrs Originalmente, ficava num estúdio do Palácio de Ducal em Gubbio, Itália.
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Quanto a pinturas, no segundo andar, elas estão organizadas por épocas/escolas, então fica fácil você ir direto ao seu interesse. Quando chegamos lá, já estávamos cansados, então acabei deixando de ver…. quase tudo e fui direto aos impressionistas, juntando mais Monets e Van Goghs à minha “coleção”! rsrsrs

Se o tempo estiver bom, não deixe de visitar o Roof Garden com vista para o Central Park.

Vale passar em uma das lojinhas ou stands de venda para comprar um pôster de sua obra preferida ou outro objeto para presentear sua amiga que adora arte. Eu peguei uma promoção de 3 pôsteres por 15 dólares. Vão virar quadrinhos!

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A chegada e
e o prêmio pela jornada: um hot dog de rua! Nada mais novaiorquino...
cinco horas depois, o prêmio pela jornada: um hot dog de rua! Nada mais novaiorquino…


Resumindo

  • Horário de funcionamento: abre diariamente às 10h e fecha às 17h30, mas às sextas e sábados vai até as 21h
  • Ingressos podem ser adquiridos na hora da visita, antecipadamente pelo website oficial do museu ou através do NY Pass. Adultos: 25 dólares, crianças abaixo de 12 anos não pagam e acima de 65 anos o ingresso custa 17 dólares.
  • Se tiver pouco tempo, prepare sua visita antes escolhendo quais galerias quer visitar.
  • As linhas do metrô que servem essa área são as 4, 5 e 6. A mais próxima do Metropolitan (Met para os íntimos rsrsrs) é a parada da 86th Street.
  • O museu tem áreas para refeições rápidas, bem concorridas.

Estava friozinho gostoso de outono e fomos caminhando pelo Central Park de volta ao hotel. Mesmo que você não esteja hospedado ali perto, passear pelo Central Park na volta do Metropolitan é sempre uma boa ideia. Afinal, você pode…

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Tomar um café à beira do Conservatory Water…
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enquanto ouve jazz ao vivo

 

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Ou se deparar com uma cena linda de começo de Fall Foliage
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encontrar a menina dos sonhos…
ou o próprio criador!
ou o próprio criador!

Uma boa Nova Iorque para você também!

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Aeroporto La Guardia e Delta SP-NY

Neste web site você encontra links para 25 museus de NY

 

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Roteiro New York – dia 2: Upper West Side e o Museu de História Natural

O dia 2 descrito aqui faz parte de uma viagem a NY com roteiro de 5 ou 6 dias, em outubro/2014. Sugiro que leia os demais posts relacionados a esta viagem. Os links para esses posts estão no final desta publicação.

Entendendo a ilha de Manhattan
A Quinta Avenida (grudadinha no Central Park, essa área retangular verde aí no mapa) divide a cidade entre East (leste) e West (Oeste) e as ruas são, em sua maioria, numeradas em ordem crescente em direção ao Norte. Na parte mais antiga da cidade, ao Sul, até mais ou menos os bairros Greenwich e East Village, as ruas têm nomes e não são planejadas (paralelas), mas mesmo assim não é difícil se localizar.

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DIA 2
Upper West Side

Central Park (parte oeste):
1.
 Strawberry Fields Forever – Central Park, próx. W 72nd Street
2. The Lake 3. Bow Bridge

– American Museum of Natural History – Central Park West com W79th st.
– Dakota Building –  1 w72nd st
– Columbus Circle
– Lincoln Center – W 65th St com Amsterdam (10th Ave.)

No segundo dia, sono atrasado pelo voo noturno, cansaço pelo bate perna do primeiro dia, mas quem é casada com quem acorda cedo, não tem jeito! Agradeci pelo marido casado viaja  ter me acordado para ver o dia nascendo, levantei cambaleando, peguei a câmera, tirei uma única foto e voltei pra cama. A foto ficou “ótima”!

6h50: eu disse que estava meio dormindo, olha o foco!
6h50: eu disse que estava meio dormindo, olha o foco!
Depois das 8h melhorou. As árvores ainda sombreadas pelos edifícios do Leste da ilha
Depois das 8h melhorou. As árvores ainda sombreadas pelos edifícios do Leste da ilha

A manhã estava linda e aproveitamos para caminhar até o Museu de História Natural, usando as trilhas do Central Park West. Era dia 9 de outubro, aniversário de John Lennon, e eu queria ver o que rolava por lá. Um cara tocava canções dos Beatles e de John Lennon no violão em troca de moedas. Algumas pessoas depositavam flores no monumento Imagine, presente da cidade de Nápoles (Itália). Strawberry Fields, espaço de 2 acres no Central Park, foi restaurado para ser homenagem a Lennon, assassinado ali pertinho em 1980. Entre as plantas da área, estão arbustos de… morangos.

Homenagem a Lennon
Homenagem a Lennon

Continuamos pelo parque, admirando a paisagem verde e a de concreto. O som dos carros nas ruas próximas e eu ali entre as árvores do Central Park me trouxeram Simon and Garfenkul cantando: “The sounds of the city sifting through trees settle like dust on the shoulders of the old friends…” Que trilha sonora linda para um passeio no parque!

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A Bow Bridge, uma das pontes originais
folhas de outono
folhas de outono

Quando o lago estreitar, é hora de pegar a trilha que sairá na  W77th, onde fica o Museu Americano de História Natural. Você pode comprar o ingresso na hora e o autoatendimento é mais rápido, com pagamento em cartão. Adultos pagam $27 e crianças de 2 a 12 anos: $16. Não pegamos nenhuma fila.

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A fachada do American Museum of Natural History. Eu sei, saíram mais os ônibus escolares, mas foram olhos de professora…

Eu raramente compro City Pass quando viajo porque gosto de ficar mais pelas ruas do que em museus. Dizem que em Paris e Roma você não pega fila se está com esses passes, mas aqui havia uma fila para quem tinha o passe. Em Amsterdam e Paris vi a mesma coisa. Faça suas contas e veja se vale mesmo a pena comprar um passe, levando em conta o quanto vai usá-lo e o tempo de filas. Essa até que não era grande…

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Fila para portadores do City pass

Se você dispõe de pouco tempo ou não quer ficar o dia todo no museu, visite o website oficial e planeje sua visita. E por falar em tempo…

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O didático relógio para explicar quando o homem surgiu na Terra
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Satisfação ao encontrar ao vivo o que aprendeu nos livros: Lucy
Uma das áreas mais populares, a dos dinos
Uma das áreas mais populares, a dos dinos
Ótima maneira de aprender
Ótima maneira de aprender
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A influência cultural dos filmes americanos com certeza fez com que minha filha curtisse mais NY do que curtiu cidades da Europa, por exemplo

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Não se esqueça que anexo ao Museu há o Planetário Hayden, cujo ingresso você pode comprar no mesmo bilhete. Eu acho que com tanta tecnologia em nossas casas a apresentação do planetário não impressionou muito minha filha, mesmo tendo cadeiras que tremiam, muito escuro e barulho.

Como deixamos o museu por volta das 17h (!), almoçamos por lá. Caso você tenha restrições alimentares ou se quiser dar uma espiada no menu de cada lanchonete (há 4 opções), visite o site clicando aqui.

Caminhamos em direção ao Columbus Circle, pela Central Park West, de onde avistamos  o YMCA (Village People, gente!), o Dakota Building, o Twin Towers e até decoração de Halloween.

O Dakota, locação do filme O Bebê de Rosemary e última morada de John Lennon
O Dakota, locação do filme O Bebê de Rosemary e última morada de John Lennon
Decoração caprichada de Halloween
Decoração caprichada de Halloween
Twin Towers, vistas do Central Park
Twin Towers, vistas do Central Park

No número 55 da Central Park West, fica o prédio que foi cenário para o Caça-Fantasmas (Ghostbusters), filme dos anos 1980.

Também na Central Park West, mas com a 62th, as Twin Towers, de 1931, onde moraram Groucho Marx, Marilyn Monroe,  Dustin Hoffman, Paul Simon e onde Madonna foi proibida de morar!

Depois desses parágrafos, a revista Caras vai me contratar! rsrsrs

Olha o Caminhão do Sorvete, igualzinho aos desenhos...
Olha o Caminhão do Sorvete, igualzinho aos desenhos…

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O Metropolitan Opera House com seus arcos
Depois de um sorvete observando a Columbus Circle, discutimos se deveríamos passear de carruagem ou não. Não. Voltamos ao hotel para banho e saímos para jantar.

Se você não usou todo seu tempo no museu, pode entrar na W64th St até o Lincoln Center (W 65th St com Amsterdam (10th Ave.), complexo de espetáculos de dança e música. Dê uma olhada na programação no site oficial e programe uma peça off broadway ou um show. Se não, a visita pode garantir fotos muito bonitas no anoitecer.

Refeições

Café da manhã: Le Pain Quotidien (922 7th Ave.). Sabe quando você, mulher, vê aquele sapato lindo na vitrine e entra na loja imediatamente? Comigo é com pães. Como sofro em cidades onde não encontro pães do tipo francês ou italiano! Então entrei nesse restaurante como o Pica-pau atrás da nuvenzinha de cheiro. Pedi uma baker’s basket, que daria para uma família! Meu marido pediu uma fritspinach, uma espécie de omelete com espinafre, que não aprovou. E a Ju foi de waffle. 3 chocolates quentes. Achei o clima legal (embora muito ruidoso), com mesa grande que promove a convivência entre as pessoas, potes de geléia compartilhados, mas ninguém dirigia os olhos aos vizinhos, mantendo-os em seus grupos. Talvez seja legal para quem já está em grupo. Não foi uma refeição barata ($47 mais gorjeta), mas era muita comida!

A vitrine que me fisgou
A vitrine que me fisgou

Almoço: lanche no museu.

Jantar: Pazza Notte (1375 6th Ave.). Italiano, claro. O clima era de happy hour e extremamente ruidoso. Precisamos usar o celular para enxergar o cardápio (rsrsrs). Bom para azarar!

Veja preços de refeições e de outros itens em Nova Iorque: Planejando sua Viagem.

Se gostou das dicas, convide um amigo para conhecer o blog. Se tem perguntas ou quer acrescentar dicas, deixe seu comentário logo abaixo.

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Aeroporto La Guardia e Delta NY-SP NY

Aeroporto La Guardia e o voo Delta SP-NY-SP

Este post faz parte de uma série de 12 sobre nossa viagem a NYC em outubro de 2014. Veja no final desta publicação os links para os demais posts. Este descreve a experiência de voar pela Delta,  em voo internacional e local (EUA),
e fala do aeroporto La Guardia, em NYC.

Nova Iorque tem três aeroportos: JFK, La Guardia e Newark (clique sobre a imagem para ampliá-la).

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Da esquerda para a direita: Newark, LaGuardia e JFK

Foi a primeira vez que usei esse aeroporto e achei o trajeto de taxi ($ 42 dólares no taxímetro, pouco depois das 12h de um dia de semana) bem tranquilo, com trânsito apenas na saída de Manhattan e nada próximo do trânsito de quem vem ou vai ao JFK, o aeroporto internacional. Cada companhia aérea tem seu terminal, então vou falar do terminal C, da Delta.

Eu já tinha feito o check in on line, então só precisamos escanear os passaportes nas máquinas de autoatendimento e emitir nossos boarding passes. Depois fomos ao guichê para despachar a bagagem, que seguiu direto para Guarulhos, destino final. Na sequência, procedimentos de segurança: tira cinto, sapato, celular, tablete, esquecemos de jogar a garrafa de água fora! O funcionário disse que teria que nos fazer algumas perguntas e se podiam ser feitas ali ou se queríamos uma sala para isso. Nossa, já levei um susto achando que ia “pra salinha”. Mais do que depressa eu me desculpei pelo esquecimento e ele perguntou se queríamos dar um último gole antes de jogar a garrafa. Fiquei pensando se não é truque pra ver se é água mesmo ou apenas gentileza.

Mas chegamos ao saguão dos portões de embarque e nossos olhos brilharam! Mesas, balcões, todos TODOS tinham tomadas para recarga de baterias e – pasmem – um I pad por assento!!!! wi-fi de graça e menu do restaurante na tela. Fizemos o pedido e veio tudo como solicitado. A era Jettson chegou! OK, você é jovem e não sabe quem eram os Jettsons. Pergunte a seus pais. O pagamento também é self-service: entre as mesas há um slot para colocar o cartão e teclado para a senha. Só não entendo porque tive que deixar gorjeta de 18% se o máximo que a atendente fez foi trazer as bandejas! O preço como em todo aeroporto é salgado e a comida ruim. Um burger por 18 dólares e $16 por um spaghetti carbonara.

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Fazendo o pedido no Cibo Express Gourmet Market Laguardia

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Voando pela Delta
No voo de ida (SP-JFK), comi bola e deixei para fazer o check in um dia antes de nossa partida (e vc acha que blogueiro faz tudo certinho!). Resultado: só tinha assentos separados ou nos piores lugares (perto do banheiro, por exemplo). Opção: pagar um pouco mais por assentos logo à frente da classe econômica, os de números 15, 16, 17 e 18 onde o espaço é ligeiramente maior, e foi isso o que fiz. Outra vantagem de se sentar bem à frente é que você desce logo do avião não fica no final da fila da imigração. Mas depois ficam todos juntos esperando pelas malas, então nem sempre é vantajoso. Só fiz a compra porque não tive escolha, porque pagar quase 500 dólares a mais só para ficar com a perna um pouco mais esticadinha, não vale mesmo… well, it’s up to you! Além de pagar mais caro, o encosto retrátil da cabeça só funcionou no assento do meu marido. O meu e o da minha filha estavam quebrados. A mídia tem uma pesquisa de satisfação, mas não tem espaço para escrever problemas como esse.

O assento "diferenciado" na econômica da Delta
O assento “diferenciado” na econômica da Delta
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Bom leg room. E olhe que as pernas do homem casado viaja são bem longas

Ah, na hora de fazer o check in on line, não se esqueça de entrar no site The Seat Guru , que além de trazer o mapa da aeronave traz comentários como “esse assento tem pouco espaço para os pés pois tem uma caixa de controle de som.”

O embarque foi muito organizado, primeiro o pessoal do fundão, e assim por diante, entrando pela primeira classe, para nos aborrecer (rsrsrs).

Entretenimento: som ruim, que me desestimulou ouvir música ou mesmo assistir a um filme, que não tem legenda em Português, só dublagem. Não usei os canais de música por causa disso.

refeição de bordo
jantar: massa ou arroz e feijão com frango refogado no molho; salada verde com tomates, pãozinho, manteiga, queijo processado tipo Polenguinho, biscoito salgado e cookie de chocolate. Café e chá são oferecidos duas ou três vezes e eles dão uma garrafinha de água mineral a cada passageiro, o que achei muito inteligente. Bebidas incluem vinho e cerveja.

Café da manhã: chá ou café, suco, barrinha de cereal, sanduíche quente de cheddar com verdura surpresa (não sei o que era, pois não consegui comer o lanche). Ainda bem que guardei biscoito e cookie que sobraram do jantar!

No voo doméstico (NY-Detroit), foram servidos refrigerantes e pacotinhos de mini pretzels. Bebidas alcoólicas poderiam ser adquiridas mediante pagamento.

Pontualidade: Tivemos uma hora de atraso no voo NY-Detroit e quase perdemos a conexão para São Paulo.

Programa de Milhagem
Delta faz parte do SkyTeam e seu programa de fidelidade é o Skymiles, tendo a Gol como parceira brasileira.
Leia sobre emissão de bilhetes aéreos e sobre programas de fidelidade aqui.

A Conexão em Detroit
Adorei fazer a conexão em Detroit, pois esperava ver uma cidade industrializada ou quase fantasma devido à crise automobilística e o que vi do avião foram os subúrbios coloridos pelo Outono. Não me entendam mal, eu tenho consciência de que Detroit tem muitos problemas econômicos, mas eles não apareceram na janelinha do avião. Conto o que vi.  Quanto ao aeroporto, parece ser muito legal (parece, porque não tive como explorar): como ele é uma reta longa, há um trenzinho aéreo ligando os portões de embarque, além de todas as esteiras horizontais que facilitam o deslocamento dos passageiros. Igalzim aqui.

O metrô interno do aeroporto de Detroit
O metrô interno do aeroporto de Detroit

E você, já voou pela Delta ou usou o aeroporto La Guardia ou de Detroit? Deixe seu comentário logo abaixo. Outras pessoas podem aproveitar as dicas.
Conhece alguém que está planejando viagem a NYC? Indique o blog Mulher Casada Viaja. Brigadinho.

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Nova Iorque: Guia para planejar sua viagem

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Se você está lendo este post é muito provável que tenha uma viagem a NYC em vista – ou que a cidade que não dorme esteja no campo dos sonhos; ou ainda que já tenha visitado e goste de matar a saudade lendo a respeito, vendo fotos de outros viajantes, etc. Não importa. Quanto mais você ler a respeito, mais vai se apaixonar. E beba de fontes diversas, porque cada um tem um jeito de viajar e a mesma cidade é vista de maneiras diferentes. No final deste post, há links para outras onze publicações sobre NYC. Enjoy!

0. visto americano e passaporte. Lembre-se: passaporte com validade mínima de 6 meses. Leia dicas de como emitir ambos aqui.

1. Em que época. Se você puder escolher a época, considere que o clima influencia seus passeios e consequentemente no proveito de sua viagem. Eu sempre tive que viajar no verão, seja no hemisfério norte ou sul, por causa das férias escolares. Algumas vezes minha filha matou aula para que pudéssemos aproveitar a primavera ou o outono, melhores épocas para Europa, Estados Unidos e Canadá, na minha opinião. Não é alta temporada na maioria dos destinos (a Flórida, por exemplo tem a alta temporada no inverno, quando os americanos migram para o Sul junto com os pássaros) e o clima mais ameno permite longas caminhadas sem tanto cansaço. Já fui a NY na primavera, no verão e no outono. Gostei mais do outono, pois tem um friozinho suportável e delicioso para nós brasileiros. As árvores ficam lindas e a cidade fica mais divertida pela decoração de Halloween. Em novembro tem o principal feriado americano, o Dia de Ação de Graças.

Na minha opinião, o Outono é a escolha certa!
Na minha opinião, o Outono é a escolha certa!

O verão é insuportavelmente quente e caminhar se torna mais desgastante. Mas é gostoso ir ao Central Park e ver toda a gente tomando sol no gramadão. Também tem teatro, filmes e muitas atrações gratuitas ao ar livre que não acontecem nas demais estações. Mas também está mais cheia…

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Ir no inverno deve ser lindo, mas a beleza acaba quando a neve começa a derreter e vira aquela laminha preta de sujeira. O pior nem é o frio, mas o vento que corta. Já senti isso quando a temperatura caiu em alguns dias do Outono, com chuva fina e vento forte. Além disso, quanto mais perto do Natal, mais maluca fica a cidade, que já é maluca! Mas não posso dizer “dessa água não beberei!” Um dia vou no inverno para curtir o Natal, sim!

2. Passagem aérea. Leia o post com dicas para comprar a sua aqui no blog.

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O Park Lane Hotel visto do Central Park

3. Onde se hospedar. Há hospedagem em toda Manhattan, para todos os gostos e bolsos. Minha sugestão é você ficar em uma região que vai frequentar mais. Nessa útlima viagem, ficamos em frente ao Central Park, pois iríamos a dois museus dali, ao zoo e ao parque. Além disso, ao menos uma vez na vida se dê o presente de ficar com uma vista de tirar o fôlego. O ponto negativo foi que os restaurantes ao redor eram caros e tínhamos que nos deslocar para jantar. Midtown e região da Times Square são opções legais e mais acessíveis para o turista médio. Hospedagem em NY é cara. Desconfie de valores muito baixos em relação a outros hotéis. Evite ficar no Brooklyn ou Queens, pois precisará “viajar” (commute) todos os dias. Também não se recomenda ficar ao Norte do Central Park. Minha primeira vez foi clássica! Aluguei um studio pertinho da Times Square, que apelidamos de Joe’s apartment. Ou era dormir com as baratinhas ou com o cheiro de inseticida. Combo duplo! Naquela época não havia Internet para pesquisar. Hoje, eu leio avaliações de quem ficou e reservo pelo site de buscas Booking.com. Se você achar os preços de lá bons, reserve clicando no link acima. Você não paga nada a mais por isso e o blog recebe uma comissão que ajuda a pagar os custos de mantê-lo no ar. É uma forma simpática de agradecer quem está sempre compartilhando dicas de viagens, não acha?

Vista do central Park

Escolhi o Central Park Lane porque havia uma diferença não tão significativa entre ele e bons hotéis em Midtown (localização que considero ótima). O café da manhã não está incluso (30 dólares por pessoa). Meu objetivo era ter uma vista do Central Park, já que viajamos no Outono e queria apreciar a mudança das cores das árvores, e isso orientou minha escolha.
O atendimento na recepção foi bem impessoal, com exceção do carregador de malas muito simpático. Nossa tarifa havia sido paga no momento da reserva, meses antes, e no momento do check in eles lançaram o valor novamente no meu cartão de crédito. Quando questionei, o funcionário não conseguiu explicar o porquê e ficava repetindo a mesma coisa, como se o problema fosse eu não ter entendido a língua. Chamada a gerente, ela disse ser procedimento do hotel e assegurou que não seria cobrado o valor, e realmente não foi.
O quarto (o nosso era com duas camas de casal) é amplo, as camas extremamente confortáveis, com travesseiros grandes e fofos. A mesa de trabalho serviu bem à minha filha que precisou fazer tarefas da escola durante nossa estadia. Tem dois closets e cofre. Não tem frigobar. A seleção de canais de TV é muito boa, inclusive tem Globo (o hotel é recheado de brasileiros!). Os roupões oferecidos são de um tecido tão ruim que nem tive vontade de vestir. A roupa de cama apresentou furos várias vezes. Em um dia, uma toalha de banho tinha um pelo (!) e outra um cabelo. No dia seguinte, mesmo depois de eu reclamar, uma das toalhas tinha uma sujeira que parecia ser caca de nariz. Já fiquei hospedada em hotéis bem simples e menos pretenciosos e isso nunca tinha acontecido. Pode ser que eu tenha tido azar, afinal, tinha lido avaliações positivas no TripAdvisor.
Resumindo: vale a pena se você quiser ficar em frente ao Central Park. Só.

Também escrevi uma série de três posts sobre outras opções de hospedagem que não os hotéis aqui no blog.

4. Roteiro. Leia, leia, leia. Só assim você vai saber se a sugestão de um guia escrito ou de um blogueiro serve para você. Veja o meu roteiro para 5, 6 ou 7 dias.
Ao ler muito, vai notar que há dicas super descoladas de lugares descolados com gente descolada. Relaxe! Se é sua primeira vez na cidade, vá com alma de turista e curta o basicão.

Lady Liberty vista do ferry da Staten Island: grátis!
Lady Liberty vista do ferry da Staten Island: grátis!

5. Localização
Nova Iorque é uma cidade do Estado de Nova Iorque – e não é a capital! Albany, a 2h30 de carro sentido Norte é a capital. Então temos New York City, assim como Rio de Janeiro e São Paulo, cidades dos respectivos estados.
A cidade é dividida em cinco regiões (boroughs): Manhattan, onde ficam as atrações turísticas, Bronx, Queens, Brooklyn, Staten Island. New Jersey, que aparece no mapa abaixo, é um outro Estado.

NYC no mapa
NYC no mapa

6. Língua: Inglês. Alguns atendentes de restaurantes são imigrantes ou descendentes e falam espanhol.

7. Moeda: dólar. Cartões de crédito são aceitos em todos os estabelecimentos. Leia Trocando em miúdos (ou seja, fazendo o câmbio). 

8. Preços em dólares, sem taxas ou gorjeta.
 Por mais que seja óbvio, não custa ressaltar que tudo o que escrevo baseia-se em minha experiência. Outras pessoas podem ter encontrado valores maiores ou menores. Mas a gorjeta é unanimidade: 15% a 20% do valor da conta em restaurantes ou da corrida em taxis.
– Cerveja Corona ou Bud: $5 a $7, dependendo do lugar
– Coca cola (em restaurante): $3
– Margarita: $10
– chocolate quente: $4,70
– minestroni no Olive Garden: $7,30
– spaghetti com molho a bolonhesa: $ 10
– cheeseburger no Hard Rock: $13,20
– porção de batatas fritas no Hard Rock: $4,50
– 1 pizza margherita para dois: $17
– sobremesa: $9
– Refeição para dois dentro do Metropolitan (lanche, salada para dividir e pote de frutas cortadas): $ 49
– refeição para dois na Academia Barilla (massa, pizza individual, cerveja e sobremesa): $40

O cardápio do Barilla
O cardápio do Barilla

– café da manhã no Green Café (chocolate quente, baguete na chapa com manteiga – I love NY!, potinho de frutas picadas):$ 8
– café da manhã continental (well…) no Green Café: $11

Os preços do Green Cafe
Os preços do Green Café. Clique sobre a foto para ampliá-la

– ingresso adulto Metropolitan: $25 (até 12 anos, crianças não pagam)
– ingresso Museu de História Natural: $ 24 (crianças: $14,50)
– pedágio para e estacionamento no Minnewaska State Park (interior de NY. Leia post a respeito): $13 e $8
– taxi da 6th ave. com a W23th St até a W59th St: $10 (sem trânsito)
– taxi da W59th st. até o aeroporto La Guardia: $42
– tarifa básica de metrô ou ônibus: $2,50

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Material para Scrapbooking

9. O que comer e beber por lá
Não há uma bebida ou comida típica definida, assim como São Paulo. E, assim como em SP, há restaurantes de todas etnias. Mas não deixe de provar o famoso New York Cheesecake. Ah, experimente perguntar o que diferencia um NY Cheesecake de um outro qualquer. Aposto que seu atendente vai dizer: “Eu nunca tinha pensado nisso!” As dicas de onde comemos estão em cada um dos posts do roteiro.

10. Como circular por lá      

  • Taxi – A forma mais prática, mas nem sempre a mais rápida devido ao trânsito, é o taxi. Veja no item 8 preços. Pode não ser a mais barata, especialmente se você estiver sozinho, mas certamente é a mais divertida porque eu adoro puxar papo e perguntar sobre a vida local e em NY motorista nenhum é de NY, então você aprende sobre um monte de lugares. Muitos não falam Inglês, então não pense que o problema é você.
  •  Metrô – O metrô tem várias linhas e poucos quarteirões são desprovidos de estações. Hoje existem aplicativos que explicam que linha tomar, onde descer, etc.  É a melhor opção para se deslocar pela cidade.
Plataforma da linha R na 57th
Plataforma da linha R na 57th

 

  • Bicicleta – antes de me chamar de maluca, saiba que estão sendo construídas ciclovias nas “bordas” da ilha. Mas você pode alugar bikes para atravessar a Brooklyn Bridge e explorar o Central Park. O aluguel de uma magrela básica sai a $44/dia. Confira os pontos em aqui.
  • A pé -Minha primeira opção, em qualquer cidade. Você conhece os detalhes, vê gente, para onde tiver interesse… Embora o trânsito seja pesado, em nada se assemelha ao de SP ou RJ. Os motoristas são cautelosos nos cruzamentos e diminuem a velocidade para pedestres.
  •  Carro – não há necessidade de alugar um carro se for ficar em Manhattan. Nós tivemos a experiência de alugar um para ir ao interior do estado. Escolhi um sábado, pois assim não teria tanto trânsito para deixar a ilha. O problema é que os GPS fornecidos pela locadora não pegam por causa da altura dos prédios, essa foi a desculpa da locadora. Inacreditável! Ainda bem que ainda existem mapas – e planejamento, claro. Leia mais sobre este passeio no link ao final deste post.
    Se você for reservar um carro, faça uma cotação pelo Rentcar.com, site de busca de várias locadoras no mundo todo.
A estrada para o Parque Estadual Minnewaska
A estrada para o Parque Estadual Minnewaska

11. Fuso Horário
Vai depender de quando você for. Em outubro, havia apenas uma hora de diferença,  pois ainda era horário de verão lá e ainda não tinha o horário de verão aqui no Brasil.

12. Como chegar

KSKxZdZPKMEdtWoRo7OcLETmzzjCg91aIFn6VRPFCl5J9QCvfQdw6HOghI-OwcMW1ZQszTB7jEz--_DiIL24dwmzxysEskkrZEM8asNU4RUIsOW-1IwuiMXPJQfDrTdOT4uZ1UdWisFUhv4oEEN7XoCdImSR-sonpzQTuj-okwS0A maior parte dos voos internacionais pousa no JFK (C, no mapa acima). Há outros dois aeroportos na cidade, o La Guardia (A) e o Newark (B), por onde você pode chegar se seu voo tiver conexões em outras cidades americanas.

20141008_072619Logo após desembarcar, você é direcionado para o setor de imigração, onde responderá a algumas perguntas, como motivo da viagem, permanência, endereço. Se o funcionário sentir alguma insegurança ou desconfiar de algo, vai fazer mais perguntas, por isso é importante falar pouco e com firmeza, que você terá seu passaporte carimbado.

Carrinho para malas no JFK: $6. Melhor contar com as rodinhas de sua mala!

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Do aeroporto a Manhattan
Você vai receber várias ofertas de motoristas no saguão de desembarque, não acho seguro aceitá-las. Oriente-se pela sinalização: à direita do saguão fica a fila para os taxis, cujo valor é tabelado de acordo com a região, mas em out/14 custava 52 dólares mais gorjeta. O trânsito na região do aeroporto é estilo Marginais em SP e a viagem leva mais de uma hora.

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O táxi é boa opção se você estiver acompanhado, mas se estiver sozinho (e não tiver muita bagagem) talvez valha a pena usar o AirTram (trem elevado ao custo de 5 dólares) até Jamaica, um bairro do Queens. É lá que você paga a passagem, olhe que engraçado. A partir daí, há duas opções:
1. LIRR = Long Island Rail Road ($14.50), que leva cerca de 50 minutos até Penn Station, em Midtown;
2. as linhas E ou A do metrô ($7.50), descendo na estação Penn, que leva cerca de uma hora.

Leia sobre o voo de retorno no post Aeroporto La Guardia (link abaixo)

13. Temperatura
Confira a temperatura antes de comprar aquela passagem super barata. Nevascas te impedem de sair do hotel, voos são cancelados, a cidade que não dorme para.

Tempo Nova York

Nossa, esse post ficou bem gordo… Acompanhe os outros sobre Nova Iorque, porque tem mais gordura por aí! E se você tiver alguma pergunta, manda que eu respondo. Mais dicas sobre outros destinos, clique no botão SEGUIR e receba nossas atualizações.

14. Seguro Viagem
Último item, mas muito importante. Eu já viajei sem, mas acho uma tremenda imprudência. Se você tiver qualquer tipo de problema, não só de ordem médica, mas dentário, legal (lembra da tolerância zero em NY!), extravio de bagagem, o seguro vai cobrir as despesas. O Mulher Casada Viaja tem parceria com a Mondial Assistance que frequentemente oferece descontos para os leitores. E se você comprar seu seguro através do blog, eu recebo uma comissão, veja só. Não é uma forma legal de ajudar quem sempre tem dicas de viagem para compartilhar? Clique no logo da Mondial à direita (se estiver em um PC) ou no finalzinho do blog (se estiver em smartphone).

15. Compras
Há quem escolha Nova Iorque para unir a visita à cidade ao prazer das compras. Há comércio para todos os gostos e bolsos e escrever sobre isso requer um guia à parte. Fora de Manhattan você encontra Wallmart, Target. Bed, Bath & Beyond (produtos para casa) fica n 270 da Greenwich St. A loja de departamento Century 21 é uma das opções mais procuradas na ilha (fica na Courtland, 22). Fora de Manhattan, há três outlets:
– o Woodburry Common Premium (498 Red Apple Court Central Valley), a 80 quilômetros ao Norte de Manhattan. Segue a arquitetura dos outlets de Orlando, aberto, mas NY não tem o clima de Orlando, então em dias de extremo frio ou chuva pode ser um problema escolher ir para lá.
– Jersey Gradens (Rodovia NY Turnpike, saída 13A), a 8 quilômetros do aeroporto Newark
– Bergen Town Cener (Rota 4 no cruzamento com a Av. Forest Paramus, New Jersey).

Escrevi um post sobre lojas de brinquedos em NYC. Veja link no final desta publicação.

Se você quiser comprar pela Internet e mandar entregar no hotel, saiba que a maioria cobra taxa por pacote recebido. Pela Amazon, há a opção de mandar entregar em locker, um “armário” que normalmente fica num 7Eleven ou outra loja 24 horas´e só é aberto com o código fornecido pelo sistema da Amazon.

16. Medidas
Os Estados unidos não usam o sistema métrico, então saber estas medidas pode lhe ser útil:
1 pé = 30,48 centímetros
1 galão = 3,87 litros
1 milha = 1,61 quilômetros

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Quando viajamos para certos destinos, junto com a bagagem embarcam filmes, canções e personagens de show televisivos. Visitar Nova Iorque é carregar uma bagagem memorial enorme e é divertido como os arquivos vão saindo dessa mala especial a cada lugar visitado. Tem sempre um edifício, um cantinho do Central Park, uma ponte, uma fachada que serviu de locação. Além disso, sempre há um filme sendo rodado e se você tiver sorte pode assistir a um! Das três vezes em que estive lá, em duas presenciei filmagens. Há inclusive passeios que você pode contratar que visitam locações de séries ou filmes.

O Dakota, locação do filme O Bebê de Rosemary e última morada de John Lennon
O Dakota, locação do filme O Bebê de Rosemary e última morada de John Lennon

Depois de dezessete anos, era óbvio que algumas coisas estivessem diferentes. Para minha surpresa, para melhor! Vi a cidade mais limpa (não vi nenhum ratinho, que coisa!), com novas atrações e motoristas não tão agressivos como nos anos 90 (velocidade máxima nas ruas de Manhattan é de 40 km e os motoristas diminuem à frente da fixa de pedestres mesmo que o semáforo esteja aberto para eles). Mas tive também recordações incômodas, como o espaço vazio deixado pela ausência do World Trade Center no skyline. A Times Square está mais maluca do que nunca. A balsa gratuita para Staten Island (e a vista da Estátua da Liberdade e do Skyline Sul de Manhattan) parece transporte de excursão turística. Quando visitei em uma primavera e também no alto verão, nos anos 90, não havia tantos turistas. Imagino que a Internet seja a “culpada” por divulgar essa manha de não pagar o passeio de barco para ver a estátua… Alguns taxistas ainda não falam Inglês, mas todos são fluentes na linguagem da buzina. Pior, só em Lima, Peru.

Aposto que você já viu essa fonte em filmes!
Aposto que você já viu essa fonte em filmes!

Antes de escolher NY como destino de férias, lembre-se de que não é o destino para descansar, pois há muita gente, muito barulho. E digo o óbvio, só para registrar: Nova Iorque é como Paris ou Londres, você nunca se cansa dela.

Meu lado verde fez com que eu me incomodasse com coisas que talvez passassem despercebidas por outras pessoas em visita aos Estados Unidos. O desperdício de energia é uma delas. No verão, a gente vira picolé em lojas e restaurantes. No inverno, morre assado. Energia gasta sem necessidade. Outra coisa é a cara-de-pau com que dizem não se preocupar “com essas coisas”. No café vizinho ao hotel, onde fizemos nossos café da manhã, perguntei ao balconista porque ele me dava copo de isopor mesmo para bebidas frias. Ele me disse que o plástico era mais caro. Quando comentei que o isopor passa por um processo de reciclagem mais difícil, ele disse “We don’t care about these things in America.” What a shame! Uma coisa legal é a coleta de lixo: sacos de cores diferentes para o reciclável e o orgânico. Simples de se implantar. Outra coisa que me incomodou foram os taxis híbridos que rodam por lá, que são verdes. Fiz questão de tomar um deles para ir do Brooklyn a Manhattan – e foi a única vez que tomei. Mencionei ao motorista que eu não havia visto nenhuma estação de recarga e ele não entendeu. Perguntei se o carro não era elétrico, e que então precisaria de estações para recarga elétrica. Disse que tinha visto em cidades europeias e que tinha ficado feliz em ver carros híbridos em Manhattan também. Ele disse meio desaforado: “Não, aqui nós usamos gasolina!” “Mas o carro não é híbrido?”, perguntei inocentemente. Ele respondeu a mesma coisa…

Híbridos que só usam gasolina!
Híbridos que só usam gasolina! Nação-desperdício

Mais uma vez constatei que as pessoas estão viajando muito mais, pois a cidade estava abarrotada de turistas de todo o mundo – mais do que no final dos anos 90. Também notei a presença de muitos moradores chineses (longe de Chinatown, em áreas nobres da ilha) e senti falta das mulheres que lá em 1997 caminhavam elegantes de vestido e tênis. A sensação de segurança ao caminhar pela cidade, mesmo com câmera empunhada – afinal tem sempre um  ângulo para fotografar!, ou pelas trilhas do Central Park vazio também me deixou satisfeita. E pensar como Nova Iorque era insegura algumas décadas atrás… Observei nos locais o mesmo hábito de brasileiros que caminham enquanto enviam mensagens de texto, algo que não vi pela Europa. No Chelsea vi inscrições nas calçadas: “dane-se” (well, não é bem isso) “seu telefone, mantenha a cabeça erguida!”

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Sobre o roteiro

Montar um roteiro sempre é mais fácil quando você já conhece a cidade pois já tem ideia do que há para fazer e o mapa da ilha (literalmente) já mentalizado ajuda nesse processo. Apesar disso, como era a primeira vez de nossa filha por lá, visitamos os principais ícones novamente, o que foi bem legal, também. Não tenho essa coisa de “que mico, ficar visitando pontos turísticos”. Me desculpem, mas eles são pontos turísticos e ícones porque são especiais e por isso todo mundo vai. Essa tendência de ficar indo aonde ninguém vai só vale para quem já visitou a cidade dezenas de vezes. Soa muito vaidoso isso, concordam? Afinal, os ícones são os mesmo, mas nossos olhos os vêem de uma maneira diferente a cada visita. Mas você não é “obrigado” a visitar todos eles. Eu não gosto do Arco do Triunfo em Paris e nem da Estátua da Liberdade, por exemplo.

O mapa do tesouro tem um monte de Xs, então é difícil fazer um roteiro que caiba no gosto de todo mundo. Os programas também mudam de acordo com a época, então pesquise o que estará rolando na cidade. Alguns sites que você pode explorar com eventos na cidade:

http://www.nycgo.com
http://www.timeout.com/newyork

O mapa da mina
O mapa da mina com alguns pontos principais
Ao observar o roteiro, o dia 2, por exemplo, não é necessariamente o segundo dia da viagem. Vá escolhendo a região a ser visitada levando em conta o clima, sua disposição física e mental. Às vezes o dia está lindo para caminhar ao ar livre e você não vai querer se enfiar em um museu. Guarde os museus para dias chuvosos, por exemplo.
Não incluí no roteiro jantares ou compras, que estão explicadinhos nos posts de cada dia do roteiro, a ser publicados.
Viajamos em Outubro, com uma criança de 12 anos.
DIA 1: região da Times Square e Midtown
O primeiro dia foi bem proveitoso, pois nosso voo chegou no JFK às 6h. Se você chegar mais tarde, vai precisar cortar algumas atividades. Chegando ao hotel, deixamos nossas malas na recepção, pois o check in seria só depois das 15h. Veja com seu hotel se há cobrança de taxa para isso.

– St Patrick Cathedral (5th ave. com East 50th)
– NY Library
– Bryant Park
– Grand Central Station
– Times Square (lojas da Disney, M&Ms, Toys R Us)
– Rockfeller Center (loja da LEGO e por do sol no Top of the Rock)

Pernas cansadas encontram repouso no Bryant Park
Pernas cansadas encontram repouso no Bryant Park

DIA 2: Upper West Side
– American Museum of Natural History
– Strawberry Fields Forever (homenagem a Lennon)
– Dakota Building (onde John Lennon morava e locação dO Bebê de Rosemary)
– Columbus Circle
– Lincoln Center

Dinossauros e bichos empalhados não são a única atração do Museu de História Natural. O planetário agrada para quem vive no mundo da lua, também
Dinossauros e bichos empalhados não são a única atração do Museu de História Natural. O planetário agrada para quem vive no mundo da lua, também

DIA 3: Downtown e Financial District (Lower Manhattan)
– Staten Island Ferry (Estátua da Liberdade e Skyline de Manhattan)
– Battery Park
– Wall Street
– Trinity Church (a igreja mais antiga de NYC)
– September 11 Memorial
– High Line
-Little Italy e Chinatown
– Pier 17 (estava em reforma durante nossa visita)
– Brooklyn Bridge e Brooklyn Promenade

Uma rosa para lembrar uma vida no Memorial 11 de setembro
Uma rosa para lembrar uma vida no Memorial 11 de setembro

DIA 4: Upper East Side e Met
– The Metropolitan Museum. Se o tempo estiver bom, não deixe de visitar o Roof Garden com vista para o parque.

Encontrei o Marcos Mion no Metropolitan, quem diria!
Encontrei o Marcos Mion no Metropolitan, quem diria!

DIA 5: Central Park e Gugenheim
Central Park: Belvedere Castle, Conservatory Garden, Bethesda Fountain, Alice in Wonderland Statue e Lagos. Se você for no outono, aprenda sobre a mudança das cores das folhas neste post.
– Gugenheim

Na minha opinião. só o Central Park já vale a viagem!
Na minha opinião. só o Central Park já vale a viagem!

DIA 6: DIA DE RETORNO
Com a manhã livre (o voo sairia apenas às 15h), fizemos algo próximo ao hotel. Eu acordei bem cedo e fui fotografar o Central Park, antes de encontrar maridão e filha.

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– Central Park Zoo, sonho da minha filha, talvez pelo imaginário legado da animação Madagascar.
– FAO Schwarz (leia post Lojas de Brinquedo em NY).

Tivemos um DIA 7, mas nós o usamos para sair de Manhattan e visitar um parque estadual no interior de Nova Iorque (leia post sobre Minnewaska).

Outono? Hit the road!
Outono? Hit the road!

Se interior não for sua praia (ficou estranho isso!), você pode usar um eventual dia extra para fazer compras em um dos outlets da região, como o Woodbury Outlet (mais longe, a 100 km de Manhattan) e o Jersey Gardens.

Aguarde os próximos posts onde explico sobre as atrações de cada dia do roteiro, transporte e dicas de onde comer. Um post sobre o planejamento de sua viagem a NYC também está no forno!

Algo legal ficou de fora? Certamente, vários “algos”! Deixe sua dica para que possam ser aproveitadas pelos leitores.

Abraços e uma NY maravilhosa para você!


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Nova Iorque foi a primeira megalópole que conheci, depois de SP, minha terra, como diz o Zé Luís da 89 Rádio Rock. Ainda me lembro do medo que senti ao olhar pela janela do taxi amarelo que me levava do aeroporto até Manhattan. Olhando o skyline, no tráfego intenso, taxista com semblante fechado, a sensação de que não éramos bem-vindos e de que a cidade ia nos engolir foi marcante.

Entretanto, não foi essa a experiência que tivemos, e deixamos Nova Iorque (é feio escrito assim, mas é o correto) com uma primeira impressão muito positiva, de uma cidade segura e amigável ao visitante, considerando a facilidade para deslocamentos e o convite a caminhar, por ser plana e ter adotado números em muitas de suas ruas ao invés de nomes, o que o GPS humano agradece. Naquela época era uma delícia viajar! Muitas coisas de lá ainda não tinham sido importadas para cá, então até ir ao cinema ou comer cheesecake era uma experiência diferente (Cinemark com suas multisalas e super sacos de pipocas só chegou depois ao Brasil, por exemplo). Gostamos tanto de NY que no ano seguinte voltamos para mais uma visitinha esticada depois de conhecer o Canadá.

Deixe-me falar uma coisa sobre segundas visitas: elas são capciosas. Sabe quando você conhece uma pessoa e se encanta nos primeiros encontros e quando começa a conhecê-la o verniz se desfaz? Nessa segunda visita, eu vi uma NY suja, de trânsito caótico, com gente apressada e indiferente, mas ainda gostei, só tive um olhar mais crítico.

Agora eu vou a NY para uma terceira visita, pois como estou em meu ano Sabático, vou finalmente realizar o sonho de estar no Nordeste americano em Outubro. Explico: outubro era um mês impossível para me ausentar do trabalho e eu sempre quis estar por lá durante  o chamado Fall Foliage, período em que as folhas das árvores mudam de coloração antes da queda.

Será, será que essa vai ser a vista? Please, please me!
Será, será que essa vai ser a vista? Please, be, please be!

Além do Outono em Nova York,  sabe o que vai estar rolando na cidade entre 17 de setembro e 18 de outubro de 2014?  A Warner e a marca de café Eight O’Clock vão montar o cenário do Central Perk, onde a turma do seriado Friends “se encontrava” para um café e bate-papo – e a Phoebe (Lisa Kudrow) tocava violão e cantava Smelly Cat. Coisa de fã, eu sei, mas como somos, já incluí no meu roteiro!

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Segundo o Estadão (http://blogs.estadao.com.br/viagem/cafe-de-friends-chega-a-nova-york-por-pouco-tempo/), o famoso sofá vai estar por lá e o barman-eterno-apaixonado-por-Rachel (Jennifer Aniston), o tímido Gunther (James Michael Tyler), promete aparições especiais.

Você já viu essa vitrine quantas vezes? Foto de wikia.com
Você já viu essa vitrine quantas vezes? Foto de wikia.com

O café funcionará na 199 Lafayette St. , Downtown, das 8h às 20h durante a semana e das 10h às 20h aos finais de semana. Em Los Angeles, os visitantes dos Studios da Warner podem até se sentar no sofá para uma foto. Espero que em NY seja assim também! Eu posto fotinho em Outubro, se Deus quiser!

Ah, e se você é fã, dê uma olhada neste vídeo, do talk show americano do apresentador Jimmy Kimmel. Está em Inglês, então, em poucas palavras eu explico. Jimmy diz ser um grande fã (ele e a torcida do Cortinthias!) da série Friends e “confessa” ter escrito um episódio como se ele fosse Ross. Pede a Rachel que atue com ele. Surpresa: as cortinas se abrem e tem uma réplica da cozinha da Monica Geller no palco, onde eles lêem o script. As falas de todas as personagens giram em torno do quanto ele (Ross) é bom no sexo e todas elas querem transar com ele. Chandler e Joey morreram contaminados por raiva, do macaco Marcel de Ross (quem lembra?). Mesmo que você não entenda bem Inglês, vale a pena assistir, clique aqui.

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