Bariloche: Guia para planejar sua viagem

Confesso: Bariloche para mim era como Miami: um destino meio… sei lá, coisa de turismo consumista. Não de um consumo de produtos, mas de viagem, do tipo “todo mundo tá indo, deve ser legal”. Mas atire o primeiro passaporte quem nunca teve certo preconceito em relação a algum destino de viagem. E se a gente pensar bem, não dá para falar de um lugar sem conhecê-lo, assim como não dá pra falar de uma pessoa sem nunca ter tido contato imediato de terceiro grau. Sou do tipo que prefere Monte Verde a Campos do Jordão, cidades procuradas por paulistas quando as temperaturas caem, embora ambas sejam deliciosas. Se você as conhece, vai entender o que estou falando.  Se não conhece, explico: Monte Verde é mais rural, mais pacata. Campos do Jordão na alta temporada vira uma versão dos bairros “nobres” de SP: um desfile de pessoas que parecem ir para ser vistas e não para curtir a cidade. Sem generalizar, claro, mas uma boa parcela é assim mesmo.

Não gosto de rótulos, mas sou um ser humano imperfeito (e sincero, como pode ver ler)  e confesso que vez ou outra rotulo, antes de fazer uma análise. Acho que a gente sempre rotula ou generaliza em um momento ou outro de nossas vidas, não tem jeito. Ser viajante é mais cool do que ser turista? Quem toma vinho é mais sofisticado do que quem toma cerveja? Se eu não ando na moda não estou antenada? Quem prefere Paris é melhor do que quem bate cartão em Orlando ou Miami? Não assistir novelas me faz melhor do que quem as assiste? Fazer mochilão é superior a viajar de pacote, com mala de rodinha? Filme europeu é necessariamente melhor que o americano? Bah! É tudo vaidade. Que cada um seja feliz no estilo que lhe faz feliz. Vou para Bariloche, sim. Primeiro porque me encantei com o Sul da Patagônia argentina e chilena e agora vou tirar a prova e ver se lagos e montanhas mais ao Norte são tão bonitos quanto. Segundo porque eu nunca vi neve caindo do céu, só o gelo no chão – e foi super frustrante quando eu, toda feliz e pimpona, disse para a atendente de uma loja nas Montanhas Rochosas do Canadá: “É a primeira vez que vemos neve!” E ela gentilmente respondeu, embora tenha parecido uma estalactite fincada na minha barriga: “mas isso não é neve, é gelo. Neve é leve, cai devagar e depois de um tempo vira gelo em alguma superfície.” Não sei se fiquei muda de frustração ou de vergonha por não saber disso! Anyway, Bariloche nunca foi meu destino-sonho e por isso acho que vou me surpreender e gostar muito. E você vai comigo! Neste post eu dou as dicas básicas para planejar a viagem e quando eu voltar publicarei dicas mais pessoais, de acordo com minha experiência. Leia também outros posts relacionados a esta viagem de 15 dias por Bariloche e região dos Lagos Andinos. Links no final desta publicação.

Não tem o calor da Tailândia, não é quente como lá, mas é uma vista tão linda quanto! Foto cedida pela Turisur
Não tem o calor da Tailândia, não é quente como lá, mas é uma vista tão linda quanto! Foto cedida pela Turisur

Localização
São Carlos de Bariloche fica na região patagônica andina, a 1.500 km de Buenos Aires, a capital argentina. Como Chegar a Bariloche
Não há voos diretos saindo do Brasil, a não ser aqueles charter, que as operadoras fecham e vendem em seus pacotes na alta temporada. Mas vale a pena fazer uma busca rápida no Voopter, site de busca de bilhetes aéreos, para ver se alguma companhia tem voos diretos, especialmente na “nossa” alta temporada, Julho e Agosto.

Se você viaja por conta própria, terá conexão em Buenos Aires. De SP, o voo leva 2h50 e de Buenos Aires até lá são mais 2h30.
✈  Atenção quando comprar seu bilhete aéreo: há opções com o voo internacional chegando no Aeroporto Ezeiza (EZE), que fica a cerca de 50 minutos de carro de Buenos Aires, mas pode ser que o voo doméstico até Bariloche parta do Aeroparque (AEP). Isso significa que você terá que se deslocar de mala e cuia por conta própria. Meu voo de ida teve conexão no Aeroparque, mas o de volta no Ezeiza.
✈ 
Outra dica: Se você tiver uma conexão de mais de 3 horas no Aeroparque, dá pra passear em Buenos Aires! Eu já fiz isso e aprovei a experiência, Leia aqui.

Chegando no aeroporto de Bariloche, são mais 15 quilômetros até o Centro Cívico. Taxis custam cerca de 20 dólares. O remises (taxi não oficial, mas legalizado para transportes, muito comum na Argentina) ficam em torno de 15 dólares.

Como Circular em Bariloche
Seja qual for o meio utilizado, é bom mentalizar uma linha (embora não exatamente reta), de Oeste a Leste: Hotel Llao Llao e Puerto Pañuelo a Oeste, bifurcação para Cerro Catedral no Centro, aeroporto e estrada para Vila La Angostura a Leste.

o mapa da mina
o mapa da mina

Outro ponto importante é que o marco zero da cidade é zero mesmo. Ali começa a contagem de quilômetros em direção a Oeste (Parque Municipal Llao Llao). No centro também é fácil achar a numeração, pois cada quadra tem 100 metros. Se você precisa ir ao número 400 da Mitre, por exemplo, andará 4 quarteirões a partir do Centro Cívico (lá onde ficam os São Bernardos).

Carro alugado em Bariloche
Se estiver hospedado/a na região do centro e contratar passeios em agências, não vale a pena alugar carro, pois a maior parte dos passeios duram o dia todo e oferecem traslado.

Como nos hospedamos em Cerro Catedral, fizemos as duas coisas: nos primeiros quatro dias fizemos os passeios pelos lagos com a Turisur e ficou mais barato pagar um remisse (20 ou 25 dólares a viagem), para nos levar ao Centro ou ao Porto Pañuelo (de onde partem os barcos para passeios fluviais) pois como nos hospedamos em Cerro Catedral, as agências não trasladavam para lá.

O carro mais econômico, mais simples, como um Clio ou Corsa, sai em torno de 70 dólares a diária. Alugar carro pode exigir atenção redobrada em caso de gelo na pista, muito comum no inverno, porque brasileiros não têm experiência em dirigir sob essas condições. A dica é nunca frear e sim reduzir o carro no câmbio. A neve é retirada com máquinas, mas o gelo não. Outra dica é quanto há geada sobre o carro. Ligue-o 10 minutos antes de sair e acione o ar quente. Isso fará com que o gelo aos poucos se desprenda dos vidros. Não jogue água quente sobre os vidros, o que produzirá um choque térmico e poderá quebrar o vidro – dica de moradores do Cerro Catedral!

Se for cruzar a cordilheira em direção ao Chile, além da documentação e taxas necessárias, você precisará também das correntes para pneus.

Preço do litro da gasolina em pesos, no posto Petrobrás
Preço do litro da gasolina em pesos, no posto Petrobrás

As locadoras oferecem opção de rack para skis, da mesma forma que oferecem cadeira infantil. Ah, e correntes para pneus (para dirigir na neve).

Se você resolver alugar um carro, faça sua reserva pelo site RentCars.com, site parceiro do Mulher Casada Viaja que busca preços em diversas locadoras. Fazendo sua reserva ao clicar no logo presente aqui no blog ou no link acima, você não paga nenhum valor é acrescido à sua reserva e você ainda contribui para a manutenção do blog, pois o Rentcars repassa uma pequena comissão. Gracias!

Remisse ou taxi
Não usamos nenhum taxi, então não sei a tarifa, mas os remisses são mais baratos. Remisse é um carro comum, sem taxímetro, que oferece preço fechado de um ponto ao outro. Há alguns pontos ou você pode ligar para eles ou tomar na rua (há um número de registro inscrito na lateral do carro, como na foto abaixo). São seguros e bem comuns na Argentina. E diferente de taxistas de Buenos Aires, todos cobravam o mesmo valor e nenhum tentou dar golpes. Aceitam dólares ou pesos. Olha o “nosso” motorista, indicado pelos proprietários do apart-hotel, José foi quem nos levou a vários pontos. Ele é muito profissional e ainda responde a todas as perguntas que uma blogueira pode fazer! 😏

Precisa de um remisse: chame Jose: telefone 4299002
Precisa de um remisse? Chame Jose: telefone 4299002

Ônibus
Ônibus circulam com intervalos de 15 a 20 minutos, mas para Cerro Catedral a demora pode chegar a 50 minutos! Nós testamos e quase viramos pinguins, mas aprendi que deve ser por isso que tanta gente morre no inverno: as roupas não te protegem mais e o frio vai tomando conta do seu corpo. Os pontos têm cobertura e o que fica em frente ao Centro Cívico tem mapa dos arredores.
É preciso comprar um cartão SUBE, que custa 25 pesos e é válido em todo território argentino. Pode ser encontrado em kioskos como o Milka, a vaca lilás do chocolate. As passagens variam de 10 a 12 pesos. Link para informações sobre as linhas, clique aqui.

Carona
Vi várias pessoas pedindo carona, principalmente as que queriam ir a ou voltar de Cerro Catedral. Pessoal de snowboarding, principalmente. Se há gente pedindo, é porque há gente topando dar carona.

Onde Ficar em Bariloche
Ficar nos arredores do Centro Cívico facilita a ida a restaurantes, às compras, agências de turismo e às lojas de aluguel de equipamento de ski e neve. Por outro lado, é muvuca na certa e a rede hoteleira está mais datada. além dos turistas “normais”, há sempre caravanas de estudantes do ensino médio que lotam as ruas e que são bem ruidosos.

Hotéis um pouco mais afastados, com vista para o lago Lago Nahuel Huapi são opção para quem quer mais sossego e dispõe de veículo para circular.

Faça sua pesquisa de hotéis em Bariloche no site Booking.com e reserve clicando no logo presente aqui no blog ou no link acima para contribuir com a manutenção do blog. Você não vai pagar nada a mais por isso e fará um gesto simpático de agradecimento pelas dicas!

Se você vai com a finalidade de esquiar, a escolha certa é ficar em Cerro Catedral, a 19 quilômetros de Bariloche, que tem uma das melhores estruturas para a prática do esporte na América do Sul. O número de restaurantes e lojas é menor do que em Bariloche, mas nada que um taxi ou remisse (o taxi mais barato e não oficial) não resolvam. Foi lá que ficamos, sem pagar nada, pois nos inscrevemos no site Troca de Casa e a família que mora em Cerro Catedral topou ceder um de seus apartamentos no final de junho e início de julho, enquanto usaram nosso apartamento no litoral paulista no início de dezembro.

Vista do terraço do apart-hotel Ski Sur
Vista do terraço do apart-hotel Ski Sur, na base de Cerro Catedral. Pra falar a verdade, não dá pra ver muito…

Cerro Catedral é um lugar lindo, e como é mais alto que o centro de Bariloche, sempre neva primeiro lá. O Apart hotel em que ficamos se chama Ski Sur. Confira seus preços e de outras propriedades aqui.

Visto
Não é preciso visto nem passaporte para entrar na Argentina, apenas a Carteira de Identidade. Mas leve seu passaporte se você gosta de ver carimbinhos nele, ehehe. Eu nem gosto!

Permanência e quando ir
A temporada de inverno começa na última semana de junho e termina no final de agosto, mas isso muda a cada ano, dependendo das variações climáticas. A neve é mais certa de cair em agosto, quando as crianças brasileiras estão em aula. 😒 Isn’t it ironic?, diria Alanis Morissette.

No início os preços são mais baixos, mas em Julho e agosto vão às alturas e a cidade fica ainda mais cheia – de brasileiros. Argentinos e europeus vão especialmente no verão, para praticar trekking. Caso queira só ter um gostinho e conhecer as atrações principais, o usualmente oferecido pelas operadoras e agências de turismo são 5 ou 7 noites. Se você quer ter uma experiência maior na região e não só de Bariloche, seja no inverno para prática de esportes no gelo, seja no verão para fazer trekking e navegar os lagos, aumente esse número.

Língua
Espanhol. Não sei se é preciosismo meu como profissional de Letras que sou, mas acho um horror falar Português com sotaque de espanhol. Misturar as duas línguas, no que se transformou o portuñol,  na minha opinião ainda é tolerável – e divertido. Mas se você não é fluente em Espanhol e quer fazer bonito mesmo, fale Português. A maioria entende, assim como você entende o Espanhol. Além disso, se você for a Bariloche em Julho, terá inúmeras chances de ouvir Português por todo lado, quando Bariloche é conhecida como BRASILOCHE.

Dinheiro/Moeda
Perguntas sobre que dinheiro usar na Argentina são as mais comuns em fóruns de viajantes. A confusão é armada porque aceitam-se reais, dólares e o peso argentino. Algumas lojas podem não aceitar notas de 100 dólares, por exemplo, por não terem troco, que é sempre dado em pesos. Embora seja chato ficar fazendo o câmbio no momento do pagamento, esta é a melhor opção. Pergunte se aceitam reais. Se não aceitarem, pergunte qual a taxa para pagar em dólar. Se for mais vantajosa que a do câmbio blue (o paralelo), troque. Os únicos restaurantes que fizeram a cotação pelo câmbio oficial foram os dos aeroportos. A cotação em junho/15 estava assim: O dólar no Oficial, controlado pelo gobierno, está a 9 pesos. O dólar blue, que é o usado no paralelo, nas compras e restaurantes, estava na proporção de 1 para 13 pesos, mas alguns lugares chegaram a cobrar 15.

Compras e Preços (em pesos argentinos em julho de 2015)
Além dos artigos de lã e couro e dos manjados artesanatos made in China, há inúmeras lojas de chocolate. Eu adoro artesanato e fiquei bem decepcionada com as opções. As única lojas legais, com produtos autênticos de artesãos que encontrei ficam em Cerro Catedral, a Refugio de Artesanos, e no Fundo Colonia Suiza, a Regaleria El Abrojo. 

Cerro Catedral preço bondinho
Ainda na baixa temporada, os preços para subir o Cerro Catedral
aluguel de roupa de neve
Custo do aluguel de roupas em Bariloche

Embora o real valha três vezes mais do que o peso, o custo de vida por lá é bem alto, então não espere encontrar um paraíso de compras. Compre memórias através dos passeios!

Passeios lacustres oferecidos pela agência Turisur:
– Isla Vistoria e Bosque de Arrayanes: $ 520
– Puerto Blest e Cascata de los Cántaros: $ 520
– Lago Frias (adicional de Puerto Blest): $ 200 cruce andino  Excursões terrestres
– Cerro Catedral: $ 150 e $ 195 (na alta)
– Circuito Chico: $ 150 e $ 195 (na alta)
– Cerro Tronador: $ 450 e $ 560 (na alta)
– San Martín de Los Andes: $ 650 e $750 (na alta)
– Cruce andino: $ 2.522 (julho a dezembro) e $ 2.072 (Páscoa a Junho)

uma das vistas chatas de quem faz o Cruce Andino
uma das vistas – vulcão Osorno – de quem faz o Cruce Andino. Foto cedida pela agência Turisur


O que comer e Beber e Preços
Truta é um clássico em cidades serranas, assim como fondues e chocolates e em Bariloche essa regra se mantém. Para quem deseja variar os clássicos argentinos ojo de bife e bife de chorizo, carneiro, javali e cervo são pratos típicos patagônicos. 

Bariloche restaurantes
Um dos restaurantes mais aconchegantes – e de comida boa!
restaurantes em Bariloche
O Cardápio do La Marmite
Restaurantes em Bariloche
Churrascando em Bariloche, na Parrilla de Julian 
restaurantes em Bariloche preços
Cardápio da Parrilla de Julian

Se você quiser uma experiência culinária-cultural, não deixe de comer o curanto, prato indígena ainda hoje feito com base na cultura dos índios mapuches e araucanos: um buraco no solo com pedras incandescentes recebem folhas  e depois carnes (boi, porco, frango, carneiro, linguiça), batatas doce, maçãs, cenoura e abóboras. Tecido úmido e folhas cobrem os alimentos e um pouco de terra é jogada por cima. Você pode provar na Colônia Suíça de Bariloche, que é parte do Circuito Chico.

Há várias cervejarias, nós visitamos a Blest que tem um ambiente bem legal:

20150709-IMG_0741

Bares em Bariloche
O cardápio da Blest

O que Fazer por lá
Os passeios mais populares são subir o Cerro Otto e o Cerro Campanário, que consistem em subir as respectivas montanhas em meios de elevação para avistar a cadeia de montanhas e os lagos da regiã
o. A primeira tem uma confeitaria giratória e a segunda é conhecida pela melhor vista de Bariloche. Circuito Chico é rodar pela estrada a Oeste de Bariloche, com lagos e mirantes, além da passagem por um local chamado Fundo Colônia Suíça, onde há vários restaurantes e lojinhas (mas vi nada da Suíça) e onde se prova o Curanto de que falei acima. O Cerro Catedral vale subir, além da vista, pela oportunidade de esquiar ou apenas brincar na neve. Mas eu conto sobre os 15 dias que fiquei na região de Bariloche no post Bariloche: Roteiro de Inverno, porque tem muito mais para fazer por lá além desses passeios, inclusive cruzar a fronteira com o Chile e ficar de cara com o Osorno, o vulcão inativo com cobertura permanente de glacê neve, passeio denominado Cruce Andino, que eu também fiz a convite da Turisur.

Voltagem/TomadasQue carinha de desapontada!
Leve seu adaptador. A voltagem é de 220 volts, então se seus aparelhos não forem bivolt (a maioria dos modernos é, como celulares, tablets) vai precisar de um transformador. Ou não os leve. Algumas tomadas dão acesso a plugs de dois pinos redondos, como mostra a foto abaixo:tomadas em Bariloche

Fuso Horário
Mesmo horário de Brasília quando não estamos em Horário de Verão.

Temperatura
No inverno, o sol nasce às 9h e se põe pouco depois das 18h. As linhas curvas do quadro abaixo mostram as temperaturas médias históricas e as colunas azuis, o índice pluviométrico. Outro recurso legal para saber mais sobre o clima, especialmente quando o assunto é neve, é pesquisar câmeras locais na web. Mas não se preocupe, eu já fiz isso pra você: clique aqui.

Se o que você procura é neve, use este website, que dá as condições climáticas especificamente nos centros de esqui.

De Bariloche a…
Villa la Angostura e San Martin de los Andes, passeio denominado Rota dos 7 Lagos.

Villa la angostura Bariloche
Uma das belas paisagens a caminho de Villa la Angostura

⛄  Villa Traful e Villa La Angostura, que em vez de passar por 7, proporciona a vista de 5 lagos e é conhecido como Circuito Grande.
Chile: O passo (fronteira) Cardenal Samoré, aduana e fronteira, fica a apenas 3 horas de carro a partir de Bariloche e você ainda faz a espetacular travessia dos Andes. No Chile, visite Puerto Montt, Puerto Varas, El Frutillar, e os vulcões da região. Lembre-se de que é preciso documentação especial se estiver com carro alugado e quiser cruzar a fronteira, além de pagar uma taxa. A locadora de veículos te informará a respeito.
Não se esqueça que é possível chegar a Puerto Varas, a cidade chilena dos vulcões Osorno e Cabulco, pelo passeio Cruce Andino.

Osorno no Todos Los Santos
navegando o Lago Todos los Santos com o Osorno como testemunha

Aluguel de roupa para neve e equipamento para esqui
Este assunto mereceu um post à parte: Roupa de Neve ou para Temperaturas Negativas. No post Bariloche: passeios e check list, eu dou dicas de preços e de onde comprar roupas de neve no Brasil.

Com roupas apropriadas, você pode, literalmente, rolar na neve
Com roupas apropriadas, você pode, literalmente, deitar e rolar na neve. Eu, fazendo anjinho!

Wifi
Estava procurando por wifi em locais públicos, mas me lembrei que a maiorira viaja no inverno, então quem vai ficar em local público, aberto, para se conectar??!!! Além de hotéis, restaurantes também oferecem conexão. Encontrei um site que lista acesso à Internet em diversas cidades. Clique aqui para consultá-lo. Atualização: a do McDonald’s é muito boa. Também usei o wifi da loja de chocolates O Turista.

Links para outros posts relacionados a Bariloche

– Bariloche: Passeios e Checklist
– Puerto Blest e Los Cantaros: O Melhor passeio de Bariloche
– Isla Victoria e Bosque de Arrayanes: Natureza e História em Bariloche
 Primeiro Encontro com Bariloche

– Cerro Catedral: um templo para brincar em Bariloche
Roupa de Neve ou para Temperaturas Negativas
– Bariloche: Roteiro de Inverno
Cruce Andino
Cerro Tronador: Lagos, Geleiras e Vulcão em Bariloche
– Cabaña del Lago: um refúgio em Puerto Varas, Chile
– O que Fazer em Puerto Varas
-Puerto Varas: guia para sua viagem

Link para a agência Turisur, que me levou aos melhores passeios
www.turisur.com.ar

O lago Los Cantaros
O lago Los Cantaros

 

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