San Diego: onde ficar e review de hotel

Se você chegou até aqui provavelmente fez a boa escolha de conhecer a cidade de San Diego, muitas vezes preterida por Los Angeles e São Francisco, as queridinhas californianas. Mas San Diego é capaz de agradar a todas as tribos! Já falei de minhas impressões sobre a cidade no post Roteiro de 3 dias em San Diego, dá uma passadinha lá também. Neste post organizo as opções de hospedagem em San Diego, que vão de hotéis, passam por casinhas térreas conhecidas como bangalôs a B&Bs charmosos, tudo agrupado por bairros ou distritos.

A escolha da localização de seu hotel pode modificar a impressão que você formará sobre a cidade, mas se a grana falar mais alto, escolha pela tarifa mais econômica, porque estará bem localizado em qualquer ponto de San Diego, servido por bom transporte público e acesso rápido a highways mesmo para ir de um bairro a outro.

Hotel nas praias de San Diego
As praias de San Diego estão entre as mais bonitas da Califórnia e há várias opções de onde ficar.

La Jolla (leia la róia): fica a noroeste do centro de San Diego, a mais afastada, e é um bairro chiquetoso, com galerias de arte e lojas de grife na Prospect Street. Ao mesmo tempo, tem aquele ar praiano, relaxado, ruas largas e enfileiradas por coqueiros As crianças adoram os leões marinhos de La Jolla Cove e quem curte ondas ou mergulho também tem seu espaço garantido.
La Jolla Cove
Coronado: Coronado não é um bairro de San Diego, mas um município. A área útil da península, ou seja, a região civil, aberta ao público e para moradores, equivale ao centro de San Diego e se espreme entre a base naval anfíbia e a aérea da Marinha, por isso não há tnatas opções de hospedagem como nas demais praias. A praia é linda! Tem areia branquinha, pedras e vegetação e o histórico Hotel del Coronado é a principal atração, mas não a única. Leia mais sobre Coronado neste post. Ponto negativo: o barulho dos caças e helicópteros que sobrevoam a praia para pousar na base aérea.
Praia de Coronado

Ocean Beach, Mission Bay e Pacific Beach: Bem, minha viagem não foi para curtir praia e eu só passei por essas áreas, mas se você quer ficar pertinho do mar, you belong here! Também fica perto do Sea World e o pier de Ocean each é ponto de encontro para o por do sol.

O pier de Ocean Beach
Nem tanto ao centro, nem tanto ao mar 
Old Town e Região Hoteleira de Mission Valley
Embora não esteja no centro, esta é uma região movimentada e onde estão os hotéis mais modernos da cidade. É onde fica o Old Town State Historic Park, ou simplesmente Old Town San Diego. Aliás, é possível se hospedar dentro do parque, no Cosmopolitan Hotel. Lá não faltarão atrações e opções para desfrutar da autêntica comida mexicana e de sua música e aprender sobre a Califórnia espanhola. Ficar nesta região também é legal para fácil acesso ao Parque Balboa e ao famoso zoológico de San Diego.
Leia sobre minha visita a Old Town e La Jolla.

 clique aqui para ver hotéis e preços na região de Old Town

A fachada do Cosmopolitan, em plena Old Town San Diego, tem ambientação estilo western

Hotel no Centro de San Diego
A arquitetura do centro de San Diego reflete sua personalidade: é tão culturalmente diverso quanto a cidade e edifícios altos e modernos contrastam com estilo barroco do final do século 19. O lugar mais charmoso do centro, na minha opinião é a área revitalizada nomeada Gaslamp Quarter. Esqueça o que você sabe sobre áreas centrais em grandes capitais: esta região, sobretudo o Gaslamp, tem muitas opções de bares e restaurantes e a vida é bem tranquila, mesmo no centro. Eu fiquei hospedada lá e sendo de São Paulo me divertia olhando o “trânsito” da hora do rush! Fica um pouco longe do Balboa Park e Old Town, mas tem acesso fácil às highways e chega-se nesses pontos bem rapidinho. É possível caminhar até o waterfront, onde ficam atrações como o  Museu-porta-avições USS Midway, até o centro de Convenções ou ainda até o Sea Port, uma área fofa com lojas especializadas e restaurantes. Uma das desvantagens de ficar no centro é o alto custo dos estacionamentos. Evite deixar com o manobrista do hotel e economize não só na gorjeta, mas na tarifa também. O centro tem vários estacionamentos públicos (public parking) que podem ser usados por qualquer um, calculados por hora a preços variáveis de acordo com o horário, comercial ou não.

 clique aqui para ver hotéis e preços na região central de San Diego

 

Um dos prédios históricos no Gaslamp Quarter

Review do hotel onde nos hospedamos
Escolhi o centro porque tem fácil acesso a outras regiões e porque me apaixonei pelo edifício histórico onde o hotel Courtyard by Marriott está instalado. Todo restaurado, manteve as características do antigo banco que ali funcionava e caprichou na decoração. OK, bancos não têm a mesma aura de uma residência de um nobre medieval e não são peculiares como uma tenda num safari na África, mas o prédio é lindo. Foi o primeiro hotel reservado para esta California trip, e depois baixei a bola, ficando em hotéis mais simples e econômicos. 

O check-in foi rápido e atencioso, assim como o check-out, mas foram os únicos contatos que tivemos com o pessoal. O quarto estava limpo e os lençois e travesseiros eram de boa qualidade. Apesar de estar na região central, não havia barulho de trânsito e o hotel era bem tranquilo, com turistas e pessoas viajando a negócios também.

A tarifa escolhida não incluía café da manhã e isso fez com que ‘perdêssemos’ muito tempo indo a um restaurante, escolhendo, comendo, pagando. Tá, pode falar que eu sou louca, que estava de férias, que devia aproveitar tudo com calma. Eu sei, mas eu tinha taaaanto pra fazer em San Diego (e olhe que era nossa segunda vez por lá)… Então nos dias seguintes acabamos comprando alimentos no Starbucks e comendo no quarto ou fazendo picnic (gente, odeio o aportuguesamento desta palavra, vai em Inglês, mesmo).

O saguão do Courtyard by Marriot

Você deve ter notado que os links deste post são para o site do Booking.com e esclareço que é o site que uso para minhas reservas, então indico porque confio. Além disso, se você reservar através desses links ou clicando no logo do Booking no meu blog, não gastará nada a mais e ainda contribuirá para a manutenção do blog, pis recebo uma pequena comissão. É uma maneira simpática de agradecer pelas dicas que compartilho com todo carinho.

 E você, já esteve em San Diego? Onde se hospedou? Conte aí nos comentários!

O skyline d eSan Diego, com a ponte Coronado em primeiro plano. Foto: John Bahu divulgação
Anúncios

Hotéis temáticos

A rede hoteleira tem se superado na oferta de conforto, tecnologia, praticidade e beleza para conquistar um público cada vez mais exigente. Alguns hotéis preferem cativar um público que além de tudo isso, preza pelo diferente e por um mergulho mais intenso na cultura ou no ambiente em que estão localizados – ou não.

Fiz uma pesquisa e me diverti com alguns desses hotéis, mesmo sem estar hospedada lá. Confira!

Fantasy Land Hotel, em Edmonton, Canadá
O Fantasy Land oferece quartos para todos os gostos – e fantasias! fantasylandhotel.com

western-theme-roomnostar

 

Greenwood Fanta Suitesem Burnsville, Minnesota, Estados Unidos
Não sei se os americanos se superam no faz de conta ou se seus hotéis são mais acessíveis na rede. Eis outro hotel com vários temas – ou fantasias. Quem sabe você vai parar na Lua!

fantasuite-hotel-space-odyssey

 

Ostbevern, Alemanha
E você achava que isso não existia! Depois de beber bastante cerveja alemã, você pode passar a noite em um barril! O proprietário diz que está disponível para acolher pessoas de cabeça aberta. Claro! Você pode reservar pelo AirB&B.

mh_interna_quarto-do-barril-bem-legaus-1

 

Meu Malvado Favorito, em Orlando, Estados Unidos
Do ladinho dos Parques da Universal, o hotel Portofino oferece alguns quartos temáticos, todos com o universo dos simpáticos Minions.
Resort
Caribbean Beach Resort, em Orlando, Estados Unidos
Este foi o único temático em que ficamos por enquanto e achei um barato! Além do quarto, o parque aquático do resort também tem ares caribenhos. Mas nem todos os quartos são temáticos.

Screen shot 2010-10-27 at 11.13.39 AM

 

Adventure Suites, em North Conway, NH
Alguns exageram e beiram o mau gosto. Neste hotel em New Hampshire, nos Estados Unidos, você pode dormir numa concha ou ao estilo Harley-Davidson. A foto abaixo é a do quarto menos, digamos, esquisito que encontrei no site deles.

jungle-0

 

Hotel Kakslauttanen, na Finlândia
Caso seu sonho seja dormir em um iglu mas você não tenha vocação para personificar um inuit, o hotel com nome tão difícil de pronunciar quanto encarar o frio finlandês é a escolha certa para você! De quebra você conhece a Lapônia, terra do Papai Noel. Ah, além dos iglus, as cabanas de toras de madeira com lareira são um charme!

Hotel Kakslauttanen, Finlândia

Hotel de Glace, Quebec, Canadá
Não precisa ir até a Lapônia para uma aventura gelada. Mas precisa esperar o inverno chegar, claro!
Hôtel de Glace de Québec


Haoduo Panda Hotel in the Sichuan
Na terra dos pandas, com os pandas! Quem sou eu pra julgar…

imagesCA14OEKB
Georgia House Hotel, em Londres
O hotel não é temático por completo, apenas alguns quartos são ao estilo do bruxinho mais famoso do mundo.

harry-potter-hotel-room2

Hotel Éden, em Taiwan
Este não é exatamente um hotel, mas um motel, nos moldes dos que temos no Brasil, com período de três horas. Ah, entendi o nome!

batman-3

V8 Hotel, em Stuttgart
Mulher casada adverte: se você, homem, escolher um quarto desses, deixe a namorada ou a esposa e viaje com um amigo!
Meilenwerk-Hotel-2-thumb-550x417

Meilenwerk-Hotel-3 (2)

Vários estilos (duvidosos rsrsrs), em Las Vegas, claro!
Dormir sentindo-se numa praia do Havaí ou tomar banho em uma banheira-caixão. Tem ainda quarto cupido, disco e Egípcio. Clique aqui para o website.
disco_main_big egyptian3

Sob o mar de Fiji
Ah, eu quero!! Website.

Poseiden-Under-Sea-Suite-Fiji

Legoland Hotel, Carlsbad, Califórnia
Há três tipos de temas para escolher e todos os quartos são temáticos.
LEGOLAND-Hotel-6a0a4a9baacd4a829b49cba0144365df

Se você achou esses hotéis um tanto estranhos, saiba que existem hotéis em formato de beagle (raça canina) e quartos com caixões ou com roda de hamster e cama de feno. Pois é, parodiando o pai dos blogs de viagem: “viaje na viagem”!

Ou se você preferir algo mais básico, clique no logo da Booking.com aí à direita (na versão PC) ou no final do blog (se estiver em versão smartphone) e reserve seu hotel. Não vai te custar mais e vai me render uma comissão. Uma forma simpática de agradecer pelas dicas compartilhadas pela blogueira que vos escreve! Brigadinha.

Tipos de hospedagem: Hostel=Albergue. Da série “Vou Viajar, e agora?”

Este post faz parte da série Vou viajar e Agora? e é o primeiro dedicado a hospedagem, que ainda conta com um sobre Troca de Casas e outro post sobre B&B (pousadas) e aluguel de temporada.

Você que acompanha o blog sabe o quanto eu A-M-O a Internet (e se você, como eu, viveu parte de sua vida sem ela, vai entender!), que trouxe inúmeros benefícios para o viajante, possibilitando a emissão de nossos bilhetes aéreos, a compra de ingressos para espetáculos e passeios, a reserva de restaurantes, o planejamento de itinerários, o compartilhamento de dicas de viajantes do mundo todo, enfim, uma lista numerosa de vantagens.

A hospedagem é um dos itens do planejamento facilitado pela Internet. Além da pesquisa de disponibilidade e preços, é possível ver fotos dos quartos e da área de lazer e ler a avaliação de gente como eu e você que se hospedou no hotel que você procura. Dois sites que eu uso para fazer minhas pesquisas são:

📌 TripAdvisor

📌 Booking.com

Há várias opções de hospedagem atualmente, além da rede hoteleira, da qual nem vou falar por ser a forma clássica de hospedagem. Neste post falo sobre hostels, os famosos albergues.

Sorry, mas essa foi para as leitorAS do blog, maioria absoluta por aqui. Aos leitores homens, que concordem com a maioria! rsrsrs
Sorry, mas essa foi para as leitoras, maioria absoluta do blog. Aos leitores homens, que concordem com a nossa maioria! rsrsrs

HOSTEL
A cara de albergue permanece em muitos deles, com beliches dispostos em quartos grandes e público jovem, banheiro coletivo, algo que não atende muitas das pessoas que como eu são casadas e prezam por certo conforto e privacidade. Quando eu era bem jovem (porque ainda me considero-ehehe), não me importava em dormir em barraca, tomar banho na cachoeira e usar a mata como sanitário, mas hoje eu quero uma cama bem macia e um banheiro limpo e privado! Mas se não pudesse bancar, encararia qualquer hospedagem pelo prazer de viajar!

Hostels são legais para quem viaja solo, pois bancar um quarto de hotel ou pousada sozinho é cruel! Além da questão financeira, hostels naturalmente aproximam os hóspedes, seja no quarto coletivo, seja na área social.

Às vezes o mesmo endereço pode ter diversos tipos de acomodação e atender desde mochileiros a casais. Tome como exemplo o Hi-Midpines Yosemite Bug Rustic Mountain Resort, a 50 minutos do Vale do belíssimo (ou do belíssimo Vale) Yosemite National Park, na Califórnia. Há quartos estilo dormitório, com beliches no mesmo ambiente, quartos mais confortáveis e até studios, com cozinha, quarto e saleta. Resta conferir se o valor vale a pena!

O quarto King do
O quarto King do Yosemite Bug

Muitos hostels têm uma pegada futurista, como este em Singapura, o Wink , com suas pods que, para sua comodidade, dispõem de plugs para recarregar seus equipamentos e iluminação para leitura. Cozinha equipada e lavanderia também estão à disposição.

singapure_Wink
Wink, em Singapura

No Rio de Janeiro, um hostel que tem uma decoração tão caprichada que saiu até em revista de Arquitetura, é o Rioow (pela escrita, pensado para os gringos!).

Rioow4
A área de refeições do Rioow


Hostels oficiais e Hostels independentes

Os hostels oficiais pertencem a um grupo, o Hostelling International, e todos pertencem ao mesmo site de reservas. Se você resolver ficar cerca de 6 noites em um hostel oficial, poderá economizar associando-se ao pagar uma pequena taxa.

Hostels independentes podem ser mais flexíveis quanto às regras, mas talvez isso exija uma pesquisa maior de sua parte para evitar surpresas desagradáveis. Algumas associações divulgam os hostel independentes, como este e este.

Preços

Informações do valor médio da diária, em quarto compartilhado, você pode visualizar neste site.

Nas capitais da América do Sul, cerca de 15 dólares.

Em Boston (EUA), cerca de 60 dólares, enquanto em Miami você dorme a partir de 23, o mesmo valor em Toronto, no Canadá.

Na Europa, Barcelona, 14 dólares; Amsterdam,  16, e Paris, 38.

hostel-clip-art-gray-white-hi

O Que Saber antes de Fechar sua Reserva em um Hostel

OK. Você ficou animado com o custo da diária, gostou da localização, fez pesquisa para ouvir a opinião de quem já se hospedou por lá , mas ainda tem alguns detalhes que podem te ajudar na escolha.

  • Confira sobre o número de camas nos quartos coletivos.
  • O Hostel providencia toalhas e roupa de cama? Cobra por isso?
  • Se é um quarto coletivo, há lockers (com cadeado ou fechadura eletrônica) individuais? Têm o tamanho necessário para sua bagagem?
  • Muitos hostels seguem regras rígidas e fecham das 10 às 17h e alguns fecham à niote, com toque de recolher – o que pode até ser bom, pois evita gente entrando no quarto no meio da noite, fazendo barulho. Pode ser uma má opção se você quiser aproveitar a noite, mas lembre-se que em muitas cidades os bares fecham antes da meia noite. Faça sua pesquisa.
  • Há iluminação e tomadas no seu “leito” para recarregar a bateria de seus equipamentos eletrônicos?
  • Confira a quantidade de banheiros do hostel. Alguns não dispõem de banheiros coletivos, como os sanitários de locais públicos, com várias “baias”. O banheiro é dentro do dormitório ou fora? Em um quarto coletivo, isso pode significar horas de sono roubadas pelo barulho de outros usuários. Fora o cheiro…
  • É servido café da manhã? Há copa/cozinha para quem quiser preparar as próprias refeições?
  • Existe lavanderia?
  • Como é a área comum? Há salas de jogos, de estar…?, um ponto importante, pois quem fica em albergue normalmente curte conhecer outros viajantes.
  • Depósito para bagagem – e se há custo. O mesmo para early check in e late check out. Nem sempre o horário que você chega ou precisa deixar o hostel coincide com o seu voo.
  • Essa acho que nem precisava falar, mas vamos lá: wifi disponível.

Para começar sua busca, visite estes websites:

📌  Hostel World

📌 Hi Hostels 

Deixo claro que eu nunca fiquei em um hostel. Nos meus vinte anos estava estudando e trabalhando, preparando o meu futuro. Viajar, mesmo que fosse mochilando, não era uma opção. Talvez por isso tenha essa sede de viajar agora. Todas as informações aqui prestadas são fruto de pesquisa realizada na minha tão amada Internet.

Na próxima semana, publico sobre Home Exchange ou Troca de Casas.

Inglês em viagem: essencial (! ou ?)

nospeak-175x175[1]

Muita gente me fala que não viaja “desempacotado” porque não fala Inglês. Que pena! Os pacotes te limitam, normalmente você não pesquisa nada sobre o destino pois terá o guia te contando todos os fatos culturais e históricos, não é? Aí ele vem com tanta informação de uma só vez que quando você volta pra casa já se esqueceu ou está confuso. A não ser que seja aquele guia apaixonante que ama o que faz a ponto de sempre parecer ser sua primeira semana de trabalho. É igual à escola: se o professor nos encanta, a gente não esquece. Você vai correr esse risco na viagem dos seus sonhos???

Além disso, não falar a língua local ou a internacional (Inglês) rende tantas histórias engraçadas! E se você for bom de mímica, está garantido! E no fim, essas situações acabam fazendo parte de nossas memórias de viagem, não é mesmo? Uma tia precisou de absorventes e não tinha a mínima ideia de como perguntar sobre farmácias.  Gesticulou até que usou apenas uma palavra mágica: Tampax. Pronto. Resolvido.  Uma amiga conseguiu pedir o Tenderloin no Rainforest Cafe, mas quando o atendente quis saber o ponto da carne, surgiu a falha na comunicação. A palavrinha mágica aí também resolveria, não acham? Em um ônibus urbano próximo a Veneza, um rapaz oriental apontou para seu celular onde pude ver a foto de um hotel. Como eu não conhecia o hotel, pedi ajuda a outro passageiro que  sinalizou o ponto em que deveria descer. O que poderia ter dado de errado? No máximo ele desceria em um outro ponto até que finalmente encontrasse o hotel.

Então vá com o coração tanquilo, mas antes aprenda algumas palavrinhas básicas e mágicas em Inglês que te ajudarão a “desempacotar”(se a conversa não sair do roteiro, claro). Em nossa primeira viagem aos Estados Unidos, orientei meu marido a falar para um raro frentista de posto de gasolina na Califórnia: “Fill it up, please.”.  Achei divertida a surpresa dele ao perceber que “funcionava”. Quer dizer, você não sabe falar a língua, mas pode usar algumas frases para ser compreendido e atendido em suas necessidades – desde que seu interlocutor saiba Inglês, claro! Caso seu destino seja mais Oriental e você queira realmente mergulhar em pequenos vilarejos chineses ou cambojanos, you`re on your own!  Boa sorte e na volta me conte tudo! kkk

Que tal baixar em seu celular um aplicativo que pode te ajudar em diversas situações? A play store e a i tunes têm várias sugestões. Listei duas:

  • Na Ponta da Língua, para Ipad/phone. https://itunes.apple.com/br/app/na-ponta-da-lingua/id398558659?mt=8
  • Conversação para viagens, Android, grátis, pela Google Play. Se quiser o áudio (indispensável se quiser falar tcheco ou alemão – rsrsrs), pagará R$ 11,29 por língua ou o pacote completo por R$ 64,75.  Tem 22 línguas e temas como  hotel, carne, viagens de trem, avião , banco, emergência, etc.

Existem muitos outros aplicativos disponíveis no mercado, mas nada melhor do que saber Inglês, hein? Que tal aproveitar o início do ano e se matricular em um bom curso? Eu já fiz minha inscrição para aulas de italiano!

Guardati! (aprendi no aplicativo-rsrsrs)