Roteiro NY – dia 5: Brooklyn Bridge e High Line Park

Este post relata o dia 5 de nosso roteiro de 5, 6 ou 7 dias em NY, viagem de dois adultos e uma pré-adolescente feita em outubro de 2015. Veja no final, links para os demais posts com dicas de NY.

O que visitamos neste dia:

– região do Soho e (tentativa do) Central Perk de Friends
– High Line Park (Chelsea)
– Brooklyn Bridge e Park (Civic Center e Brooklyn)

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Ai, como cansa ser filha de mãe viajandeira!

Penúltimo dia em Nova Iorque, que não rendeu muito, pois nosso ritmo já estava mais lento. Ah, era segunda-feira cinzenta. Por mais que eu ame viajar, dias cinzentos me afetam, não tem jeito, não tenho culpa. Além disso, uma das atividades planejadas para o dia, o Central Perk, furou feio.

Penso se o fato de este ter sido o dia menos planejado de toda viagem tenha a ver com isso. Eu só tinha os destinos e nenhuma dica esperta de restaurantes ou transporte ou de melhores spots para visitar. Tomamos a linha R do metro por ser a mais próxima de nosso hotel e lá no vagão decidimos onde desceríamos. Pensa que blogueiro tem tudo planejado, né? Também sou de carne e osso e deixo de prever coisas que só na hora percebo serem essenciais.

Nossa primeira atividade foi o café que entre setembro e outubro de 2014 montou o cenário do Central Perk, o café fictício de Nova Iorque onde os amigos do inigualável seriado Friends se encontraram e jogaram papo fora por anos a fio. Descemos na Union Square achando que seria possível fazer transferência para outra linha, mas não foi. Olha outra confissão de gente carne e osso: nunca tentei entender completamente o metrô de NY. Pedimos informação se a Rua Lafayette estava muito distante dali para encarar uma caminhada. Muita gente, como vendedores nas barraquinhas ou passantes, não sabia nos informar. Finalmente uma adolescente para quem pedi ajuda prontamente sacou seu Iphone e seus mega rápidos dedos digitaram à mesma velocidade da impressionante conexão com Internet. Coisas de primeiro mundo. Que bom saber que mesmo numa cidade grande ainda haja gente com sorriso disposta a ajudar turistas. E uma adolescente! Pois é, a gente nunca compra chip e usa Internet só onde tem wi-fi. A garota nos informou que seria uma caminhada de 10 ou 15 minutos, então pernas pra que te quero!

Essa região não é muito turística, mas se você estiver por lá, aproveite para comprar eletrônicos na Best Buy bem ali na Union Square. A algumas quadras a Oeste, encontrará a Washington Square, região da Universidade de Nova Iorque.

A caminhada foi longa e não teve nenhum atrativo a não ser observar os edifícios com suas escadas de incêndio externas, a quantidade de prédios que estão sendo reformados ou que foram derrubados para dar lugar a arquitetura mais moderna, com fachadas envidraçadas e coberturas.

A fila de 3 horas...
A fila de 3 horas…
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e meu recado para quem eu tinha prometido visitar o Central Perk.

Enfim chegamos ao “Central Perk”, mas havia uma fila de 3 horas em média para entrar e ver o sofá laranja onde os personagens Ross, Joey, Chandler, Phoebe, Monica e Rachel se sentaram. Eu já tinha perdido 4 horas de NY em uma loja nessa viagem e não perderia numa fila, agora. Fica para quando eu for a Los Angeles, que tem o cenário e tour de Friends.

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Quando os filhos crescem, é a vez deles de fotografar!

Tomamos um taxi e atravessamos a Brooklyn Bridge para flanar (esse verbo fica tão melhor na Europa, parece não combinar com o novo continente, que tem um ritmo mais rápido…) pelo Brooklyn Bridge Park, aproveitando a quietude local e admirando o skyline do Leste de Manhattan.

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O parque tem uma área bastante extensa, com quadras, rinques de patinação, carrossel, com estrutura para crianças e adultos – e turistas! O píer 1 é conhecido como Dumbo. Juro que pensei que tivesse algo a ver como o elefante famoso (nossa, hoje estou me revelando!), mas significa Down Under Manhattan Brooklyn Bridge, e lá tem até uma prainha. A famosa Brooklyn Ice Cream Factory fica ali, mas o friozinho não me animou a provar.

Que tal um picnic com vista para o skyline Leste de Manhattan...
Que tal um picnic com vista para o skyline Leste de Manhattan…
Playground para os menores
Playground para os menores

DICAS: vá no final da tarde de taxi ou metrô (linhas A e C e descer na estação High Street e caminhar em sentido do East River). Espere pelo anoitecer e tire suas melhores fotografias noturnas. Muita gente opta por caminhar de volta a Manhattan para ter a experiência de cruzar a ponte do Brooklyn ao anoitecer, acompanhamento as luzes dos edifícios se acendendo. A ponte tem uma passarela acima das faixas de veículos apenas para pedestres.

Em 1996 caminhamos sobre a ponte do Brooklyn
Em 1996 caminhamos sobre a ponte do Brooklyn

A ponte do Brooklyn é majestosa e histórica: era a maior ponte suspensa do mundo quando de sua inauguração em 1883 e a primeira de aço. Há muitas curiosidades acerca da construção e uma grande festa marcou sua inauguração, mas uma semana depois estima-se que 20.000 pessoas tenham morrido pisoteadas ou esmagadas enquanto a atravessavam, devido a um rumor de que a ponte estaria caindo.

Tomamos outro taxi (o verde, híbrido, que deveria estar movido a eletricidade, de que falei no post NY em 5, 6, 7 dias)  e pedi ao taxista que nos levasse ao High Line Park. Ele não parecia saber onde era nem mesmo depois de minha descrição da atração. Ainda bem que eu tinha  um ponto de referência e chegamos sem problemas. Lá, o taxista disse: “Ah, é aqui, eu trago bastante gente aqui!” Tivemos que andar um ou dois quarteirões, pois eu não sabia exatamente onde haveria escadas para acessar o High Line Park.

Esta é a mais recente “atração” de NYC e se trata de um parque-jardim construído sobre uma antiga linha de trem de carga suspensa, de 1934, desativada em 1980. Então se você não curte urbanismo ou plantas, talvez não vá gostar. Mas se adora grafite e obras de arte ao relento, vai adorar! A região do Chelsea, onde fica, não recebia turistas, mas hoje os sinais de revitalização dos prédios no entorno já começa a aparecer. Planejamento urbanístico aliado ao turismo…

O setor 1, que vai da Gansevoort Street até a West 20th Street,  foi aberto ao público em 2009. Dois anos depois, da W 20th Street até a 30th e mais recentemente até a 34th. Em muitos trechos o guarda corpo é original, de ferro fundido e trabalhado. Em outros, design limpo e moderno.

O mapa do High Line e os acessos
O mapa do High Line, os acessos por escada e elevador e as linhas do metrô em azul

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Em alguns pontos, a via elevada se alarga e dá lugar a bancos para descanso e/ou apreciação da cidade.  Em outros é bem estreita. Há muitos bancos para descanso e o acesso pode ser feito por escadas em sua maioria, mas vários pontos contam com elevador.

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Área de descanso na altura da Rua 26
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Em alguns trechos, os trilhos ainda podem ser vistos
Tem até janela, mas quem observa quem, eu já não sei...
Tem até janela, mas quem observa quem, eu já não sei…
Sabe a plantinha de plástico que você compra na 25 de março Lá tem natural, assim, no parque.
Sabe a plantinha de plástico que você compra na 25 de março pra decorar o seu Natal? Lá tem natural, assim, no parque.

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Eu vi menos obras de arte e grafites que esperava ver. Talvez tenha sido o ponto onde andamos. Mesmo assim, gostei do passeio. O único incômodo é a grande quantidade de turistas. Imagino que com o tempo a tendência seja esse volume diminuir e os moradores terão a chance de desfrutar de um belo parque suspenso.

Não dá pra visitar o High Line sem se lembrar que há proposta (ou divagação) de fazer o mesmo com o vulgo Minhocão, a pista elevada que liga a parte Leste da cidade de São Paulo à parte Oeste. OK, essa construção foi um erro absurdo, é horrorosa mas necessária para quem a usa (qual a alternativa para os motoristas, afinal?) e mais terrível ainda para os moradores dos edifícios da avenida que têm o barulho e a poluição dos carros como vizinhos próximos demais. OK, seria maravilhoso ter um parque onde hoje correm carros, mas primeiro é preciso oferecer serviço público de transporte de qualidade. Mas além dos fatos de ambas serem elevadas e terem defensores de sua demolição, não tinham nada em comum e têm menos ainda agora. Ou você acha que a Prefeitura de São Paulo vai bancar a manutenção e segurança de uma área como essa? Você visitou o Centro Velho de São Paulo ultimamente? Queria escrever um post a respeito, mas fico com medo só de pensar em fotografar o que se vê por lá. Ah, o entorno da bela Sala São Paulo, você viu como está? Se você segue o blog, sabe que tenho uma memória musical popular forte e essas canções tomam vida em alguns lugares que visito. O hino de São Paulo, Sampa, de Caetano Veloso, foi assassinado pelo horror atual da Av. São João com Av. Ipiranga. Ficou Skank: “Se o Brasil não for pra cada um, pode estar certo: não vai ser pra nenhum!”. É isso.

Mais dicas de NY você encontra nos links abaixo. Mais dicas sobre outros destinos, clique no botão SEGUIR e receba nossas atualizações. Se tiver perguntas, você pode usar o formulário de comentários. Ele só será exibido depois de aprovação, então se não quiser vê-lo no blog, é só avisar.

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website oficial do High Line Park

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Aeroporto La Guardia e Delta SP-NY

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Aeroporto La Guardia e o voo Delta SP-NY-SP

Este post faz parte de uma série de 12 sobre nossa viagem a NYC em outubro de 2014. Veja no final desta publicação os links para os demais posts. Este descreve a experiência de voar pela Delta,  em voo internacional e local (EUA),
e fala do aeroporto La Guardia, em NYC.

Nova Iorque tem três aeroportos: JFK, La Guardia e Newark (clique sobre a imagem para ampliá-la).

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Da esquerda para a direita: Newark, LaGuardia e JFK

Foi a primeira vez que usei esse aeroporto e achei o trajeto de taxi ($ 42 dólares no taxímetro, pouco depois das 12h de um dia de semana) bem tranquilo, com trânsito apenas na saída de Manhattan e nada próximo do trânsito de quem vem ou vai ao JFK, o aeroporto internacional. Cada companhia aérea tem seu terminal, então vou falar do terminal C, da Delta.

Eu já tinha feito o check in on line, então só precisamos escanear os passaportes nas máquinas de autoatendimento e emitir nossos boarding passes. Depois fomos ao guichê para despachar a bagagem, que seguiu direto para Guarulhos, destino final. Na sequência, procedimentos de segurança: tira cinto, sapato, celular, tablete, esquecemos de jogar a garrafa de água fora! O funcionário disse que teria que nos fazer algumas perguntas e se podiam ser feitas ali ou se queríamos uma sala para isso. Nossa, já levei um susto achando que ia “pra salinha”. Mais do que depressa eu me desculpei pelo esquecimento e ele perguntou se queríamos dar um último gole antes de jogar a garrafa. Fiquei pensando se não é truque pra ver se é água mesmo ou apenas gentileza.

Mas chegamos ao saguão dos portões de embarque e nossos olhos brilharam! Mesas, balcões, todos TODOS tinham tomadas para recarga de baterias e – pasmem – um I pad por assento!!!! wi-fi de graça e menu do restaurante na tela. Fizemos o pedido e veio tudo como solicitado. A era Jettson chegou! OK, você é jovem e não sabe quem eram os Jettsons. Pergunte a seus pais. O pagamento também é self-service: entre as mesas há um slot para colocar o cartão e teclado para a senha. Só não entendo porque tive que deixar gorjeta de 18% se o máximo que a atendente fez foi trazer as bandejas! O preço como em todo aeroporto é salgado e a comida ruim. Um burger por 18 dólares e $16 por um spaghetti carbonara.

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Fazendo o pedido no Cibo Express Gourmet Market Laguardia

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Voando pela Delta
No voo de ida (SP-JFK), comi bola e deixei para fazer o check in um dia antes de nossa partida (e vc acha que blogueiro faz tudo certinho!). Resultado: só tinha assentos separados ou nos piores lugares (perto do banheiro, por exemplo). Opção: pagar um pouco mais por assentos logo à frente da classe econômica, os de números 15, 16, 17 e 18 onde o espaço é ligeiramente maior, e foi isso o que fiz. Outra vantagem de se sentar bem à frente é que você desce logo do avião não fica no final da fila da imigração. Mas depois ficam todos juntos esperando pelas malas, então nem sempre é vantajoso. Só fiz a compra porque não tive escolha, porque pagar quase 500 dólares a mais só para ficar com a perna um pouco mais esticadinha, não vale mesmo… well, it’s up to you! Além de pagar mais caro, o encosto retrátil da cabeça só funcionou no assento do meu marido. O meu e o da minha filha estavam quebrados. A mídia tem uma pesquisa de satisfação, mas não tem espaço para escrever problemas como esse.

O assento "diferenciado" na econômica da Delta
O assento “diferenciado” na econômica da Delta
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Bom leg room. E olhe que as pernas do homem casado viaja são bem longas

Ah, na hora de fazer o check in on line, não se esqueça de entrar no site The Seat Guru , que além de trazer o mapa da aeronave traz comentários como “esse assento tem pouco espaço para os pés pois tem uma caixa de controle de som.”

O embarque foi muito organizado, primeiro o pessoal do fundão, e assim por diante, entrando pela primeira classe, para nos aborrecer (rsrsrs).

Entretenimento: som ruim, que me desestimulou ouvir música ou mesmo assistir a um filme, que não tem legenda em Português, só dublagem. Não usei os canais de música por causa disso.

refeição de bordo
jantar: massa ou arroz e feijão com frango refogado no molho; salada verde com tomates, pãozinho, manteiga, queijo processado tipo Polenguinho, biscoito salgado e cookie de chocolate. Café e chá são oferecidos duas ou três vezes e eles dão uma garrafinha de água mineral a cada passageiro, o que achei muito inteligente. Bebidas incluem vinho e cerveja.

Café da manhã: chá ou café, suco, barrinha de cereal, sanduíche quente de cheddar com verdura surpresa (não sei o que era, pois não consegui comer o lanche). Ainda bem que guardei biscoito e cookie que sobraram do jantar!

No voo doméstico (NY-Detroit), foram servidos refrigerantes e pacotinhos de mini pretzels. Bebidas alcoólicas poderiam ser adquiridas mediante pagamento.

Pontualidade: Tivemos uma hora de atraso no voo NY-Detroit e quase perdemos a conexão para São Paulo.

Programa de Milhagem
Delta faz parte do SkyTeam e seu programa de fidelidade é o Skymiles, tendo a Gol como parceira brasileira.
Leia sobre emissão de bilhetes aéreos e sobre programas de fidelidade aqui.

A Conexão em Detroit
Adorei fazer a conexão em Detroit, pois esperava ver uma cidade industrializada ou quase fantasma devido à crise automobilística e o que vi do avião foram os subúrbios coloridos pelo Outono. Não me entendam mal, eu tenho consciência de que Detroit tem muitos problemas econômicos, mas eles não apareceram na janelinha do avião. Conto o que vi.  Quanto ao aeroporto, parece ser muito legal (parece, porque não tive como explorar): como ele é uma reta longa, há um trenzinho aéreo ligando os portões de embarque, além de todas as esteiras horizontais que facilitam o deslocamento dos passageiros. Igalzim aqui.

O metrô interno do aeroporto de Detroit
O metrô interno do aeroporto de Detroit

E você, já voou pela Delta ou usou o aeroporto La Guardia ou de Detroit? Deixe seu comentário logo abaixo. Outras pessoas podem aproveitar as dicas.
Conhece alguém que está planejando viagem a NYC? Indique o blog Mulher Casada Viaja. Brigadinho.

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Outono e o Fall Foliage em NY

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Nova Iorque: Guia para planejar sua viagem

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Se você está lendo este post é muito provável que tenha uma viagem a NYC em vista – ou que a cidade que não dorme esteja no campo dos sonhos; ou ainda que já tenha visitado e goste de matar a saudade lendo a respeito, vendo fotos de outros viajantes, etc. Não importa. Quanto mais você ler a respeito, mais vai se apaixonar. E beba de fontes diversas, porque cada um tem um jeito de viajar e a mesma cidade é vista de maneiras diferentes. No final deste post, há links para outras onze publicações sobre NYC. Enjoy!

0. visto americano e passaporte. Lembre-se: passaporte com validade mínima de 6 meses. Leia dicas de como emitir ambos aqui.

1. Em que época. Se você puder escolher a época, considere que o clima influencia seus passeios e consequentemente no proveito de sua viagem. Eu sempre tive que viajar no verão, seja no hemisfério norte ou sul, por causa das férias escolares. Algumas vezes minha filha matou aula para que pudéssemos aproveitar a primavera ou o outono, melhores épocas para Europa, Estados Unidos e Canadá, na minha opinião. Não é alta temporada na maioria dos destinos (a Flórida, por exemplo tem a alta temporada no inverno, quando os americanos migram para o Sul junto com os pássaros) e o clima mais ameno permite longas caminhadas sem tanto cansaço. Já fui a NY na primavera, no verão e no outono. Gostei mais do outono, pois tem um friozinho suportável e delicioso para nós brasileiros. As árvores ficam lindas e a cidade fica mais divertida pela decoração de Halloween. Em novembro tem o principal feriado americano, o Dia de Ação de Graças.

Na minha opinião, o Outono é a escolha certa!
Na minha opinião, o Outono é a escolha certa!

O verão é insuportavelmente quente e caminhar se torna mais desgastante. Mas é gostoso ir ao Central Park e ver toda a gente tomando sol no gramadão. Também tem teatro, filmes e muitas atrações gratuitas ao ar livre que não acontecem nas demais estações. Mas também está mais cheia…

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Ir no inverno deve ser lindo, mas a beleza acaba quando a neve começa a derreter e vira aquela laminha preta de sujeira. O pior nem é o frio, mas o vento que corta. Já senti isso quando a temperatura caiu em alguns dias do Outono, com chuva fina e vento forte. Além disso, quanto mais perto do Natal, mais maluca fica a cidade, que já é maluca! Mas não posso dizer “dessa água não beberei!” Um dia vou no inverno para curtir o Natal, sim!

2. Passagem aérea. Leia o post com dicas para comprar a sua aqui no blog.

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O Park Lane Hotel visto do Central Park

3. Onde se hospedar. Há hospedagem em toda Manhattan, para todos os gostos e bolsos. Minha sugestão é você ficar em uma região que vai frequentar mais. Nessa útlima viagem, ficamos em frente ao Central Park, pois iríamos a dois museus dali, ao zoo e ao parque. Além disso, ao menos uma vez na vida se dê o presente de ficar com uma vista de tirar o fôlego. O ponto negativo foi que os restaurantes ao redor eram caros e tínhamos que nos deslocar para jantar. Midtown e região da Times Square são opções legais e mais acessíveis para o turista médio. Hospedagem em NY é cara. Desconfie de valores muito baixos em relação a outros hotéis. Evite ficar no Brooklyn ou Queens, pois precisará “viajar” (commute) todos os dias. Também não se recomenda ficar ao Norte do Central Park. Minha primeira vez foi clássica! Aluguei um studio pertinho da Times Square, que apelidamos de Joe’s apartment. Ou era dormir com as baratinhas ou com o cheiro de inseticida. Combo duplo! Naquela época não havia Internet para pesquisar. Hoje, eu leio avaliações de quem ficou e reservo pelo site de buscas Booking.com. Se você achar os preços de lá bons, reserve clicando no link acima. Você não paga nada a mais por isso e o blog recebe uma comissão que ajuda a pagar os custos de mantê-lo no ar. É uma forma simpática de agradecer quem está sempre compartilhando dicas de viagens, não acha?

Vista do central Park

Escolhi o Central Park Lane porque havia uma diferença não tão significativa entre ele e bons hotéis em Midtown (localização que considero ótima). O café da manhã não está incluso (30 dólares por pessoa). Meu objetivo era ter uma vista do Central Park, já que viajamos no Outono e queria apreciar a mudança das cores das árvores, e isso orientou minha escolha.
O atendimento na recepção foi bem impessoal, com exceção do carregador de malas muito simpático. Nossa tarifa havia sido paga no momento da reserva, meses antes, e no momento do check in eles lançaram o valor novamente no meu cartão de crédito. Quando questionei, o funcionário não conseguiu explicar o porquê e ficava repetindo a mesma coisa, como se o problema fosse eu não ter entendido a língua. Chamada a gerente, ela disse ser procedimento do hotel e assegurou que não seria cobrado o valor, e realmente não foi.
O quarto (o nosso era com duas camas de casal) é amplo, as camas extremamente confortáveis, com travesseiros grandes e fofos. A mesa de trabalho serviu bem à minha filha que precisou fazer tarefas da escola durante nossa estadia. Tem dois closets e cofre. Não tem frigobar. A seleção de canais de TV é muito boa, inclusive tem Globo (o hotel é recheado de brasileiros!). Os roupões oferecidos são de um tecido tão ruim que nem tive vontade de vestir. A roupa de cama apresentou furos várias vezes. Em um dia, uma toalha de banho tinha um pelo (!) e outra um cabelo. No dia seguinte, mesmo depois de eu reclamar, uma das toalhas tinha uma sujeira que parecia ser caca de nariz. Já fiquei hospedada em hotéis bem simples e menos pretenciosos e isso nunca tinha acontecido. Pode ser que eu tenha tido azar, afinal, tinha lido avaliações positivas no TripAdvisor.
Resumindo: vale a pena se você quiser ficar em frente ao Central Park. Só.

Também escrevi uma série de três posts sobre outras opções de hospedagem que não os hotéis aqui no blog.

4. Roteiro. Leia, leia, leia. Só assim você vai saber se a sugestão de um guia escrito ou de um blogueiro serve para você. Veja o meu roteiro para 5, 6 ou 7 dias.
Ao ler muito, vai notar que há dicas super descoladas de lugares descolados com gente descolada. Relaxe! Se é sua primeira vez na cidade, vá com alma de turista e curta o basicão.

Lady Liberty vista do ferry da Staten Island: grátis!
Lady Liberty vista do ferry da Staten Island: grátis!

5. Localização
Nova Iorque é uma cidade do Estado de Nova Iorque – e não é a capital! Albany, a 2h30 de carro sentido Norte é a capital. Então temos New York City, assim como Rio de Janeiro e São Paulo, cidades dos respectivos estados.
A cidade é dividida em cinco regiões (boroughs): Manhattan, onde ficam as atrações turísticas, Bronx, Queens, Brooklyn, Staten Island. New Jersey, que aparece no mapa abaixo, é um outro Estado.

NYC no mapa
NYC no mapa

6. Língua: Inglês. Alguns atendentes de restaurantes são imigrantes ou descendentes e falam espanhol.

7. Moeda: dólar. Cartões de crédito são aceitos em todos os estabelecimentos. Leia Trocando em miúdos (ou seja, fazendo o câmbio). 

8. Preços em dólares, sem taxas ou gorjeta.
 Por mais que seja óbvio, não custa ressaltar que tudo o que escrevo baseia-se em minha experiência. Outras pessoas podem ter encontrado valores maiores ou menores. Mas a gorjeta é unanimidade: 15% a 20% do valor da conta em restaurantes ou da corrida em taxis.
– Cerveja Corona ou Bud: $5 a $7, dependendo do lugar
– Coca cola (em restaurante): $3
– Margarita: $10
– chocolate quente: $4,70
– minestroni no Olive Garden: $7,30
– spaghetti com molho a bolonhesa: $ 10
– cheeseburger no Hard Rock: $13,20
– porção de batatas fritas no Hard Rock: $4,50
– 1 pizza margherita para dois: $17
– sobremesa: $9
– Refeição para dois dentro do Metropolitan (lanche, salada para dividir e pote de frutas cortadas): $ 49
– refeição para dois na Academia Barilla (massa, pizza individual, cerveja e sobremesa): $40

O cardápio do Barilla
O cardápio do Barilla

– café da manhã no Green Café (chocolate quente, baguete na chapa com manteiga – I love NY!, potinho de frutas picadas):$ 8
– café da manhã continental (well…) no Green Café: $11

Os preços do Green Cafe
Os preços do Green Café. Clique sobre a foto para ampliá-la

– ingresso adulto Metropolitan: $25 (até 12 anos, crianças não pagam)
– ingresso Museu de História Natural: $ 24 (crianças: $14,50)
– pedágio para e estacionamento no Minnewaska State Park (interior de NY. Leia post a respeito): $13 e $8
– taxi da 6th ave. com a W23th St até a W59th St: $10 (sem trânsito)
– taxi da W59th st. até o aeroporto La Guardia: $42
– tarifa básica de metrô ou ônibus: $2,50

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Material para Scrapbooking

9. O que comer e beber por lá
Não há uma bebida ou comida típica definida, assim como São Paulo. E, assim como em SP, há restaurantes de todas etnias. Mas não deixe de provar o famoso New York Cheesecake. Ah, experimente perguntar o que diferencia um NY Cheesecake de um outro qualquer. Aposto que seu atendente vai dizer: “Eu nunca tinha pensado nisso!” As dicas de onde comemos estão em cada um dos posts do roteiro.

10. Como circular por lá      

  • Taxi – A forma mais prática, mas nem sempre a mais rápida devido ao trânsito, é o taxi. Veja no item 8 preços. Pode não ser a mais barata, especialmente se você estiver sozinho, mas certamente é a mais divertida porque eu adoro puxar papo e perguntar sobre a vida local e em NY motorista nenhum é de NY, então você aprende sobre um monte de lugares. Muitos não falam Inglês, então não pense que o problema é você.
  •  Metrô – O metrô tem várias linhas e poucos quarteirões são desprovidos de estações. Hoje existem aplicativos que explicam que linha tomar, onde descer, etc.  É a melhor opção para se deslocar pela cidade.
Plataforma da linha R na 57th
Plataforma da linha R na 57th

 

  • Bicicleta – antes de me chamar de maluca, saiba que estão sendo construídas ciclovias nas “bordas” da ilha. Mas você pode alugar bikes para atravessar a Brooklyn Bridge e explorar o Central Park. O aluguel de uma magrela básica sai a $44/dia. Confira os pontos em aqui.
  • A pé -Minha primeira opção, em qualquer cidade. Você conhece os detalhes, vê gente, para onde tiver interesse… Embora o trânsito seja pesado, em nada se assemelha ao de SP ou RJ. Os motoristas são cautelosos nos cruzamentos e diminuem a velocidade para pedestres.
  •  Carro – não há necessidade de alugar um carro se for ficar em Manhattan. Nós tivemos a experiência de alugar um para ir ao interior do estado. Escolhi um sábado, pois assim não teria tanto trânsito para deixar a ilha. O problema é que os GPS fornecidos pela locadora não pegam por causa da altura dos prédios, essa foi a desculpa da locadora. Inacreditável! Ainda bem que ainda existem mapas – e planejamento, claro. Leia mais sobre este passeio no link ao final deste post.
    Se você for reservar um carro, faça uma cotação pelo Rentcar.com, site de busca de várias locadoras no mundo todo.
A estrada para o Parque Estadual Minnewaska
A estrada para o Parque Estadual Minnewaska

11. Fuso Horário
Vai depender de quando você for. Em outubro, havia apenas uma hora de diferença,  pois ainda era horário de verão lá e ainda não tinha o horário de verão aqui no Brasil.

12. Como chegar

KSKxZdZPKMEdtWoRo7OcLETmzzjCg91aIFn6VRPFCl5J9QCvfQdw6HOghI-OwcMW1ZQszTB7jEz--_DiIL24dwmzxysEskkrZEM8asNU4RUIsOW-1IwuiMXPJQfDrTdOT4uZ1UdWisFUhv4oEEN7XoCdImSR-sonpzQTuj-okwS0A maior parte dos voos internacionais pousa no JFK (C, no mapa acima). Há outros dois aeroportos na cidade, o La Guardia (A) e o Newark (B), por onde você pode chegar se seu voo tiver conexões em outras cidades americanas.

20141008_072619Logo após desembarcar, você é direcionado para o setor de imigração, onde responderá a algumas perguntas, como motivo da viagem, permanência, endereço. Se o funcionário sentir alguma insegurança ou desconfiar de algo, vai fazer mais perguntas, por isso é importante falar pouco e com firmeza, que você terá seu passaporte carimbado.

Carrinho para malas no JFK: $6. Melhor contar com as rodinhas de sua mala!

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Do aeroporto a Manhattan
Você vai receber várias ofertas de motoristas no saguão de desembarque, não acho seguro aceitá-las. Oriente-se pela sinalização: à direita do saguão fica a fila para os taxis, cujo valor é tabelado de acordo com a região, mas em out/14 custava 52 dólares mais gorjeta. O trânsito na região do aeroporto é estilo Marginais em SP e a viagem leva mais de uma hora.

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O táxi é boa opção se você estiver acompanhado, mas se estiver sozinho (e não tiver muita bagagem) talvez valha a pena usar o AirTram (trem elevado ao custo de 5 dólares) até Jamaica, um bairro do Queens. É lá que você paga a passagem, olhe que engraçado. A partir daí, há duas opções:
1. LIRR = Long Island Rail Road ($14.50), que leva cerca de 50 minutos até Penn Station, em Midtown;
2. as linhas E ou A do metrô ($7.50), descendo na estação Penn, que leva cerca de uma hora.

Leia sobre o voo de retorno no post Aeroporto La Guardia (link abaixo)

13. Temperatura
Confira a temperatura antes de comprar aquela passagem super barata. Nevascas te impedem de sair do hotel, voos são cancelados, a cidade que não dorme para.

Tempo Nova York

Nossa, esse post ficou bem gordo… Acompanhe os outros sobre Nova Iorque, porque tem mais gordura por aí! E se você tiver alguma pergunta, manda que eu respondo. Mais dicas sobre outros destinos, clique no botão SEGUIR e receba nossas atualizações.

14. Seguro Viagem
Último item, mas muito importante. Eu já viajei sem, mas acho uma tremenda imprudência. Se você tiver qualquer tipo de problema, não só de ordem médica, mas dentário, legal (lembra da tolerância zero em NY!), extravio de bagagem, o seguro vai cobrir as despesas. O Mulher Casada Viaja tem parceria com a Mondial Assistance que frequentemente oferece descontos para os leitores. E se você comprar seu seguro através do blog, eu recebo uma comissão, veja só. Não é uma forma legal de ajudar quem sempre tem dicas de viagem para compartilhar? Clique no logo da Mondial à direita (se estiver em um PC) ou no finalzinho do blog (se estiver em smartphone).

15. Compras
Há quem escolha Nova Iorque para unir a visita à cidade ao prazer das compras. Há comércio para todos os gostos e bolsos e escrever sobre isso requer um guia à parte. Fora de Manhattan você encontra Wallmart, Target. Bed, Bath & Beyond (produtos para casa) fica n 270 da Greenwich St. A loja de departamento Century 21 é uma das opções mais procuradas na ilha (fica na Courtland, 22). Fora de Manhattan, há três outlets:
– o Woodburry Common Premium (498 Red Apple Court Central Valley), a 80 quilômetros ao Norte de Manhattan. Segue a arquitetura dos outlets de Orlando, aberto, mas NY não tem o clima de Orlando, então em dias de extremo frio ou chuva pode ser um problema escolher ir para lá.
– Jersey Gradens (Rodovia NY Turnpike, saída 13A), a 8 quilômetros do aeroporto Newark
– Bergen Town Cener (Rota 4 no cruzamento com a Av. Forest Paramus, New Jersey).

Escrevi um post sobre lojas de brinquedos em NYC. Veja link no final desta publicação.

Se você quiser comprar pela Internet e mandar entregar no hotel, saiba que a maioria cobra taxa por pacote recebido. Pela Amazon, há a opção de mandar entregar em locker, um “armário” que normalmente fica num 7Eleven ou outra loja 24 horas´e só é aberto com o código fornecido pelo sistema da Amazon.

16. Medidas
Os Estados unidos não usam o sistema métrico, então saber estas medidas pode lhe ser útil:
1 pé = 30,48 centímetros
1 galão = 3,87 litros
1 milha = 1,61 quilômetros

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Nova Iorque foi a primeira megalópole que conheci, depois de SP, minha terra, como diz o Zé Luís da 89 Rádio Rock. Ainda me lembro do medo que senti ao olhar pela janela do taxi amarelo que me levava do aeroporto até Manhattan. Olhando o skyline, no tráfego intenso, taxista com semblante fechado, a sensação de que não éramos bem-vindos e de que a cidade ia nos engolir foi marcante.

Entretanto, não foi essa a experiência que tivemos, e deixamos Nova Iorque (é feio escrito assim, mas é o correto) com uma primeira impressão muito positiva, de uma cidade segura e amigável ao visitante, considerando a facilidade para deslocamentos e o convite a caminhar, por ser plana e ter adotado números em muitas de suas ruas ao invés de nomes, o que o GPS humano agradece. Naquela época era uma delícia viajar! Muitas coisas de lá ainda não tinham sido importadas para cá, então até ir ao cinema ou comer cheesecake era uma experiência diferente (Cinemark com suas multisalas e super sacos de pipocas só chegou depois ao Brasil, por exemplo). Gostamos tanto de NY que no ano seguinte voltamos para mais uma visitinha esticada depois de conhecer o Canadá.

Deixe-me falar uma coisa sobre segundas visitas: elas são capciosas. Sabe quando você conhece uma pessoa e se encanta nos primeiros encontros e quando começa a conhecê-la o verniz se desfaz? Nessa segunda visita, eu vi uma NY suja, de trânsito caótico, com gente apressada e indiferente, mas ainda gostei, só tive um olhar mais crítico.

Agora eu vou a NY para uma terceira visita, pois como estou em meu ano Sabático, vou finalmente realizar o sonho de estar no Nordeste americano em Outubro. Explico: outubro era um mês impossível para me ausentar do trabalho e eu sempre quis estar por lá durante  o chamado Fall Foliage, período em que as folhas das árvores mudam de coloração antes da queda.

Será, será que essa vai ser a vista? Please, please me!
Será, será que essa vai ser a vista? Please, be, please be!

Além do Outono em Nova York,  sabe o que vai estar rolando na cidade entre 17 de setembro e 18 de outubro de 2014?  A Warner e a marca de café Eight O’Clock vão montar o cenário do Central Perk, onde a turma do seriado Friends “se encontrava” para um café e bate-papo – e a Phoebe (Lisa Kudrow) tocava violão e cantava Smelly Cat. Coisa de fã, eu sei, mas como somos, já incluí no meu roteiro!

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Segundo o Estadão (http://blogs.estadao.com.br/viagem/cafe-de-friends-chega-a-nova-york-por-pouco-tempo/), o famoso sofá vai estar por lá e o barman-eterno-apaixonado-por-Rachel (Jennifer Aniston), o tímido Gunther (James Michael Tyler), promete aparições especiais.

Você já viu essa vitrine quantas vezes? Foto de wikia.com
Você já viu essa vitrine quantas vezes? Foto de wikia.com

O café funcionará na 199 Lafayette St. , Downtown, das 8h às 20h durante a semana e das 10h às 20h aos finais de semana. Em Los Angeles, os visitantes dos Studios da Warner podem até se sentar no sofá para uma foto. Espero que em NY seja assim também! Eu posto fotinho em Outubro, se Deus quiser!

Ah, e se você é fã, dê uma olhada neste vídeo, do talk show americano do apresentador Jimmy Kimmel. Está em Inglês, então, em poucas palavras eu explico. Jimmy diz ser um grande fã (ele e a torcida do Cortinthias!) da série Friends e “confessa” ter escrito um episódio como se ele fosse Ross. Pede a Rachel que atue com ele. Surpresa: as cortinas se abrem e tem uma réplica da cozinha da Monica Geller no palco, onde eles lêem o script. As falas de todas as personagens giram em torno do quanto ele (Ross) é bom no sexo e todas elas querem transar com ele. Chandler e Joey morreram contaminados por raiva, do macaco Marcel de Ross (quem lembra?). Mesmo que você não entenda bem Inglês, vale a pena assistir, clique aqui.

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