Roteiro Nova Iorque – dia 3: Memorial 11 de Setembro, Hard Rock Cafe e Times Square

Se você começar o planejamento de sua viagem a NYC por este post, vai perder algumas informações relevantes, tais como se localizar e se orientar em Manhattan, dicas de preços, melhor época, hospedagem… Então vá até o final deste post e veja o link para as publicações relacionadas a NY. Esta descreve meu terceiro dia na cidade.

DIA 3Downtown (Lower Manhattan) e Times Square
Staten Island Ferry:  (Estátua da Liberdade e Skyline de Manhattan)
– Battery Park
– Wall Street (o touro, a bolsa) e o Civic Center
– Trinity Church (a igreja mais antiga de NYC)
– September 11 Memorial e Museu
– compras na Century 21st

O sul de Manhattan
O sul de Manhattan

Tomando metrô – Eu sempre prefiro caminhar, mas a distância da 59th até a ponta sul da ilha não é mais para mim! Ótimo, primeira oportunidade de tomar o metrô nesta viagem. Como levantamos às 9h, os trens estavam bem vazios e até nos sentamos. A maioria das estações tem bilheteria, mas algumas só autoatendimento, que são fáceis de usar e aceitam cartão ou dinheiro. Compramos bilhetes ida e volta por 16 dólares (3 pessoas), bem mais barato do que sairia um taxi. Vale a dica: taxis são ótimos para percursos curtos e em horário de baixo tráfego.
As linhas de metrô que chegam perto do ponto de partida do ferry para Staten Island são as 1, 9, N, R (South Ferry, bem em frente à entrada) e as 4 e 5 (Bowling Green, precisa caminhar pela Broadway ou pela State Street).

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Colunas sinalizam a estação na Rua 57, linha NR


Passeio de Ferry a Staten Island
Eu já fiz travessias mais bonitas, mas ir a NY e não ver a Estátua é como ir a Paris e não ver a Torre. A Londres e não ver o Big Ben. Ao Rio e não ver o Cristo. You’ve got it.

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O ferry gratuito que liga Manhattan a Staten Island, com bônus da vista da Estátua da Liberdade e do Skyline de Manhattan
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A entrada para pegar o ferry
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O Skyline de Manhattan, com destaque para o One World Trade

 

O ferry estava bem cheio – de turistas! Não só por ser um passeio gratuito, mas porque se tem uma linda vista da cidade e da Estátua da Liberdade. Se tiver uma câmera com um bom zoom, melhor ainda! Não era bem o meu caso, como você pode ver…estátua-0213

Em ambos os lados, as estações têm lojas e restaurantes. Ah, a bordo também é possível fazer uma boquinha. Nos horários de pico, os ferries partem a cada 15 minutos, aumentando para 30 minutos fora do horário de maior movimento. Com esses 30 minutos de espera (não tem como, precisa desembarcar e pegar outro ferry na volta), minha filha aproveitou para fotografar os peixes de um tanque que fica no saguão de espera.

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À espera do ferry para voltar a Manhattan

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Battery Park e a Estátua da Liberdade

Monumento ao Imigrante
Monumento ao Imigrante, em Battery Park

Um dos parques mais antigos de NYC, além de jardins e de ponto de partida para os barcos que levam aos passeios fluviais, o Battery Park possui inúmeros monumentos e um antigo forte que está sendo restaurado. Se você quiser ver a Estátua de pertinho ou quem sabe subir os quase 400 degraus até sua coroa, em vez de se dirigir a South Ferry Plaza, vá direto ao Battery Park, de clippercityonde partem as embarcações para a Liberty Island. O  ingresso ($18) dá direito a uma parada em Ellis Island, a ilha-museu que recepcionou cerca de 17 milhões de imigrantes entre 1892 e 1954, onde você pode ver fotos, livros de registro e árvores genealógicas. Informações aqui.

Wall Street
Você já deve imaginar que havia um muro onde hoje é a rua financeira mais famosa do mundo, daí o nome, certo? Mas antes de chegar nela, saindo do Battery Park ou do ferry, caminhe pela State Street e vai dar de cara com o traseiro do Charging Bull, o famoso touro da Wall Street. Diz-se que  passar as mãos no nariz, no chifre e nos testículos do touro traz boa sorte. OK, é coisa inventada para turista, mas você também joga moedinha nas fontes de Roma,  mete a mão no seio da pobre Julieta em Florença e amarra cadeado na ponte das Artes em Paris, certo? O touro é sinal de força e virilidade, características que o artista italiano pensou representar melhor a Wall Street.

Em 1996, a popularidade do touro não era tão grande e consegui uma foto sem turistas!
Em 1996, a popularidade do touro não era tão grande e consegui uma foto sem turistas! E hoje ele está bem mais gasto!

Mais dois quarteirões sentido Norte e você terá à sua esquerda a Trinity Church e à sua direita a Wall Street. Se você é economista ou aficionado no mundo das ações, dê uma passeio por lá. Eu fiz os dois, em 1996. A Trinity traz um inusitado cemitério que pode ser visto da calçada da Broadway. Você não vê isso todo dia, vê?

A Trinity vista da Wall Street
A Trinity vista da Wall Street

Continuando pela Broadway sentido Norte, entre à esquerda na Liberty St. até o final. À esquerda você verá o Corpo de Bombeiros e em frente o Memorial 11 de Setembro, que têm em comum o ataque às torres gêmeas do World Trade Center IMG_0234em 2001. Faz tempo. Não foi no meu país. Mas eu me lembro desse dia em detalhes. Enquanto caminhávamos para lá, essas memórias passaram em minha mente e um mal estar tomou cota de mim. Eu nem tinha certeza se queria mesmo visitar o local. Acabei indo pensando no blog.

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Além do mal estar emocional, existe também um certo peso moral por “prestigiar uma atração” que só existe por conta do extermínio de mais de 2.700 pessoas. Talvez os mais de 700 mil turistas que visitaram o 9/11 Memorial Museum em menos de três meses (junho a setembro/14) também pensem assim, não sei. De qualquer forma, a casa de Ann Frank em Amsterdam e Auschwitz são igualmente muito visitadas.

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Nomes das vítimas impressos em placas às bordas de quedas d’água

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Há dois desses poços, que ficam exatamente onde antes ficavam as torres do World Trade Center. Fiquei satisfeita em não presenciar ninguém fazendo selfie com sorrisinho e que os presentes mantiveram o tom de voz baixo, embora tenha ouvido relatos de que é muito comum o contrário acontecer.

Recentemente foi inaugurado o museu que conta a história da construção, destruição e renascimento do World Trade Center. Objetos encontrados nos escombros, vigas e até áudios de mensagens telefônicas estão expostas. A entrada custa 24 dólares. Informações aqui.

Minha filha escolheu almoçar no Fridays ali perto, na Trinity Place. A memória do WTC não saía da minha cabeça e eu fiquei imaginando o restaurante coberto de pó, gente correndo desesperadamente pelo entorno. Na parede, um quadro dizia que o estabelecimento tinha sido um dos que abriram as portas para que os bombeiros pudessem descansar e se alimentar.

Saindo de lá, fomos para a Century 21, a mega loja que fica na Cortlandt st. Levei 4 horas lá dentro e saí me sentindo culpada por perder 4 horas dentro de uma loja. Com esta declaração, você já desconfia que não vai encontrar grandes dicas de compras no mulhercasadaviaja.com!  Explico porque gastei 4 horas se não gosto de compras: artigos para ele, para mim e para a pré-adolescente-criança, a idade mais difícil de se escolher algo para vestir! E a quantidade impressionante de artigos à disposição em vários andares também não ajuda a economizar tempo.

Até o metrô da Times Square é padrão Broadway
Até o metrô da Times Square é padrão Broadway

Chovia e tomamos o metrô até a Times Square, onde fomos a uma loja da Walgreens (rede de farmácia – nos Estados Unidos, farmácias têm de meias a produtos de festas sazonais) e jantamos no Hard Rock Café. Uma dica para a Walgreens que eu segui e aprovei: compre o condicionador Aussie 3 minute miracle Moist, que é muito bom. Também comprei um aparelho indicado pela minha dentista, o WaterPik, que é ótimo para higiene bucal. No post Atração turística em NY: lojas de brinquedos (link abaixo), eu falo da Toys R us da Times Square. Outras lojas muito visitadas são a M&M, a Forever 21 e a Aeropostale.

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A TKTs fica sob aquelas escadas vermelhas e vende ingressos remanescentes (para o mesmo dia) para os musicais da Broadway. Eu nem cogitei de assistir a um, pois em São Paulo há inúmeras montagens que não deixam a desejar. Mas se você nunca assistiu a um, vale a pena, sim.

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Esta área de descanso na Times Square é tudo que o turista mais queria!
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We’re Sargent Pepper’s Lonely Hearts Club Band…
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Mais Beatles! Se você é fã, reconhece essa roupinha
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Um dos salões do Hard Rock da Times Square
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Cheers!
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Decoração roqueira

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Mesmo que você torça o nariz para restaurantes temáticos, se gostar um pouquinho de música vai adorar o Hard Rock de NYC, principalmente se for fã dos Beatles. Além de baixo, guitarra e bateria, tem porta da Abbey Road Studios, mochila e ternos usados em shows pelo quarteto. Roupas de Janis Joplin e Elton john, máscara usado no filme The Wall do Pink Floyd, guitarra do The Edge, roupas de Madonna, a lista é grande!

O atendimento é rápido como em todo restaurante americano e foi atencioso, com o atendente arranhando algumas palavras em português. A comida: hambúrguer insípido, mas a porção de fritas é maravilhosa, assim como a margarita.

Outras opções para este dia, ali no Sul da ilha

Depois do Memorial 11 de setembro, caso prefira, em vez de fazer compras como fizemos, você pode:

1.  caminhar (15 minutos) em direção ao leste para conhecer o Civic Center, bairro em que ficam os prédios públicos e administrativos da cidade, como tribunais, prefeitura, departamento de polícia e a St Paul’s Chapel, a construção mais antiga da cidade, do século XVIII.

2. também a leste (20 minutos), fica a região Seaport, e o Pier 17, um local bem gostoso de passear, com lojas e restaurantes, mas que estava sendo revitalizado, então nem chegamos perto nesta última visita. Entre no site oficial para conferir se as obras acabaram quando da sua visita, pois eu acho que vale a visita!

3. ir a Chinatown e Little Italy (20 minutos de caminhada). Estava no meu roteiro, mas não rolou…

Não coloquei a Ponte do Brooklyn pois ela estava no meu roteiro do quinto dia, que logo publicarei, mas você pode aproveitar e incluir nesse dia, dependendo do seu pique.

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Roteiro New York: dia 1 – Midtown com Times Square, NYC Library e mais

Se você está planejando sua viagem a NYC, não deixe de ler os posts relacionados a planejamento, roteiro e dicas. Os links estão no final desta publicação.

A ilha de Manhattan é plana em quase sua totalidade e relativamente fácil de se localizar, por isso esta parte do roteiro foi feita a pé. Além do mais, a arquitetura merece ser observada de pertinho, então não se esqueça de olhar para o alto de vez em quando, pois muitas fachadas são belíssimas. Distâncias mais longas ou dedos com bolhas (calçado confortável é seu grande amigo) pedem táxi ou metrô. Uma amiga perguntou se vale a pena usar os ônibus turísticos. Vale, dependendo de seu perfil. Eu gosto da liberdade de parar e fotografar algo que me encanta e de cima de um ônibus isso não é possível – hop in, hop off, mas nem tanto, né! Mas já usei desses ônibus turísticos de dois andares em Londres (claro!) e foi bom, porque não tinha feito um planejamento para visitar a cidade e o tour ajudou a me localizar. Outra vantagem é poder ficar sentadinho enquanto se observa a cidade.
Manhattan dicas
Entendendo a ilha de Manhattan
A Quinta Avenida (grudadinha no Central Park, essa área retangular verde aí no mapa) divide a cidade entre East (leste) e West (Oeste) e as ruas são, em sua maioria, numeradas em ordem crescente em direção ao Norte. Na parte mais antiga da cidade, ao Sul, até mais ou menos os bairros Greenwich e East Village, as ruas têm nomes e não são planejadas (paralelas), mas mesmo assim não é difícil se localizar.
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DIA 1
Midtown e região da Times Square
– Quinta Avenida (lojas da Apple, The Plaza, FAO Schartz – eu fui em outro dia, porque estava hospedada pertinho, então pode ser uma boa incluir a FAO aqui)
– St. Patrick Cathedral
– MoMa
– Park Avenue
– Grand Central Terminal
– Chrysler e News Building
– ONU
– Biblioteca de Nova Iorque
– Bryant Park
– Times Square
Top of the Rock, no Rockfeller Center
O primeiro dia foi bem proveitoso, pois nosso voo chegou no JFK por volta das 6h. Se você chegar mais tarde, vai precisar cortar algumas atividades ou trocas o roteiro.
Chegando ao hotel na rua W59th (sabe o Plaza? Ficamos ao lado. Adoro fazer essa brincadeira!), deixamos nossa bagagem na recepção e tiramos um pouco do peso das bolsas que levaríamos, colocando o que não seria usado nas malas, pois o check in seria só depois das 15h. Veja com seu hotel se há cobrança de taxa caso precise fazer o mesmo – que não deveria acontecer, vamos deixar claro!
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Percurso de 35 minutos a pé (até o Grand Central)

Caminhamos pela W 59th em direção à 5th Ave. e por ela até encontrar a St. Patrick, na esquina com a East 50th, mas a igreja estava sendo restaurada. A Catedral é a maior igreja católica dos Estados Unidos e como toda catedral, ostenta bela arquitetura e obras de arte.
Quer trocar a igreja por um museu? Vá ao MoMa, na 11 W 53rd St. Sempre ponho na lista e acabo não indo!

Durante o percurso você vai observando a arquitetura, as vitrines das lojas, os edifícios que “já vi em algum lugar!”. Difícil é tentar manter o ritmo dos nova iorquinos enquanto a gente tenta observar tudo de uma só vez! Aliás, já houve certa polêmica quando um grupo chamado Improv Everywhere pintou na calçada da Quinta Avenida duas  faixas dividindo-as entre turistas e nova-iorquinos. Não seria uma má ideia, se já não houvesse as faixas  de ida e de volta criadas pelo bom-senso!

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Ao cruzar a E 47th, entramos nela e caminhamos até a Park Avenue, tendo já a vista do Helmsley Building, em um dos trechos mais fotografados de NYC.
Ilha de Manhattan

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A entrada principal do Grand Central, que permite descer as escadarias de mármore, fica na E 42nd St com a Park Ave. Além do grande e bonito saguão (observe o teto abobadado com os signos do zodíaco), o terminal de trem e metrô conta com praça de alimentação, lojas e até um mercado de carnes, frutas, legumes, peixes… aproveite e abasteça-se de berries, como morango, framboesa, mirtilo.

Grand Central NY

Outono no Mercado do Grand Central Terminal
Outono no Mercado do Grand Central Terminal

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Você pode continuar pela E42st e conhecer um dos edifícios mais bonitos de NY, o Chrysler Building. Entre e aprecie a arquitetura art deco, presente até nas portas dos elevadores.

Também na E 42th st. (#220) fica o News Building, cujo saguão serviu de locação para os filmes do Super Homem na década de 80. Se quiser caminhar até East River, pela E44 st, vai conhecer a sede da ONU, que tem muitas obras de arte, entre elas os painéis Guerra e Paz, de Cândido Portinari, presente do Brasil, que na minha opinião já valem a visita.

Como eu já tinha visitado esses prédios antes e principalmente porque precisava de algum estímulo para minha filha que já morria de tédio pré-adolescente, saindo do terminal fomos direto para a Biblioteca de Nova Iorque, de volta à 5th Ave. (5 minutinhos de caminhada). O salão principal de leitura que ocupa o equivalente a dois quarteirões estava fechado, que pena. Como eu gosto de arquitetura -às vezes não sei se olho pro prédio ou pra exposição em museus! Mas há algumas jóias, como uma bíblia impressa por Gutenberg provavelmente em 1450, no Gottesman Exhibition Hall.

A fachada da Biblioteca de Nova Iorque
A fachada da Biblioteca de Nova Iorque
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A Bíblia impressa por Gutenberg

Biblioteca de Nova Iorque

 

OK, se você não se interessa em conhecer a biblioteca, pode aproveitar para usar os banheiros e o wi fi gratuito. A entrada é gratuita.

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Teto de um dos salões da NYC Public Library

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Atrás da biblioteca fica um oásis chamado Bryant Park, perfeito para quem viaja com crianças. Tem carrossel a $3 que funciona o ano todo. Ali mesmo na praça você pode pegar uma revista com a programação do vai rolar na temporada. No verão teve Festival de filmes exibidos ao ar livre, brincadeiras para adultos como Dança das Cadeiras, espetáculos de dança, música e teatro. Aulas de línguas e de yoga gratuitas também são oferecidas. Durante o outono e inverno um rinque de patinação é montado no gramado. Uma estante oferece livros. Isso, para mim, é primeiro mundo!

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E mesmo que não tenha crianças, vale sentar-se e observar os nova-iorquinos, especialmente na hora do almoço, quando a praça fica cheia e as pessoas se encontram para comer, bater papo ou jogar.

Pernas cansadas encontram repouso no Bryant Park
Pernas cansadas encontram repouso no Bryant Park
O Carrossel do Bryant Park
O Carrossel do Bryant Park

Depois de uma pausa para almoço, caminhamos para a Times Square (cerca de 10 minutos) para levar a Ju conhecer a  Toys R Us e a Disney de NYC. Tem também loja da M&M para os chocólatras. Como gosto de brinquedos, fiz um post só para essas lojas. Link no final desta publicação.

Quem não se encanta!
Uma das áreas da Toys R Us
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Até a estação do metrô é iluminada como um teatro!

Eu particularmente não gosto da Times Square. É muita muvuca e luz demais pro meu gosto – e não tem nada a ver com o fato de ser turística demais. A Torre Eiffel é turística e eu adoro! Mas é gostoso ver os turistas – não tem gente mais feliz do que turista! O calçadão é muito legal, com mesas e cadeiras de metal que, embora não sejam confortáveis, ajudam o turista a descansar – não tem gente mais cansada do que turista!

Se você nunca assistiu a um show na Broadway, sugiro que o faça. É como ir à Estátua da Liberdade ou ao Central Park. Dicas legais de como comprar ingressos, aqui.

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Da Times Square, você pode se dirigir para o Rockfeller Center, que tem a Loja da Lego, a Sacks e o mais famoso pôr do sol, no Top of the Rock, Rockfeller Center (aquele da famosa árvore de natal), na W50th St entre a 5th e 6th avenues. O ingresso básico custa $29 e você pode ver a cidade do alto de 70 andares, num terraço envidraçado. Acho que vale a pena se o dia estiver limpo. Se quiser ver o por do sol, chegue com antecedência, pois as filas costumam ser grandes.

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Quer descansar num lugar agradável, vá para o Channel Gardens, um corredor com fontes e flores em frente ao Edifício General Electric, no Rockfeller Center.

Da Times Square nós fomos para o hotel pois nem tínhamos feito o check in ainda! Morremos com a vista do quarto, tomamos um banho merecido, relaxamos um pouco e saímos para jantar.

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Refeições

Café da manhã: como o café do avião foi medonho, reforçamos no Green Café (36 W58th Street)

Almoço: xi, não lembro o nome do restaurante que na verdade era uma grande Deli na região da Times Square, sorry.

Jantar: ótima descoberta, restaurante Academia Barilla (1290 Avenue of the Americas). Acolhedor, tranquilo, com comida deliciosa e a bom preço. O atendimento também foi rápido e simpático.

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Se você vai ficar na muvuca da Times Square, encontrará restaurantes temáticos, como o Planet Hollywood e o Hard Rock. Jantamos uma noite no Olive Garden, sempre uma boa opção, com comida boa e acessível – e muuuuitos brasileiros, além de muuuuita espera. O Olive Garden da  696 Avenue of the Américas é mais tranquilo e menor que o da Times Square.

Veja preços de refeições e de outros itens em Nova Iorque: Planejando sua Viagem.

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