Monte Titlis, Suíça: mais do que neve o ano todo

O Monte Titlis, situado em Engelberg, Suíça, é muito visitado por ter neve até no verão, e isso para brasileiros representa uma atração e tanto, mas não é só a neve que deve te orientar a este bate-volta de Lucerna ou Zurique. Tem muito o que fazer, reserve o dia inteiro. Compartilho aqui todas as atrações do verão.

Monte Titlis

O Mulher Casada Viaja adverte: sou a Moana das montanhas, adoro, me sinto em casa, lamento não viver perto delas e choro de emoção quando estou nelas. Então este post pode muito bem ser tendencioso, mas se você vai à Suíça e não gosta do combo montanhas-friozinho-vaquinhas-trilhas, errrr… você quer mesmo ir à Suíça?

Leia outros relatos de montanhas que emocionam, como Torres del Paine, Machu Picchu, Yosemite, Denali e minhas queridas Dolomitas.

No Monte Titlis, pra se emocionar e ficar pertinho do divino, você terá que se afastar um pouco das multidões que fazem esquibunda e zilhões de selfies, então siga as dicas para não achar que se trata apenas de um destino mega turístico.

Afinal, o que é o Monte Titlis?

Titlis é um pico a 3.238 metros de altitude cujo topo é preparado para receber qualquer pessoa, inclusive cadeirantes, por meio dos 25 diferentes tipos de meios de elevação. São 82 km de pistas de esqui e trilhas. No verão, a neve acumulada durante os meses frios se espalha por uma área onde os turistas caminham e improvisam esquibunda ou descem trilhas em bóias infláveis. Percebi que muita gente que se divertia ali era de regiões onde não há neve, ou seja, uma boa chance para experimentar a sensação de caminhar no gelo. Veja mais abaixo o que fazer no Titlis.

Além do topo, há níveis intermediários, também atrativos, aonde se chega por trilha ou algum meio de elevação. No topo, há um edifício de 5 andares, com restaurantes, sanitários, lojas e lounge. Falo sobre cada um ao longo do texto.

Como Chegar ao Monte Titlis, em Engelberg

O Monte Titlis fica na Suíça Central, na cidadezinha resort de Engelberg, e a cidade grande mais próxima é Lucerna, distante 35 km. O tempo de viagem, em torno de 40 minutos, é o mesmo para quem vai de trem ou carro.

Se você vai de trem e não tem um passe de transporte e atrações, como o Swiss Travel Pass ou o Tell Pass, você pode comprar o bilhete com antecedência no site da SBB (ative seu google tradutor) ou no app (que eu achei maravilhoso e usei durante toda a viagem, para conferir horários e opções de trens). Além da praticidade, a vantagem do app é poder comprar com antecedência o ‘supersaver ticket’, um bilhete com desconto. Comprando poucas horas antes, será o valor cheio, nas máquinas de autoatendimento da estação ou no balcão da loja da SBB (sempre tem uma nas estações de maior movimento).

Saí de Lucerna cedo, e quando cheguei em Engelberg já estava preparada para caminhar até a estação do teleférico, mas tive a sorte de ter um ônibus parado no ponto em frente à estação.

O ponto do ônibus fica entre a estação e o hotel Bellevue-Terminus. Não paguei a passagem porque tinha o Tell Pass, que dá gratuidade ao transporte público da região central da Suíça e inclui várias atrações, dentre elas o Monte Titlis.

Monte Titlis como chegar

Se você vai a pé e quer dar uma olhada no percurso de 750 metros entre a estação de trem e a do teleférico, jogue no Google Maps de Engelberg para Engelber (talstation Titlis). Pelas ruas de Engelberg, há plaquinhas indicando o caminho e você dificilmente será a única pessoa caminhando até lá, então é só seguir o fluxo. Foi o que fiz no final do dia para voltar à estação de trem e deu certo.

Se você vai ao Monte Titlis de carro, há 3 bolsões de estacionamento (Gerschnistrasse 12) ao custo de 5 francos o dia. O mais próximo da estação é o número 1.

Atenção: o seguro viagem é obrigatório nos países signatários do Tratado de Schengen (a maior parte dos europeus). Temos parceria com a Seguros Promo que oferece de$conto para leitores do Mulher Casada Viaja e uma variedade de companhias de seguro.

Quanto custa o ingresso ao Monte Tilis

Os ingressos são vendidos por trecho usado, então se você curte caminhar, pode comprar ingressos por trechos e fazer trilhas que descem a montanha, de Trubsee a Engelberg. O mais caro, que vai de Engelberg a Titlis (base ao topo), ida e volta, custa CHF 92 (CHF 46 para crianças de 5 a a 15 anos). Salgadinho, eu sei, mas todas as atrações lá em cima são gratuitas e vale muito a pena, é um lugar lindo, mas acho que já falei isso… Ah, saiba que os preços vão às alturas tanto quanto os teleféricos. Pra subir a outro pico, o Jungfrau, já estando na fofíssima Wengen, você ainda vai gastar CHF 176!

Portadores do Tell Pass não pagam entrada para subir até o topo e quem tem o Swiss Travel Pass tem desconto de 50%. Em ambos os casos é preciso passar na bilheteria para receber o cartão magnético do Titlis, que será escaneado a cada novo meio de elevação – então guarde-o bem (eu sempre deixo bilhetes entre a capinha do smartphone e o aparelho, fácil e seguro).

É possível comprar o ingresso antecipadamente pelo site Titlis ou na hora. O ideal seria ver a previsão e ir quando o tempo está bem claro, mas a gente sempre viaja com rotiero apertado, ainda mais pela Suíça!

Monte Titlis engelberg

O que fazer no Monte Titlis

Titlis Rotair e os demais meios de elevação

Eu considero teleféricos uma atração, não só um transporte, primeiro porque quase não os temos no Brasil, segundo porque é extremamente relaxante subir montanhas desta maneira e a posição elevada permite que observemos as casas, animais, vegetação e quase lá no topo as formas incríveis esculpidas no gelo pelo vento.

O primeiro que tomamos é o Titlis Express, uma cabine para 6 ou 8 pessoas, sinceramente não lembro, que faz uma parada opcional no nível do Trubsee e termina no nível Stand, a 2.428 metros. É um passeio longo e só não foi mais prazeroso porque um casal não parou de falar o tempo todo – e alto, nada combinando com a situação de relaxamento que o momento contemplaria.

Monte Titlis
o Titlis Express, primeio meio de elevação

Na estação Stand tomamos o moderno Rotair, o primeiro teleférico giratório do mundo, que durante o seu percurso faz um giro 360 graus, assim nada do belíssimo entorno se perde. Percorre os últimos 1.493 metros até o topo a uma velocidade de 10 metros por segundo. Isso, aliado à capacidade interna de 75 pessoas, evita filas, carregando mil pessoas por hora até o topo!

Monte Titlis

Caminhar sobre o gelo, esquibunda, boneco de neve, anjinho…

Cheguei bem cedo à base, mas fiquei fotografando para o blog, pegando informações e nisso chegou um grupo enorme de asiáticos. Como o espaço é grande, a quantidade de turistas não interfere negativamente, desde que você não esteja esperando um lugar extremamente quieto e vazio.

Se você nunca brincou na neve, esta vai ser uma atração no Titlis, sim! Se já fez boneco de neve, guerrinha, esquibunda, caminhe sentindo o ventinho frio mesmo no verão, observe os picos próximos, as formas no gelo desenhadas pela ação do vento. É lindo ou não é?

Monte Titlis

Glacier Cave

Um túnel de 150 metros perfurado em gelo acumulado ao longo de 5 mil anos fica no nível 1 da estação no topo do Titlis. É uma experiência interessante e obviamente gelada. Você vai agradecer ter colocado na mala as botinhas de caminhada, pois andei muito seguramente com elas e não levei nenhum escorregão. Eu só conheci o Glacier Cave depois de descer até o nível Trubsee e retornar ao topo, já próximo do fechamento, e foi a melhor coisa que fiz: tive o corredor de gelo apenas para mim.

Cliff Walk

A Cliff Walk é uma ponte de 100 metros de comprimento construída na beirada do penhasco. Confesso que depois de cruzar a maior ponte suspensa do mundo, em Randa, Zermatt, a Cliff Walk foi moleza, mas a vista dali é muito bonita. Outra vantagem, pelo menos para os mais preguiçosos, é que não é preciso subir a montanha a pé pra chegar a ela, como tive que fazer pra cruzar em Randa a maior ponte suspensa do mundo, próxima a Zermatt e na Áustria, na Highline 179.

Eu cruzei a Cliff Walk pelo menos umas 3 vezes. Numa delas fiquei compadecida por um homem parado diante de uma de suas extremidades, mãos nos bolsos, sem coragem para cruzá-la. Fiquei pensando em quantas ‘pontes’ a gente deixa de cruzar por medo…

Ice Flyer

As cadeirinhas usadas por esquiadores são outra grande emoção para brazucas e esta é incrível, pois passa sobre a geleira. Eu fiquei encantada com as formas do gelo – e olhe que já tinha visto muitas de pertinho no Alasca, mas sobrevoá-las é um outro nível, literalmente. Talvez só não supere a experiência de um Minitrekking na Geleira Perito Moreno.

Glacier Park

Esta foi a única parte do topo do Titlis que não visitei, com pesar. É onde tem vários ‘instrumentos deslizantes’, o mais famoso é o snowtubing, uma pista para deslizar sobre uma bóia inflável.

Fazer uma foto jacu made in Switzerland

No quarto andar da estação no topo do Titlis você encontra o Photo Studio, onde pode se vestir de… suíço montanhês num cenário próprio. Eu tava louca pra fazer, adoro uma foto jacu ahaha, mas sozinha achei meio sem graça. A pequena custa 35 francos e a grande 89.

Curtir o Adventure Park e o playground

Logo que descemos no nível Trübsee, vemos as crianças se divertindo e gastando muita energia. A aventura fica por conta de slackline, do BagJump Tower, uma plataforma de salto sobre um colchão de ar, e de camas elásticas onde tomam impulso para saltar sobre outro colchão de ar. As atividades são gratuitas, mas funcionam apenas entre junho e outubro.

Confesso que gostei mais do parque do Monte Pilatus, mas se você vai ao Titlis com crianças, tenho certeza que elas agradecerão uma paradinha no Trübsee. Até eu fiquei com vontade de pular no colchão de ar!

Monte Titlis

Na beira do Trübsee (see=lago), tem um playground grande e ao longo da trilha outros menores.

Monte Titlis

Remar no lago Trübsee

Foi a primeira coisa que fiz ao chegar no Trübsee. Eu estava tão insegura de remar sozinha num lago de altitude (se é pra cair, que seja com alguém pra me ajudar ou pra cair comigo ehehe) que não desamarrei o barquinho. Maior mico: remava e não saía do minúsculo deck, até que um garoto me avisou ahaha. Depois foi outra dificuldade: a posição para remar era de costas (remos fixos, não tinha como mudar isso), e como eu estava sozinha, não tinha ninguém pra me orientar a direção, então eu remei com a traseira do barco quebrando a água, ou seja, tive que fazer um esforço físico maior por não ter a vantagem do bico frontal do barquinho.

Monte Titlis

Não é preciso pagar para usar o barco, mas pode-se fazer uma doação de 10 francos depositando numa caixinha ao lado do deck. Já os caiaques exigem um guia e se paga CHF40 para o grupo de 6 pessoas ou mais.

Tirolesa

Uma tirolesa com 500 metros de extensão começa nas proximidades do Trübsee Alpine Lodge e desce 40 metros até o plauground. Esta atividade não está inclusa no custo do teleférico, a taxa é de 12 francos.

Para informações gerais de plaenjamento de viagem à Suíça, leia Suíça: roteiro de 14 dias no verão

Trilha em volta do lago Trübsee

Se você tem uns 40 anos ou menos, pense nas fotos de protetores de tela com lagos bordados com flores que você nunca viu no Brasil. Se tem mais de 40 anos, deve se lembrar dos calendários com estas mesmas fotos! Eu fiquei maravilhada com a variedade de flores alpinas e principalmente com as plaquinhas identificando as espécies. Além da beleza, foi a única vez que achei latim fácil – qualquer coisa é mais fácil que alemão… A cor do lago é linda, mesmo num dia nublado como o que estava.

Esta é uma trilha fácil a 1.796 metros de altitude e tão tranquila que a classifiquei como um passeio. A volta completa no lago é quase toda plana e tem 3 km. Leva em torno de 1 hora, mas demorei muito mais, porque fotografei e babei com as paisagens.

Teve uma hora que pedi licença às margaridas e me fotografei pertinho delas. Atenção: nenhuma margarida foi pisoteada durante as fotos. Também parei no meio do caminho para almoçar. Também parei diante da cow parade. Também parei para deitar numa das redes ao lado da trilha!

Além das trilhas que se iniciam na base, você pode alugar patinetes ou bicicletas e mountain bikes, pois há diversas trilhas para esta prática e os meios de elevação estão preparados para levá-las montanha acima.

Trilhas no Monte Titlis

Além da trilha em volta do lago Trübsee, há muitas trilhas no Titlis, como a Trilha dos 4 lagos, com 4 horas de duração, e a Trilha do Queijo Alpino, com 16 horas de duração. A mais famosa é a trilha que parte de Engelberg, passando por Untertrübsee e chega em Trübsee em 3 horas. Todas são consideradas de nível moderado.

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Onde Comer no Monte Titlis

Picnic – No Trubsee tem vários espaços com mesas para se fazer picnic, inclusive com 4 churrasqueiras, que não são como as nossas, são uma espécie de grelha em cesta sobre o espaço do fogo – não carvão. Mesas típicas acompanham o espaço.

Monte Titlis

Restaurante no Titlis – No segundo andar do último nível da montanha tem um restaurante grande com 2 tipos de serviço: buffet e à la cart.

Restaurante no Trübsee – No meio da trilha em volta do lago Trübsee, o restaurante Alpstubli tem serviço de buffet, muito espaço interno e um terraço com vista. Cheguei tarde para o almoço, e já tinha comido tanta paisagem que estava sem apetite, as opções não me agradaram muito: frango ensopado ou não me lembro o que. Aí o funcionário sugeriu um dos pratos típicos da Suíça, o Rösti, que estava delicioso! Achei uma ótima opção, longe das multidões do serviço de buffet no topo do Titlis.

Monte Titlis
o rosti com bacon estava maravilhoso!

Onde Ficar para conhecer o Monte Titlis

Se você pretende fazer apenas o que eu fiz, pode se hospedar em Lucerna e fazer o bate-volta, mas se quiser ficar em Engelberg para fazer trilhas ou curtir o Titlis mais de uma vez, há várias opções de hotéis em Engelberg, que é uma estação de esqui – no inverno, claro. Além do citado Bellevue-Terminus, em frente à estação de trem, qualquer lugar em Engelberg estará bem localizado, a cidade é bem pequena. Confira a lista de apartamentos para locação e hotéis em Engelberg.

Melhor Época para o Monte Titlis

O verão (julho e agosto) é a melhor época para fazer trilhas – e ainda ver neve/gelo pelo chão no topo da montanha sem ranger os dentes. Fui no dia 11 de julho e no topo estava 3 graus. Quando escrevi este post, em setembro, as temperaturas já eram de -6.

O que Vestir para subir o Monte Titlis

Antes de viajar para a Suíça, pesquise a temperatura em Engelberg e principalmente no Monte Titlis para os próximos 10 dias. Isso vai te dar uma ideia ligeira de o que colocar na mala.

Antes de decidir ir ao Monte Titlis, já na Suíça, veja novamente a previsão do tempo, porque se estiver encoberto você perderá a chance de curtir o visual lindo de lá. Além disso é importante saber a temperatura pra se vestir de acordo. A diferença entre o topo do Titlis, a estação intermediária no Trubsee e a cidade de Engelberg pode chegar a 15 graus.

Para os 3 graus que peguei no alto da montanha, vesti uma calça tipo segunda pele, uma calça de caminhada, uma camiseta de magas curtas e uma jaqueta quebra-vento. Uma echarpe e um gorrinho foram amigos bem-vindos, e para a Gacier Cave eu vesti luvas. Na estação intermiediária, no lago Trubsee, tirei a jaqueta em alguns momentos.

Não vá de jeito nenhum com sandalhas, sapatos ou sapatilhas e nem preciso falar de saltos, né? Vi muita gente com dificudade de caminhar no gelo com tênis comuns, então botas de caminhada são a melhor opção.

Aluguel de roupas e lockers

No quarto andar do topo do Titlis tem um armário do tipo depósito (retorna sua moeda após uso), mas são apenas 12 armários. É preciso ter moedas de 2 euros ou 2 francos.

Na base da montanha, há lojas de aluguel de roupas especiais e no topo vi também algumas r

Horário de funcionamento do Titlis

Importante: na baixa temporada o teleférico Engelberg-Trübsee (estação intermediária) fecha por uns 10 dias. Em 2019 estava programado para 4 a 15 de novembro. Confira no site oficial do Titlis nos demais anos.

Os horários da primeira e última subida também variam de acordo com o período do ano, mas em geral acontecem respectivamente às 8h30 e 16h no verão. Para descer, 17h.

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Minha visita foi uma cortesia do Monte Titlis, que me ofereceu o Tell Pass para conhecer a Suíça Central, mas como sempre deixo minhas impressões sinceras dos lugares que visito para te inspirar e ajudar. Acho que não ficou dúvida de que sinceramente adorei o passeio! Abraços!

30 COMENTÁRIOS

  1. Que sonho andar nesse teleférico com uma vista dessa! Com ou sem neve a Suíça parece uma pintura de tão linda, né? rs

  2. Já pesquisei várias vezes sobre a Suíça, mas nunca tinha achado nada sobre esse Monte Titlis! Muito legal mesmo, especialmente a parte de onde comer hehehe
    A gastronomia suíça me encanta!

    • Olha, é bem visitada, viu? Talvez aqui no Brasil não a conheçam tanto, as pessoas vão mais às cidades grandes como Zurique, Lucerna e Genebra, mas na minha opinião não tem nada como os vilarejos suíços!

  3. Que demais essa região do Monte Titlis, hein?!

    Com todo esse visual e lagos nem precisava da neve! hahaha
    A tirolesa parece ser demais também, hein?!

    Abraço!

    • Pois é, eu devia ter ido nessa tirolesa, mas sou medrosa pra isso, preciso fazer uma pra perder o medinho.

  4. Obrigada por esse post! Estava em dúvida se encaixaria o Monte Titlis minha viagem pela Suíça, mas você me convenceu!

  5. Que lugar lindo, e quantas coisas para fazer num único dia! Eu confesso que não sei se conseguiria atravessar aquela ponte (morro de medo de altura, quando o lugar é muito aberto). E tenho certeza que meus filhos amariam se jogar no colchão de ar!

    • Vi algumas pessoas com medo da ponte, sim, mas o pior é não encarar o Rotair, que é lindo demais! Mas acho que sendo fechadinho não tem problema. Lugar bem legal pras crianças, o Titlis.

  6. Eu também adoro uma montanha e é um dos lugares onde mais consigo me desconectar de tudo e relaxar. Mas o Monte Titlis, na Suíça, oferece muito mais, tem tanta coisa pra fazer que vale reservar um bom tempo para essa atração. Roteiro mais que completo, obrigada por compartilhar.

    • Às vezes rolam promos pra Zurique, mas saindo de Milão também não é difícil nem caro chegar à Suíça.

  7. Na minha única visita à Suíça, não subimos a nenhuma montanha porque no dia que reservámos tempo para essa passeio na Pilatus não se via um palmo em frente do nariz no topo (graças a Deus pelas câmaras em tempo real dos postos de turismo).
    Li há dias uma notícia sobre um funeral simbólico por causa de um glaciar na Suíça, que praticamente desapareceu. Qualquer dia nem por lá temos neve. Preciso conhecer urgentemente a pequena maravilha que é Titlis. Adorei o teleférico giratório e o glacier cave.
    Mil beijos

    • No dia seguinte visitei o Pilatus, um dia frio e chuvoso, o que acabou impactando negativamente a experiência, mas é uma montanha muito legal pra visitar, também, principalmente com crianças.
      Quanto às geleiras, conversei com suíços que disseram ter notado o recuo de muitas delas, o que me espantou por serem jovens.
      Obrigada pela visita, Ruthia, beijos

  8. Vou para a Suíça na próxima semana e não sabia do Monte Titlis. Vou tentar combinar meu passeio pelo país para visitar esse lugar maravilhoso porque sou dessas, como você, que ama vaquinhas e montanhas (só exclui a parte do frio ahahah).

    • Ahaha, mas o frio foi suportável! No dia seguinte fui ao Monte Pilatus com roupa normal, aí passei frio e não aproveitei nada!

  9. Que lugar lindo! Maravilhoso! Também sou apaixonado por montanhas!

    Teremos um dia na Suíça (Zurique) na volta da Rússia, logicamente não vai dar pra conhecer esta bela montanha, mas já deu aquela instigada pré viagem!

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